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[ 07 de Agosto de 2004 ]
TORNEIO DE VERÃO DE SETÚBAL - 1º DIA
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VITÓRIA DE
SETÚBAL, 3 - OLHANENSE, 2
(21h30) |

Estádio do Bonfim, em Setúbal
Árbitro: Bruno Paixão
V. SETÚBAL: Tábuas; Éder, Auri, Hugo Alcântara e Bruno
Ribeiro; Sandro, Ricardo Chaves, Manuel José e Zé Rui; Jorginhoe
Meyong;
Jogaram ainda: Paulo Ribeiro, Hélio, Dione, Nandinho, Costinha,
João Paulo Brito, Binho e Pedro Oliveira
Treinador: José Couceiro
OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Anselmo,
Colaço e
Branquinho; Sérgio Marquês e Calu; Vasco Matos e
Livramento; Afonseca e Toy;
Jogaram ainda: Lameirão e
Alexandre
Treinador: Paulo Sérgio
GOLOS:
1-0 por Jorginho (16')
1-1 por Afonseca (25')
2-1 por Manuel José (26')
3-1 por Jorginho (62')
3-2 por Colaço (71')
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in www.record.pt
PRIMEIRA PARTE SADINA GARANTIU A FINAL - Pouca luz e muita acção
Ao contrário do Nacional, o Vitória (o outro primodivisionário)
justificou logo na primeira parte a qualificação para a final do seu
Torneio de Verão, exibindo antes do intervalo um volume ofensivo que
chegou a deliciar os espectadores. Por culpa do dinamismo de Jorginho,
do convidativo e desconexo posicionamento da linha atrasada do opositor,
mas... também da velocidade explosiva que a equipa sadina já parece ser
capaz de colocar em campo.
A segunda parte vitoriana foi abaixo das expectativas criadas,
contribuindo para tal a frescura mental de um Olhanense que também
deixou boas indicações do meio-campo para a frente e acreditou sempre na
hipótese de chegar ao empate. Paulo Sérgio indicia ser um treinador
capaz de transmitir com facilidade as suas ideias e “só” precisa de
arranjar as coisas na defesa, que nos primeiros 45’ coleccionou
asneiras.
Mas enfim, três golos em dez minutos (entre os 16’ e os 26’)serviram
para abrilhantar o espectáculo durante a primeira parte, na qual a única
coisa que parecia estar em discussão era o número de situações de golo
que as duas defesas seriam capazes de proporcionar. Neste capítulo, a do
Olhanense, completamente incapaz de se articular com o “trinco” Calú,
“superiorizou-se” claramente à do Vitória.
Depois de Ricardo Chaves, aos 7’, ter optado pela... “fechadura” errada,
Jorginho (17’ e 29’), Meyong (18’ e 22’) e Zé Rui (20’ e 21’)
desperdiçaram seis (seis!) situações.
Só é pena que com tanta acção, a luz do Bonfim continue indigna da
SuperLiga.
José Couceiro: «Excelentes 20 minutos»
José Couceiro ficou satisfeito com a vitória e a passagem à final do
torneio. O treinador do V. Setúbal gostou sobretudo dos primeiros 45
minutos: “Fizemos uma boa primeira parte e podíamos ter resolvido o jogo
definitivamente, mas falhámos na concretização. Foram 20/ 25 minutos
excelentes. Na segunda parte baixámos de produção, devido às muitas
substituições, mas estamos na final do torneio como pretendíamos.”
Paulo Sérgio, treinador do Olhanense, também gostou do que viu: “Foi um
óptimo treino para a nossa equipa, apesar de termos cometido muitos
erros primários. Na segunda parte equilibrámos o jogo.”
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in www.ojogo.pt
JORGINHO NÃO ESCONDEU LACUNAS
O Setúbal garantiu ontem um lugar na final do seu torneio de Verão, ao
bater o Olhanense por 3-2. Jorginho vestiu o "fato de gala", marcou dois
golos e deu o mote para uma vitória que poderia ter sido mais folgada,
isto apesar de ainda faltar "óleo" à máquina sadina.
Uma surpreendente dinâmica dominou o encontro durante quase todo o
primeiro tempo. Desde muito cedo que se adivinhou que golos não iriam
faltar, tal o volume de oportunidades claras para ambos os lados.
Jorginho abriu as hostilidades aos 16' e, em poucos minutos, os sadinos
voltaram a construir mais um punhado de ocasiões para facturar.
Afonseca ainda restabeleceu a igualdade, aos 25', mas respondeu bem a
turma de José Couceiro. Logo no minuto seguinte, Bruno Ribeiro fez todo
o flanco esquerdo e entregou o golo a Manuel José.
Na segunda metade, decaiu a qualidade do futebol, mas Jorginho ainda não
tinha despido o "fato" e ampliou a vantagem dos sadinos. O técnico Paulo
Sérgio não quis mexer muito na equipa e o Olhanense acusou a falta de
forma física, tendo recuado muito no terreno de jogo. Aos 71 minutos, o
tento de Colaço ainda revelou algumas lacunas na defesa do Setúbal, mas
um quarto de hora de "assédio" acabou por não ser suficiente para
festejar. |
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NACIONAL, 3 - SANTA CLARA, 3
(6-5 em G.P.)
(19h30) |
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