[ 31 de Julho de 2004 ]


I  PORTIMÃO  CUP

PORTIMONENSE, 0 - OLHANENSE, 1  (21h30)

Estádio do Portimonense SC (21h30)
Árbitro: Nuno Almeida (AF Algarve)

PORTIMONENSE:
Tó Zé; Pedro Alexandre, Duka, Rodrigo e Morgado; Barrigana, João Paulo, Marinho e Boiças; Paulinho e Mateus;
Jogaram ainda: Ruben, André, Sérgio Luis, Cavaco, Paulinho e Piojo
Treinador: António Pacheco

OLHANENSE: Cândido; Jorge Vidigal, Lameirão, Miguel e Branquinho; Sérgio Marquês e Alexandre; Vasco Matos e Livramento; Edinho e Toy;
Jogaram ainda: Rui Loja, Ricardo Silva e Afonseca.
Treinador: Paulo Sérgio

GOLO:
0-1 por Jorge Vidigal (86')
O Olhanense acabou por vencer com justiça a equipa da casa, garantindo o direito a jogar a final no dia seguinte e a voltar a jogar à noite, também importante para o esforço a despender pelos seus jogadores.

No primeiro tempo o domínio do jogo pertenceu aos pupilos de Paulo Sérgio, que mais pareciam estar a jogar em casa. Não será alheio o facto desta equipa de Portimão ser uma equipa praticamente nova (transitam menos de uma dezena de jogadores da época anterior) e que foi "construída" a pensar na disputa da 2.ª Divisão "B".
Por seu lado o Olhanense jogou com a base da época anterior, reforçada com quatro valorosas aquisições que poderão, facilmente, vir a ser titulares na Liga de Honra: Cândido é um guardião experiente que já viu que não poderá acomodar-se (ou "encostar-se"...) ao seu currículo e parece estar disposto a dar o seu melhor; Alexandre é um "trinco" de elevado porte atlético que não perde mobilidade por isso, e que também parece possuir boa técnica; Vasco Matos é um esquerdino com "escola" e que parece ocupar com à vontade qualquer posição na já típica segunda linha atacante de Paulo Sérgio; Finalmente, Toy, que se confirmou como um avançado possante em várias arrancadas, tendo faltado neste jogo apenas afinar a pontaria;

O amplo domínio territorial rubro-negro no primeiro tempo não foi traduzido em golos e, na etapa complementar, a equipa da casa surgiu afoita e atrevida, causando muito perigo principalmente no contra-ataque. Cândido esteve bem, por várias vezes, fora e dentro dos postes. Jorge Vidigal tentou por duas vezes marcar os seus livres "à la derby", em jeito, mas não resultaram da melhor maneira. Mas à terceira seria de vez: esqueceu-se do "jeito" e mandou "petardo" mesmo, para gáudio da cerca de meia centena dos seus adeptos que resolveram atravessar grande parte da região, numa noite de Sábado em pleno Verão. Até aí os apoiantes rubro-negros tinham tentado alegrar a noite com as suas típicas "bocas" para jogadores adversários e, principalmente, para o juiz da partida, um Algarvio que ficou célebre pelos eventos de certa tarde em Marco de Canavezes.
 

MK DONS, 2 - RECREATIVO DE HUELVA, 1 (17h30)

Na partida inaugural do torneio a bancada para não-sócios, "banhada" por um intenso sol, registou a presença de alguns (poucos) adeptos das três equipas participantes além da da casa (cujos apoiantes puderam sentar-se confortavelmente à sombra). Cerca de meia dúzia de ingleses e dezena e meia de espanhóis terão resistido ao calor abrasador para a assistir ao jogo entre as suas equipas. Os poucos rubro-negros presentes é que não se quedaram e, aos poucos, tendo como destino a praia ou outros, abandonaram as bancadas que ainda encontrariam quentes quando à noite voltaram para ver jogar a sua equipa.
Depois da partida uma reduzida fração da mini-claque rubro-negra presente em Portimão ainda passou pela "Feira das Tasquinhas", a convite de um dos mais altos responsáveis do Parchalense (na foto a examinar a t-shirt que lhe foi ofertada).
Neste animado evento em Estômbar, estavam representados várias agremiações do Barlavento, cada qual com a sua barraquinha, sendo de assinalar também o convívio com os representantes do GD Lagoa, contra quem o Olhanense irá jogar também, em breve, uma partida de preparação.




 

 

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