15ª JORNADA
2ª DIVISÃO B - ZONA SUL - 2002/03

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Clique na imagem acima para ver o segundo
golo do Olhanense
(este encontra-se em formato AVI, tem 1.48MB, e necessitará
ter instalado no seu computador o Media
Player ou do Quick
Time)
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OLHANENSE, 2 - BARREIRENSE, 2 |
29 de Dezembro de 2002
Estádio José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Luís Lameira (AF Beja) |
OLHANENSE: Ivo; Emerson, Lameirão, Mário Artur e
Eufigénia (Fábio, 45'); Rui Andrade e Carlos Alberto; Rui Romicha, Adilson (Paulo
Sérgio, 45') e Branquinho (Amaral, 76'); Nélson Afonseca;
Treinador: Vítor Urbano
Amarelos: Eufigénia (30') , C. Alberto (70'), Fábio (90') |
BARREIRENSE: Marco Gomes; Farinha, Rolão, Bruno Saraiva e
João de Deus; Pedro Pedroso (João Pedro, 72'), Mouzela e Marco Bicho; Cris Baiano,
Tamandaré (Chevela, 63') e Pedro Duarte (Fredy, 89');
Treinador: Jose Rachão
Amarelos: Marco Bicho (65'), B. Saraiva (86') e Fredy (86') |
GOLOS:
0-1 por Cris Baiano (34')
0-2 por Marco Bicho (36')
1-2 por Fábio (50')
1-2 por Fábio (86'), de grande penalidade |
COMENTÁRIO:
Na última partida do ano no José Arcanjo, os adeptos olhanenses finalmente viram o
seu clube com as devidas cores, depois de quatro jogos seguidos em casa, de verde e
amarelo (desde o jogo com o Pontassolense a 20 de Outubro que o Olhanense não jogava de
rubro-negro no seu próprio Estádio). Contudo, o regresso às cores tradicionais, e
algumas alterações na equipa, não chegaram para uma despedida de ano com uma vitória.
Na primeira parte a equipa esteve algo apática e raramente conseguiu desenvolver o seu
futebol. Os homens do Barreiro também pouco fizeram, mas num lance de enorme desatenção
da defesa e de grande apatia de Ivo, os forasteiros conseguiram adiantar-se no marcador.
Volvidos dois minutos, a defesa voltou a "meter água", deixando que um
adversário se isolasse frente a Ivo. O guardião rubro-negro ainda defendeu o primeiro
remate, mas não conseguiu suster a recarga. E, assim, em dois minutos o Olhanense
encontrava-se com uma desvantagem de dois golos na sua própria casa a pouco tempo do
intervalo.
Adílson e Eufigénia tiveram a sua "chance" como titulares, e apesar de não
terem desiludido, foram ambos substituídos no reatamento. Com a entrada do experiente
Paulo Sérgio e do jovem Fábio Felício, a equipa conseguiu reencontrar-se, apesar da
exibição irregular dos seus "alas" Romicha e Branquinho (que normalmente são
os "dínamos" da equipa). Surgiram várias oportunidades, mas na finalização
os atacantes olhanenses revelaram-se perdulários, para não dizer verdadeiramente
desastrados, principalmente o nosso melhor marcador, Nélson Afonseca, que tantas vezes
tem salvo a equipa e que, por si só, desta feita, perdeu um punhado de golos feitos. Uma
verdadeira tarde "não".
Estava escrito que os golos só apareceriam no seguimento de lances de bola parada.
Primeiro num livre directo à entrada da área superiormente executado por Fábio (que já
andava a tentar concretizar este tipo de lance há várias jornadas), logo no início da
etapa complementar. Criavam-se expectativas de uma possível reviravolata, mas o
desperdício constante de oportunidades desmoralizava, pouco a pouco, adeptos e equipa. O
empate só surgiu a quatro minutos dos noventa, na conversão de uma (justa) grande
penalidade por falta sobre Paulo Sérgio, verdadeiro "animal de área". A
marcação (e concretização) esteve a cargo, novamente, de Fábio Felício, que assim
fazia o resultado da partida. Este foi o último golo rubro-negro em 2002, que agora pode
ver num pequeno VÍDEO (este encontra-se em formato AVI, tem 1.48MB e
necessitará ter instalado no seu computador o Media
Player ou do Quick
Time).
No próximo Domingo o Olhanense não joga, pois antecipou o jogo na Amora (onde,
recordamos, perdeu por 0-3), mas na Quarta-Feira seguinte (dia 8) irá disputar
o jogo em atraso na Camacha.
Texto: Miguel Saial |
FOTOGRAFIAS DO JOGO
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Rui Romicha
tenta livrar-se de
um adversário |
Lance confuso
na área de Ivo |
Um ataque
forasteiro
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Mário Artur, o
novo "capitão"
rubro-negro |
A maca
"exulta"
com o segundo
golo olhanense |
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