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Hugo Évora e António Livramento, dois dos obreiros da subida na
época pasada, regressaram a Olhão.
O possante central já tinha partido no final da época, e após mais
de meio ano longe das vistas dos nossos adeptos, parece continuar
igual a si próprio: alinhou parte do jogo com o calção arregaçado, fez
uma assistência de cabeça para um avançado rubro-negro, e ainda um corte
bastante esquisito, que quase dava auto-golo (tudo nos primeiros
quarenta e cinco minutos). Mas... a verdade é que a sua equipa não
sofreu nenhum golo.
Já Livramento, que rescindiu com o Olhanense há cerca de um mês,
também parece "na mesma", apesar de na primeira parte ter dado pouco
nas vistas. Na etapa complementar a coisa mudou de figura e foram
várias as vezes em que ludibriou os seus ex-colegas em dribles com
a bola "colada" ao pé, numa relva bastante maltratada e que ele tão bem
conhece. Num desses lances Alexandre rasteirou o tavirense e viu o
segundo cartão amarelo. Provavelmente houve excesso de zelo do árbitro, mas
não é isso que fica para a história.
Durante algumas fases do jogo parte do público assobiou
Livramento, mas, já bem perto do final, quando foi substituído, um coro
maioritário de palmas "calou" as
tímidas tentativas de iniciar uma assobiadela
(apesar do resultado desfavorável ao Olhanense se manter).
O número oito agradeceu. |