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Alemão e
José Fernandes
tentam contrariar um adversário,
sob o olhar de Nuno Sousa.
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Fernando
Pires
(treinador do Olhanense):
"Tivemos
o pássaro na mão, na parte
final do jogo, mas um erro
defensivo num contra-ataque
do Varzim decidiu a eliminatória."
Rogério Gonçalves
(treinador do Varzim):
"O Olhanense transcendeu-se
um pouco. Aproveitei para
rodar os menos utilizados
e na parte final, reduzidos
a nove, tivemos alguma sorte."
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O VARZIM, líder da
II Liga, sentiu grandes dificuldades
no reduto do Olhanense, beneficiando
de uma pontinha de sorte na parte final
do jogo para seguir em frente na Taça
de Portugal – o 1-2, conseguido na sequência
de um lance de contra-ataque, surgiu
numa fase de grande assédio dos algarvios.
Os poveiros marcaram cedo e controlaram
as operações até ao intervalo, com Marco
Freitas a causar alguns problemas a
um Olhanense incapaz de tirar proveito
de um maior tempo de posse de bola.
Depois do descanso, a entrada do veloz
Branquinho e a expulsão de Medeiros
balancearam os algarvios na ofensiva.
O cartão vermelho mostrado a José Fernandes
travou um pouco o ímpeto dos locais,
que pressionaram de novo depois de ficarem,
mais uma vez, em superioridade numérica
(segundo amarelo a Tozé).
Várias oportunidades foram desperdiçadas
até Hermínio empatar e, galvanizados,
os locais partiram em busca do segundo
tento, vindo, todavia, a ser traídos
por uma falha defensiva, aproveitada
por Mendonça. O jogo ficou aí definido.
Os locais têm razões de queixas do árbitro
no aspecto disciplinar. No capítulo
técnico, esteve bem.
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