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4.ª Feira, 25 de Julho de 2007 ]
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PRÉ-TEMPORADA
2007/08
JOGO DE APRESENTAÇÃO
AOS SÓCIOS
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OLHANENSE, 0 - VITÓRIA DE SETÚBAL,
1
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Estádio
José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Bruno Brás (AF Algarve)
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Bruno Mestre, Sandro,
Javier Cohene e Hugo Luz; Marco Couto e Jaime;
Ricardo Silva, Mbida Messi e Fumo; Toy;
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V.
SETÚBAL: Eduardo;
Janício, Auri, Robson e Adalto; Sandro,
Elias, Ricardo Chaves e Paulinho; Leandro e
Matheus;
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TREINADOR:
Álvaro Magalhães |
TREINADOR:
Carlos Carvalhal |
| Jogaram
ainda: Daniel Carriço, Pedro Correia,
João Martins, Manuel Pinto e Branquinho |
Jogaram
ainda: Marco Tábuas, Hugo, Jorginho,
Binho, Bruno Ribeiro, Filipe, Kim, Édinho,
Portela e Besugo |
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GOLO
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0-1
por Robson (90')
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RECORTES
DE IMPRENSA
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Equipa
algarvia teve golo anulado
Olhanense com teste positivo
Em:
"Observatório do Algarve"
(www.observatoriodoalgarve.com)
Por: Tiago Griff
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Apesar
de terem perdido por um golo com o Vitória
de Setúbal, os rubro-negros mostraram
bons apontamentos e reforços de
qualidade.
O resultado, como o próprio Álvaro
Magalhães admitiu, não
era o que interessava neste jogo,
que serviu para rodar os jogadores e afinar
as tácticas. Foi isso que foi feito
de parte a parte, na partida que marcou
a apresentação do plantel
algarvio aos sócios, ontem à
tarde, no Estádio José Arcanjo,
em Olhão.
Ao intervalo, os sadinos mudaram quase
toda a equipa, tendo mesmo acabado sem
nenhum jogador do onze original. Os algarvios
também seguiram os passos da turma
de Setúbal e rodaram a maioria
dos novos reforços.
João Martins (irmão de Carlos
Martins, jogador do Huelva) mostrou argumentos
para discutir a titularidade do meio-campo
do Olhanense com os demais no plantel,
tal como o central Daniel Carriço,
que deu nas vistas, pela positiva, no
sector defensivo e mostrou que vai dar
dôr de cabeça ao técnico
Álvaro Magalhães, pois este
conta com cinco defesas-centrais no plantel.
Relativamente ao jogo em si, teve uma
primeira parte algo apática, tirando
alguns lances ofensivos encabeçados
por Matheus, o avançado do Vitória
de Setúbal. Na recta final houve
algum domínio pelos algarvios,
mesmo estando a jogar contra uma equipa
de um escalão superior.
Na segunda parte e com as equipas totalmente
transformadas, o jogo ganhou um pouco
mais de ânimo, tendo até
o Olhanense marcado, por intermédio
do paraguaio Javier Cohene - mais um reforço
para o centro da defesa - mas foi anulado
pelo árbitro por alegada falta
do jogador rubro-negro sobre um defesa.
Quando tudo já parecia resolvido
para um empate a zeros, aos 90 Robson
cabeceou para o fundo das redes, assinalando
assim o resultado final. |
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Vou
telefonar ao Cardozo
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Javier
Cohene é um homem feliz, apesar
de ter estado no Olhanense apenas à
experiência, ontem recebeu a boa
notícia que vai ficar. Fruto dos
bons jogos que tem feito na formação
algarvia, o presidente já lhe ofereceu
um contracto de um ano com mais dois de
opção.
Na sala de imprensa, o jogador paraguaio
não mostrou muitas dificuldades
em perceber a lingua de Camões,
pois teve a temporada passada no clube
brasileiro Gaucho Passo Fundo.
À pergunta de um jornalista se
já tinha contactado algum dos paraguaios
a actuar em Portugal, Javier sorriu e
disse: Um amigo meu vai-me dar o
número de Tacuara (Cardozo,
o novo reforço do Benfica) e espero
falar com ele. |
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Sadinos
começam a afinar
Em:
"A Bola" (www.abola.pt)
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Setúbal
mais eficaz
ganha no último minuto
Em: "Jornal
de Notícias" (www.jn.sapo.pt)
Por: Marcelino Viegas
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Um golpe de cabeça certeiro,
na sequência de um pontapé de canto
e no último minuto da partida, deu o
triunfo ao Vitória de Setúbal
em Olhão, num "amigável"
pouco emotivo. O empate seria o resultado mais
justo. Um golo que foi um prémio ao único
jogador sadino que alinhou durante 90 minutos.
O Olhanense teve mais oportunidades de golo,
mas foi ineficaz na finalização,
enquanto os sadinos, bem organizados à
retaguarda e com um futebol de passe largo,
contrariaram sempre as intenções
do seu antagonista.
As muitas mexidas nas duas equipas na segunda
parte não quebraram o ritmo do jogo,
embora denotassem que os onzes ideais, de parte
a parte, ainda estão longe de ser encontrados.
E que há muitos valores para se afirmarem.
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TRIUNFO
MUITO DIFÍCIL EM OLHÃO
Golo
de Robson disfarça lacunas
Em:
"Record" (www.record.pt)
Por: Armando Alves
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Golo
de Robson dá triunfo
ao Vit. Setúbal sobre Olhanense
Em: "Diário
Digital" (www.diariodigital.sapo.pt)
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Um golo do defesa central Robson,
já ao cair do pano, bastou para o Vitória
de Setúbal, da Liga de futebol, vencer
(1-0) hoje o Olhanense, da Liga de Honra, em
encontro de preparação para a
época 2007/2008.
No jogo de apresentação dos algarvios
aos sócios, ficou patente que os dois
conjuntos apresentam maiores deficiências
no capítulo ofensivo.
A primeira meia hora foi fraca, embora os setubalenses
tenham tido uma ligeira superioridade, com destaque
para um lance do jogador mais perigoso dos forasteiros,
Matheus: aos 23 minutos, desembaraçou-se
de Bruno Mestre, mas atirou à figura.
No último quarto de hora da primeira
parte, os locais mostraram maior ritmo e estiveram
perto do golo, através de Fumo (desvio
ao poste, aos 34 minutos) e Marco (cabeçada
ao lado, 35).
Ao intervalo, Carlos Carvalhal operou sete substituições,
mas manteve o melhor elemento em campo, Matheus,
que, aos 61 minutos, proporcionou boa defesa
a Bruno Veríssimo.
O Olhanense ainda viu um golo ser anulado a
Javier (69), mas as constantes mexidas foram
contribuindo para um final de jogo pouco emotivo,
até que, aos 90 minutos, Robson, de cabeça,
na sequência de um canto, deu a vitória
aos forasteiros.
Em relação ao Olhanense, Javier
Cohene, o central paraguaio de 20 anos que estava
à experiência, vai ficar em Olhão,
assinando contrato por uma época, com
duas de opção.
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Robson
iluminou equipa às escuras
Em: "O Jogo"
(www.ojogo.pt)
Por: Rodrigo Cortez
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Não foi justo! O Olhanense
foi superior, criou as melhores (e únicas)
oportunidades de golo, mas acabou por perder,
já à beira dos descontos, com
um golo de cabeça de Robson (grande contratação
para Carvalhal), na sequência de um pontapé
de canto. Cerca de cinco centenas de adeptos
da turma rubro-negra compareceram ao jogo de
apresentação na expectativa de
assistirem a uma história com final feliz,
mas acabaram por ser brindadas com um golpe
de teatro bem desagradável.
Não se notou minimamente que estas duas
equipas vão competir em escalões
diferentes na época que se apresta para
começar. Os sadinos só conseguiram
jogar futebol que se visse até metade
da primeira parte, uma vez que, depois de Toy,
aos 26, quase aproveitar um brinde de
Auri, se retraíram e nunca mais se conseguiram
soltar. Até ao intervalo, o Olhanense
teve mais uma oportunidade flagrante, com Fumo
a levar a bola ao poste da baliza de Eduardo.
Nas cabines, Carvalhal terá tentado alertar
os sadinos, mas, na segunda metade, estes também
pouco duraram. Já depois de, aos 49,
Ricardo Silva, sozinho na área, ter falhado
o golo ao atirar de cabeça por cima da
barra, o Vitória fez a única jogada
colectiva digna desse nome aos 58, com
a bola a rodar da direita para a esquerda e,
depois, com um passe em profundidade de Adalto,
novamente para a direita. Matheus foi quem recebeu
o esférico, ultrapassou um defesa contrário
com uma simulação de corpo e cruzou
atrasado para a área. Paulinho não
chegou por pouco, porque, senão, este
curto momento tinha mesmo valido por todo o
jogo. Depois, João Martins falhou mais
uma ocasião para os de Olhão,
e Javier viu um golo anulado sem que se percebesse
porquê. A terminar, Robson colocou a cereja
azeda no bolo da festa olhanense.
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