7ª JORNADA

2ª DIVISÃO B - ZONA SUL - 2002/03

LUSITANO VRSA, 1 - OLHANENSE, 2

27 de Outubro de 2002
Estádio Municipal de Vila Real de Santo António
Árbitro: José Albino, da AF Algarve
LUSITANO: Luís Brites; Abílio, Barão, Vito (Bandarra, 45'), Hélder  e Rui Graça (Cabrita, 54'); Vitinha, Paixão e Jacques; Abel (Júlio Madeira, 45') e Zezinho;
Treinador: José Neto
Amarelos: Vitinha e Hélder
OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Paulo Renato, Xavier, Mário Artur e Branquinho (Adilson, 85'); Ricardo Jorge (Emerson, 73') e Zé Maria; Rui Romicha, Rui Andrade e Fábio (Eufigénia, 79'); Nélson Afonseca;
Treinador: Vítor Urbano
Suplentes Não Utilizados: Ivo (g.r.), Nuno Sousa, Angelo e Lameirão
Amarelos: Ricardo Jorge, Zé Maria e Adílson 
GOLOS:
0-1 por Xavier (34')
1-1 por Jacques (51')
1-2 por Afonseca (65')
COMENTÁRIO:
Uma década depois, estes dois “históricos” do futebol algarvio e português voltaram a defrontar-se, e apesar de agora num escalão menor, o jogo foi disputado no excelente complexo desportivo de Vila Real de Santo António. O Lusitano não vence o Olhanense no seu terreno desde a época de 48/49, e assim continua, pelo menos por mais um ano.

O “derby” acabou por servir ao Olhanense para se reencontrar com os bons resultados, e um pouco também com as boas exibições, apesar de alguns momentos de insegurança, especialmente a meio-campo, pois a dupla de centrais (Mário Artur e Xavier) esteve impecável. Destaque maior para o incansável Rui Romicha, que alia ao seu valor futebolístico uma abnegação extrema, na recuperação da posse de bola mesmo em terrenos mais avançados durante toda a partida!

Sem poder contar com o “castigado” Carlos Alberto e os lesionados Paulo Sérgio e Amaral (de cachecol na bancada!), Vítor Urbano fez alinhar uma equipa similar à que foi derrotada pelo Pontassolense na semana passada, preterindo apenas os dois laterais esquerdos de raíz Duarte e Eufigénia pelo regressado Branquinho, jogador que apesar de por vezes algo permeável a nível defensivo confere extrema acutilância à ala esquerda, colmatando o facto de não se saber se o tecnicista Fábio é um médio-ala ou um “número dez”...

Os vilarrealenses, que se encontravam na terceira posição antes deste jogo e que já haviam liderado a classificação, entraram nervosos, errando demasiados passes, principalmente na primeira parte, dando alguma confiança ao Olhanense. Não foi de estranhar que, após algumas oportunidades desperdiçadas, o central Xavier marcasse o seu segundo golo da época, curiosamente da mesma maneira: de cabeça, na sequência de um canto. Até ao final do primeiro tempo o Olhanense ainda desperdiçou algumas oportunidades, e pagaria caro por isso, pois no reatar da partida o Lusitano conseguiu chegar ao empate, num bonito golo de Jacques, um centrocampista que há duas épocas alinhou de rubro-negro.

Apesar disso, a equipa de Vítor Urbano não baixou os braços e chegaria a uma merecida vantagem com outro golo de cabeça, desta feita de Nélson Afonseca (o substituto natural de Paulo Sérgio), finalizando em bom estilo um centro da direita. Até final, embora o domínio tenha pertencido aos da casa, o Olhanense controlou sempre as operações, espreitando sempre perigosamente o contra-ataque.

Em suma, uma tarde bem passada pelos para os adeptos rubro-negros, que coloriram com as suas cores a bancada central (a única aberta para o jogo) e que se não superaram ao menos terão igualado o número de adeptos da casa. Esta poderá ter sido a última ocasião para os olhanenses acompanharem a sua equipa fora de portas neste ano de 2002, pois agora seguem-se três deslocações insulares, à Madeira e aos Açores. Só daqui a nove jornadas é que faremos um jogo fora de portas no continente, mais concretamente no terreno do Amora, a 5 de Janeiro de 2003.

FOTOGRAFIAS DO JOGO

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Fotos: Nuno Eugénio 

Os "capitães" e
a equipa de arbitragem posam
para a fotografia
Branquinho protegendo o
esférico, ao fundo
a bancada cheia.
Fábio tenta
superar Abílio, o lateral-direito
lusitanista
Rui Romicha passa
por Rui Graça...
..e remata à baliza contrária.
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Xavier comemora o primeiro golo... ...e os adeptos olhanenses fazem
a festa.
Luís Brites,
antigo guardião
do Olhanense,
domina a situação
A festa do golo
do empate do
Lusitano
Afonseca tenta o
remate à baliza
contrária
_sp15.gif (55 bytes)
Rui Andrade em
luta com Paixão
a meio-campo
Mário Artur enfrentando o irrequieto Zezinho Paixão remata,
sob o olhar de
Branquinho
Jogadores e
técnicos de Olhão
celebram a vitória...
...assim como os adeptos.
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