Foto da revista "Placar", referente à equipa do
Sport do Recife, Campeão Pernambucano em 1980

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NOME

PAÍS José de Oliveira

POSIÇÃO

Guarda-Redes

NATURALIDADE
Niterói - RJ - Brasil
DATA DE NASCIMENTO
11/07/1953

CLUBES
(como jogador)

América - RJ - Brasil (1970 a 78)
Santos - SP - Brasil (1978 a 79)
Sport do Recife - PE - Brasil
(1980 a 84)
ABC de Natal - Brasil (1985)
Náutico do Recife - PE - Brasil
(1985 a 88)
Lourosa (87/88)
Águeda (88/89)
Sp. Covilhã (89/90)
Silves (90/91)
Olhanense (91/92) 12-0
Alcains (92/93)
(...)

CLUBES
(treinador de guarda-redes)

Bonsucesso (RJ) Brasil
Macaé Sports (RJ) Brasil
Entrerriense (RJ) Brasil
CFZ (RJ) Brasil
(...)
 

O INÍCIO DE CARREIRA DE PAÍS NO BRASIL

Em 1971, País era apenas um goleiro dos Juniores, e o quarto goleiro dos seniores do América do Rio. Brigavam pela posição, o argentino Buticce (que o América havia comprado em 1970 e que depois seria vendido ao Corinthians), Wanderlei (goleiro Catarinense que o América comprou junto ao Atlético do Paraná) e Miguel Banana que foi formado no clube. Em 1974, quando o América foi campeão da Taça Guanabara (1º turno do Campeonato Carioca) e só não foi campeão estadual porque foi "roubado" na decisão contra o Flamengo, País já era o reserva (suplente). Em 1975, com a dispensa do goleiro titular Rogério (foi acusado de entregar a decisão do ano anterior), Pais ganhou a posição. Com ele o América não ganhou mais nada. País sempre foi muito instável. Combinava grandes defesas com falhas incríveis. Na decisão da Taça Guanabara de 1975, já na prorrogação entre América e Fluminense (o empate daria o título ao América) ele sofreu um golo de falta do Rivelino de longe da área. Depois de alguns anos, a torcida e o próprio América e ele mesmo, resolveram mudar. País então seguiu sua vida, transferindo-se para o Santos FC, do Estado de São Paulo.

[ Por Sílvio Kholer do site FUTEBOLSUL , em 2003 ]

 

 

"QUE FIM LEVOU?"


País José de Oliveira, o País, ex goleiro do América (RJ), Santos, Sport Recife e Náutico, vive atualmente em Niterói-RJ, onde nasceu em 11 de julho de 1953 e trabalha como preparador de goleiros.

País iniciou sua carreira no América (RJ) em 1971 e profissionalizou-se em 1974, sendo nesta época, reserva imediato de Rogério, um goleiro louro que veio do extinto CEUB para o Mequinha. Após a final do Carioca de 1974 em que o América perdeu para o Flamengo por 2x0 , com dois frangaços de Rogério em chutes despretensiosos de fora da área do então promissor lateral Júnior (que atuava pelo lado direito), País assumiu a meta do América, destacando-se como um dos melhores goleiros do Brasil, sendo inclusive posteriormente, convocado por Cláudio Coutinho para a seleção brasileira que iniciava a preparação para a copa na Argentina.

Em 1978 foi atuar no Santos, onde jogou até 1979, transferindo-se para o Sport Recife (tricampeão pernambucano 80, 81e 82). Em Pernambuco, jogou também no Náutico de 1985 a 1988, quando arrumou suas malas e foi jogar em Portugal. De volta para o Brasil em 1990, iniciou sua carreira de preparador de goleiros, tendo passagens pelo Bonsucesso (RJ), Macaé Sports, Entrerriense (RJ) e CFZ (RJ).

[ Retirado do site do jornalista MILTON NEVES ]

 

 

O PIOR GUARDA-REDES QUE EU VI JOGAR NO OLHANENSE

Já foi discutido entre a malta do olhanense.net a possibilidade de organizarmos poules, sejam sobre o melhor "onze" de sempre do Olhanense, o melhor jogador, ou os melhores de sempre em cada posição. Enquanto nenhum dessas iniciativas foi para a frente, tentei, um destes dias, começar a fazer o meu "onze" ideal.

Garanto-vos que simplesmente não conseguia passar do guarda-redes. Ainda alinhavei alguns jogadores nas posições "de campo", mas na baliza simplesmente não conseguia escolher. Senão, reparem no leque, por ordem mais ou menos cronológica, de guardiões que eu vi defender (e valorosamente) as redes rubro-negras: Guimarães, Tavares, Gorriz, os dois Tozés, Formiga, Ivo, Rogério e agora Bruno Veríssimo. Acho que não me esqueci de nenhum. Ou seja, dá para concluir que pelo menos numa posição o "meu" clube esteve sempre bem servido... ou talvez não! É que... de repente, vem-me à memória a terrível imagem daqueles primeiros jogos na Divisão de Honra, onde cada remate ou cruzamento adversário era um calafrio para o público do José Arcanjo. Era o País! Comecei a assistir a jogos do Olhanense em meados da década de oitenta, mas posso garantir, sem qualquer tipo de dúvida, que o País foi o pior guarda-redes das duas últimas décadas. Perguntem aos vossos pais e avós se alguma vez viram um pior. Eu, sinceramente, duvido. Dizem que o Tólinhas era "castiço", mas não acredito que fosse pior.

E foi assim que, há pouco tempo, vi nascer em mim este fascínio nostálgico (que quase me atrevo a qualificar como mórbido...), por País. Um misto de saudade com felicidade de tempos que felizmente nunca mais voltarão, de tão maus que foram. É que esse já veterano guarda-redes brasileiro felizmente só jogou uma dúzia jogos a titular pelo Olhanense, pois chegou até mesmo a "pegar" algumas "manias" aos companheiros do plantel da altura, ouvindo-se falar, mesmo nos jornais  desportivos nacionais, das suas "macumbas" com "galinhas pretas" e coisas do género. Parece que funcionaram uma vez, mas no final nem isso nos salvou da descida. Ou seja, pode-se dizer que "franguices" era mesmo com o País...

Começando a história pelo seu início, obviamente, estávamos nos primeiros tempos da época 91/92, e o Olhanense, após ter vencido a Zona Sul da 2ª Divisão "B", preparava-se para disputar a Divisão de Honra.
RICARDO FORMOSINHO não chegou a acordo para continuar no comando técnico e, vá-se lá saber porquê, o Olhanense achou por bem contratar JOSÉ ROCHA, antigo atleta do clube, que actuou na última equipa do Olhanense na I divisão (talvez daí a opção "sentimental") e que na época anterior havia orientado os nossos vizinhos do Silves, classificando-se na 10.ª posição da mesma Zona Sul que a formação rubro-negra venceu...

Com a saída de GORRIZ (um dos esteios da subida na época anterior) para o Portimonense e o empréstimo ("para rodar") do então jovem FORMIGA, o Olhanense via-se com apenas um guarda-redes para a época que principiava, o jovem IVO, cedido pelo Farense. Note-se até que na FOTOGRAFIA tirada ao plantel, para os Cadernos de "A Bola", existem apenas dois guarda-redes, além de Ivo está outro (José Pedro, de seu nome) que acabaria por não ficar no plantel.

Foi então que José Rocha, vá se lá saber porquê (sim, a repetição é propositada), resolve ir buscar os veterano País (que tinha sido o "seu" guarda-redes em Silves, na época anterior, quando se classificou nesse fantástico décimo lugar da Zona Sul). Os primeiros jogos foram um suplício. Uns diziam para se dar tempo ao tempo, que apesar do estilo aparentemente bizarro, aquele homem (a quem alguns já chamavam de "Gigante Gabriel") era capaz de defesas espectaculares. Defesas? Bem, realmente recordo-me de acções espectaculares, mas... todas pela negativa para a sua equipa! Se não me falha a memória, "enterrou" autenticamente a equipa logo no primeiro jogo em casa. Ele eram golpes de vista que eram verdadeiros... golpes de vista! Ele era o facto de raramente agarrar uma bola, ele eram as defesas com o cotovelo, antebraço ou lá o que era... enfim... recordo-me perfeitamente do sentimento de alívio das pessoas com quem costumava ir ao futebol quando se soube que o Olhanense tinha contratado o
MENDES (que já havia representado alguns emblemas primodivisionários).

Mendes
era realmente um pouco melhor, mas isso não era suficiente, e quando FORMOSINHO regressou ao comando da equipa, apostou no jovem IVO (cedido pelo Farense) que ainda fez alguns bons jogos na melhor fase da equipa que, contudo, não chegaram para evitar a despromoção.

Abaixo poderão ler algumas histórias deste País nos seus tempos de jovem, onde parece que não era menos "causo" do que foi em Olhão. Desde arremessar pedras de volta para as bancadas a ser considerado o segundo pior guarda-redes de sempre do Santos (segundo? bem, muito mal deveria estar o clube de Pélé... mas, pensando duas vezes... Rodolfo Rodriguez é escolhido como o melhor de sempre nessa equipa, "unanimemente"). Aproveitamos para agradecer em especial a Silvio Kholer, que fez o relato do início de carreira desta verdadeira "personagem" que foi País, inicialmente na primeira linha do futebol brasileiro e, mais tarde, nas Divisões inferiores do futebol português.

[ Por Miguel Saial ]

 
 

HISTÓRIA ENGRAÇADA SOBRE A PASSAGEM DE PAÍS PELO SANTOS FC

«CAUSOS: QUE PAÍS É ESSE?, por Tony Monteiro (Campinas/SP)

Como todo moleque que atravessou a infância simultaneamente ao auge de Pelé, não tive escapatória: virei, desde a mais tenra idade, torcedor do Santos Football Club de glórias mil, como diria o saudoso dramaturgo (e também "peixeiro") Plínio Marcos.

Mas, mesmo depois da aposentadoria do Rei, o time da Vila mais famosa do mundo viveu bons momentos de glória antes de entrar na pindaíba que encara atualmente. No final dos anos 70, o time revelou uma garotada que enchia os olhos. O ponta-direita Nilton Batata, o cerebral Pita e o endiabrado Juari eram dessa safra.

E foi numa noite de quarta-feira que tudo aconteceu. Naquela época, o calendário era menos cruel e eram raros os clássicos no meio de semana. Por isso, aquele Santos x Palmeiras numa quarta à noite foi um acontecimento. Juntamos a galera, com namoradas a tiracolo e tudo (sim, naquela época dava pra levar uma garota ao estádio), e partimos pro Morumba.

O Santos entrou em campo endemoninhado. A defesa do Palmeiras, lenta e pesada, era impiedosamente humilhada pelo velocíssimo ataque santista. Logo no início, Nilton Batata cruza e Juari executa: Santos 1 x 0. Quando ele fez sua famosa comemoração, correndo em volta da bandeirinha de escanteio, o estádio se transformou num cenário de êxtase coletivo.

Mas o problema estava do outro lado do campo: ostentando a camisa 1 que já tinha sido de Athiê, Gilmar e Cejas, estava País. Moreno alto e desajeitado, o goleiro tinha sido descoberto, sabe-se lá por qual iluminado, fazendo trapalhadas debaixo das traves do simpático Ameriquinha do Rio de Janeiro. Qualquer bola na área do Santos, em especial vinda de cruzamentos, era emoção garantida. Só que a garotada continuava impiedosa e a bola mal chegava à área santista. E o placar só não crescia porque com a outra camisa 1 estava o atual treinador do Santos, Leão, que resolveu tirar a noite para fazer milagres.

Nessa tocada foi o resto do primeiro tempo e o início do segundo. Juari era caçado pela zaga esmeraldina, que mal conseguia fazer faltas nele. E Leão pegando tudo. E País assistindo o jogo.

A partida já estava chegando ao final e os próprios palmeirenses já estavam achando o 1 x 0 contra um excelente negócio. Até que, numa bola centrada, lá pelos 37 minutos, País sai caçando borboletas e deixa o gol vazio. Foi só aparecer um pé pra tocar pra dentro: 1 x 1. A torcida comemorou como se fosse final de campeonato.

Só que tinha mais. Quase no apagar das luzes, mais um cruzamento, mais uma saída estabanada do goleiro e mais um gol do Palmeiras. Fim de jogo e o placar eletrônico do estádio gritava um inacreditável Palmeiras 2 x 1. O pasmo que tomou conta da torcida santista foi tamanho que mal ouvíamos as provocações dos rivais.

A saída do estádio foi demorada. Não que houvesse tanta gente assim, mas era preciso primeiro se recuperar do baque para depois seguir em frente. E foi nessa hora que passamos diante de dois sujeitos que conversavam, com caras de quem tinham acabado de voltar de um enterro:

– Pois é, meu amigo – dizia um deles –, o país é uma merda e o goleiro é uma bosta...»
 

NOTA: Esta história foi inicialmente encontrada numa pesquisa em que a hiperligação já não funcionava (a página www.metaltricolor.net/causos/quepais.htm pode ser vista no arquivo do GOOGLE)

 

 

PAÍS ESCOLHIDO COMO 2.º PIOR GUARDA-REDES DE SEMPRE DO SANTOS

«Vinte anos de Santos !!
Em 1978, com 5 anos, assisti a meu primeiro jogo ao vivo do Santos. Foi uma vitória por 2 X 0 sobre o Nacional de Manaus, na Vila Belmiro. Para comemorar os 20 anos deste fanatismo sem igual, resolvi fazer uma retrospectiva interessante.
Há cerca de um ano coloquei na página dos irmãos Áquila um trabalho que realizei, listando todos os jogadores que vestiram a gloriosa camisa alvinegra desde 1978. Este trabalho pode ser acessado .
Aproveitando este levantamento, escalo abaixo dois times espaciais:
O Melhor Santos dos Últimos 20 Anos , com os craques memoráveis deste período e o Santos Mais Trágico que Vi Jogar , com peþas inesquecíveis pela sua ruindade. Vamos a eles:

Santos Tragédia F.C.
- Flávio: O goleiro Campeão Paulista de 78 era o "coramina": tomou gols incríveis e quase entregou o título para o São Paulo. Basta dizer que no ano seguinte o Santos trouxe o também ruim País para o gol.
- Armstrong: Jogou uma única vez (Flamengo no Maracanã), o bastante para inclui-lo neste time. O norte-americano foi o maior fiasco da década de 80.
- Marcelo Fernandes: Só jogou porque é sobrinho do diretor José Paulo. Péssimo pelo alto, horrível no chão. Além de tudo, metia-se a chutar faltas, invariavelmente no placar eletrônico.
- Camilo: Outra grande"ôpromessa". Bateu o recorde de entregadas. E o pior é que ano após ano a diretoria o reintegrava ao elenco.
- Gílson: A lateral esquerda é bastante disputada, mas Gílson leva por um pouquinho de ruindade. Trazido por Minelli em 92, não acertou um passe em 4 meses de clube.
- Sérgio Santos: Este volante se contundiu em início de carreira, mas isso não explica a ineficiência nos passes. Improvisado na lateral era ainda pior. Cansou de entregar gols ao adversário.
- Solano: Meia recuado que veio do São Bento. Basta dizer que ele jogava menos do que o zagueiro Nildo, que veio junto para Santos. Sua sonolência em campo vale uma camisa 8 nessa seleção.
- Zizinho: Certamente o pior camisa 10 da história da Vila. Enganou no São Paulo e depois foi ao México onde se naturalizou. Contratado então pelo Santos, teve sua melhor partida em derrota para o Botafogo de Ribeirão em pleno Pacaembu. A torcida praticamente expulsou-o da Vila após o jogo.
- Serginho Fraldinha: O ataque começa em alto estilo, com o pontinha Playmobil que foi trocado com César Sampaio. Felizmente foi vendido ao CRB há dois anos. Irritante.
- Arthur: Centroavante africano que lembrava Coutinho no físico...e Luisão (outro sério candidato) no futebol. Veio de Zimbabwe com o também desastroso Kennedy e conseguiu fazer menos gols do que Baez
- Sidney: É, aquele das trancinhas...veio do São Paulo, não marcou um gol sequer e perdeu três pênaltis. Parecia um parasita em campo, mas de noite lembrava um atleta na noite santista.
Banco: Gilberto (goleiro), Raul (lateral), Luis Carlos (zagueiro), Dido e Totonho (meio campo), Arizinho, Soares e Dino Furacão (ataque)


O Melhor Santos Pós-Pelé
Rodolfo Rodriguez: Unanimidade. O uruguaio levou o Santos muito além do que podia, além de fazer a defesa mais espetacular da história. Além de tudo tinha ótima personalidade.
Índio: Depois de um começo desastroso, contrariou os críticos e viveu uma fase muito boa. Era a principal opção de ataque santista, em uma posição problemática.
Márcio: Muito rigor, raça e um tanto de violência. Durante toda a década de 80 foi a cara da defesa santista, chegando até mesmo à Seleção.
Joãozinho: Melhor como zagueiro do que como técnico. Tinha boa saída de bola e comandou a defsa em 78. Depois foi acusado de participar da Máfia da loteria.
Marcos Adriano: Por incrível que pareça foi o melhor lateral dos últimos 20 anos. A carência nessa posição é enorme. Adriano teve boa fase em 95, apoiando com raça e técnica.
Dema: Até sua contusão no joelho comandou o meio com maestria. Merecdiamente chegou à Seleção. O único senão eram as constantes expulsões.
César Sampaio: Seguiu a tradição de ótimos volantes. Cresceu com o Santos e aprimorou uma técnica apurada. Na marcação, um carrapato. Foi trocado por Serginho Fraldinha.
Pita: Desde a época dos Meninos da Vila (78), foi o craque do meio-campo. Injustamente não foi à Copa de 82. Quando foi trocado já estava desgastado na Vila, mas fica o grande futebol.
Giovanni: O maior craque dos anos 90. Carregou o time nas costas enquanto esteve na Vila. Cobrado demais pela torcida, saiu antes da hora. Perfeito em todos os fundamentos.
Nilton Batata: De todos os Meninos da Vila, era o que tinha mais técnica. Além da velocidade que todos se lembram. Uma pena quando foi vendido para o México.
Serginho: Claro, o "Chulapa". Mais de 100 gols com a camisa do Peixe. Além do título de 84, quebrou o galho voltando das trevas várias vezes nos anos 90. Caso de amor com o Santos.
Banco: Sérgio (goleiro), Nélson (lateral), Toninho Carlos (zagueiro), Lino, Ailton Lira e Edu Marangon (meio-campo) e Almir, Juari e João Paulo (atacantes).»

[ opinião publicada numa PÁGINA sobre este clube brasileiro ]

 
 

INCIDENTE EM QUE PAÍS ESTEVE ENVOLVIDO
[ recorte de uma revista
PLACAR de 1982 ]

in revista "Placar" (1982)

 
 
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