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[ 09 de
Agosto de 2006 ] |
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PRÉ-TEMPORADA 2006/07 |
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OLHANENSE, 2 - VITÓRIA
DE SETÚBAL, 1 |
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Estádio José Arcanjo, em
Olhão
Árbitro: António Manuel (AF Algarve) |
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OLHANENSE (1.ª parte):
Mijanovic; Fábio, Santamaria, João Comboio e Marco Airosa;
Aricson, Fernando e Mbida Messi; Bruno Mestre, Ateba e Nabor
(depois Pepa);
OLHANENSE (2.ª parte): Bruno
Veríssimo; Zezinho, Vasco Fernandes, Santamaria e Hugo Luz; Narcisse,
Jaime e Strapak; Ricardo Silva, Djalmir e
Branquinho;
Técnico: Manuel Balela
V. SETÚBAL: Marco Tábuas; Janício, Hugo, Auri e Adalto;
Sandro, Binho e La Paglia; Ademar, Varela e Lourenço;
Técnico: Hélio Sousa
Jogaram ainda: Amunike, Nandinho, Julien, Fonseca, Mário Carlos,
Veríssimo, Mamadou, Milojevic, Flávio e Madior
GOLOS:
1-0 por Branquinho (60')
2-0 por Strapak (65')
2-1 por Fonseca (89') |
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NOTÍCIAS
RELACIONADAS |
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Em: "A Bola" (www.abola.pt)
Por: Jorge Anjinho |
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ALGARVIOS IMPÕEM PRIMEIRA DERROTA A LENTOS SADINOS NA PRÉ-TEMPORADA
Corridinho muito rápido |
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O V. Setúbal perdeu
ontem pela primeira vez nesta pré-época. Diante do
Olhanense, os sadinos não conseguiram acompanhar o ritmo
do corridinho algarvio.
Hélio Sousa continuou a dar rodagem ao onze que mais tem
utilizado, mas foi surpreendido nos primeiros minutos pela
maior acutilância dos locais, que apesar de inicarem a
contenda sem os habituais titulares, conseguiram embaraçar
o último reduto adversário. Varela, o mais dinâmico, por
vezes ainda conseguia animar o ataque sadino, com
evidência para um cruzamento que Lourenço não conseguiu
aproveitar.
Na segunda parte, Manuel Balela colocou os titulares em
campo e o V. Setúbal encontrou mais dificuldades em
construir jogo, sempre apoiado, mas muito lento e
previsível. Aparentando boa condição física, os algarvios
aumentaram o ritmo e marcaram por duas ocaisões. No último
minuto, Fonseca, de cabeça, amenizou a derrota sadina. |
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Em: "Record" (www.record.pt)
Por: Armando Alves |
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OLHANENSE BATE MERECIDAMENTE SETUBALENSES COM EXIBIÇÃO POBRE
Velocidade algarvia surpreende sadinos |
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O Olhanense subjugou
ontem um Vitória de Setúbal que só a espaços, e na
primeira parte, deu um ar da sua graça. Os algarvios
melhoraram muito com as substituições operadas ao
intervalo (entraram vários dos habituais titulares) e a
turma sadina, mantendo o mesmo bloco, acabou por dar
sinais preocupantes de fragilidade, quer na retaguarda,
quer na frente.
Os algarvios começaram melhor, mesmo com um onze remendado
– o técnico Manuel Balela terá aproveitado para fazer as
últimas experiências –, e poderiam ter aberto o marcador
(Aricson desperdiçou duas boas ocasiões) mas, aos poucos,
o Vitória de Setúbal foi reagindo. Os sadinos passaram a
deter algum domínio a meio-campo e Lourenço perdeu a mais
clara de todas as oportunidades criadas pelo conjunto:
surgiu isolado, depois de escapar pela direita, mas
rematou às malhas laterais. |
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Dificuldades |
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Na segunda parte, com
um Olhanense mais próximo da sua configuração para a nova época, a
turma de Hélio Sousa sentiu grandes (e porventura inesperadas)
dificuldades. A velocidade de Ricardo Silva e Branquinho, pelas
alas, causou estragos e seriam estes dois jogadores a "fabricar" o
primeiro golo da partida, com o esquerdino a rematar de primeira,
após excelente jogada do companheiro, pela direita. Ainda com o
bloco inicial do Vitória de Setúbal em campo - aquele em quem o
ténico tem apostado na pré-temporada - o Olhanense voltou a marcar,
numa excelente execução do reforço sérvio Andreas Strapak (o médio
estreou-se ontem, tal como os defesas Santamaria e Marco Airosa), na
execução de um livre directo.
Seguiram-se várias substituições nos sadinos, que também estrearam o
avançado nigeriano Amunike, o guarda-redes sérvio Milojevic, e a
equipa mostrou vontade e empenho mas a ligação não era muita e
faltou definição no último passe.
Um bom lance do lateral Nandinho, pela esquerda, com cruzamento a
preceito, muito tenso, permitiu ao jovem Fonseca encurtar as
distâncias, num bom golpe de cabeça, junto ao primeiro poste, depois
de, em contra-ataque, quase sempre conduzido pelas "setas" Ricardo
Silva e Branquinho o Olhanense ter ameaçado ampliar o marcador em
várias ocasiões. |
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Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: Pedro Miguel Silva |
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Os ares rarefeitos do Sul |
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E ao sétimo jogo, a
primeira derrota. O Setúbal caiu ontem aos pés de um
Olhanense atrevido, perspicaz e com vontade de ir longe na
Liga de Honra. De facto, os anfitriões em nada ficaram a
dever ao "gigante" do Sado, atrevendo-se mesmo a dizer, a
alto e bom som: Que bem que nos fica esta vitória!
Na verdade, os de Olhão podem dar graças ao que produziram
ontem. Imaculados nesta pré-época – ainda não conheceram o
amargo sabor da derrota –, os comandados de Manuel Balela
"mandaram" no primeiro quarto de hora e mostraram um pouco
do que serão capazes lá mais para diante. Podiam até ter
inaugurado o marcador mais cedo – Aricson e Fábio que o
digam –, mas, após um período à deriva, o barco sadino lá
se endireitou e assentou, finalmente, o seu jogo,
passando, então, a jogar com os seus melhores trunfos. A
toada equilibrou-se, Varela, Ademar e Lourenço começavam a
semear o pânico na área algarvia e o ex-Leiria viria mesmo
a desperdiçar uma soberana ocasião, enviando a bola às
malhas laterais.
A dança das substituições surgiu após o intervalo. Ricardo
Silva, uma das unidades mais em foco, começou por dar o
mote, arrancando um cruzamento para Branquinho ganhar
posição sobre Janício e atirar a contar. Estava dado o
alerta... vermelho, não sem antes Strapak fazer outra
mossa na embarcação sadina, convertendo superiormente um
livre e deixando Tábuas atónito. O Setúbal reagiu tarde,
mas a tempo de obter o tento de honra, num lance desenhado
por Nandinho e Fonseca, o autor do cabeceamento que
amenizou o desaire em terras algarvias. |
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