Site não oficial de Médicos de Saúde Pública

6ª JORNADA

2ª DIVISÃO B - ZONA SUL - 2002/03

OLHANENSE, 0 - PONTASSOLENSE, 1

20 de Outubro de 2002
Estádio José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Carlos Pinto, da AF Coimbra
OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Paulo Renato, Xavier, Mário Artur e Eufigénia (Adilson aos 79'); Ricardo Jorge (Nélson Afonseca aos 45') e Carlos Alberto; Rui Romicha, Rui Andrade e Fábio; Paulo Sérgio;
Treinador: Vítor Urbano
Amarelos: Ricardo Jorge (24'), Carlos Alberto (31 e 63') e Xavier (37')
Vermelho: Carlos Alberto (63'), por acumulação
PONTASSOLENSE: Vitor; H. Andrade, Marabá, Moniz (Paulo Pereira, 60') e Jorge Correia; Cláudio Aires, Sérgio, Luís Alves e José Estrela (R. Pereira, aos 87'); Glauco e Joel Agrela (Humberto, 77');
Treinador: João Inácio
Amarelos: Jorge Correia (18'), J. Estrela (23'), Glaúco (52'), Cláudio Aires (55'), Luís Alves (57') e Paulo Pereira (65')
Vermelho: Glauco (66')
GOLOS:
0-1 por Glauco (10')
COMENTÁRIO: 
Depois da primeira derrota na época, para a Taça, eis a primeira derrota para o campeonato. O Olhanense até começou por ser a equipa mais atacante e teve algumas oportunidades, mas seria traído por um golo feliz dos madeirenses. O remate de Gláuco bateu num defesa rubro-negro e enganou Bruno Veríssimo, logo aos oito minutos.

A partir daí a equipa raramente se encontrou, e apesar de não ter estado mal a atacar, embora com um meio-campo algo lento na condução do jogo, a defensiva parecia extremamente nervosa, sempre em alvoroço quando pressionada. Haviam demasiados médios-centro e falta de médios-ala, pois Romicha jogando como segundo ponta-de-lança "livre", não se fixa em nenhum dos extremos e Fábio, embora descaído pela esquerda, é muito mais um "número 10".

Vítor Urbano depois dos excelentes resultados obtidos no início da temporada quando a sua equipa alinhava num puro 4-3-3, mudou a táctica nos últimos jogos, conforme o adversário ou conforme os jogadores, e têm sido evidentes os resultados negativos. É certo que sem Branquinho, e até mesmo Amaral, a equipa fica algo "côcha", mas também tem sido claríssima a inadaptação dos jogadores, para já, a estas alterações tácticas. Primeiro foi no Estoril, numa táctica a pensar no adversário, com os três centrais, resultando num 5-3-2 carenciado de laterais propícios a esse esquema, ou seja, laterais habituados a fazer o flanco todo.

Na segunda parte a aposta no ataque foi declarada, primeiro com a entrada do acutilante mas perdulário Afonseca logo após o intervalo e depois do brasileiro Adilson. Mas parecia estar escrito ser um dia não, e nem mesmo com mais unidades atacantes o Olhanense conseguiu criar jogadas de perigo eminente. Aliás, esteve mais perto do golo na etapa inicial do que na complementar, onde supostamente seria de apostar tudo.

Para colocar a "cereja no bolo" o árbitro Carlos Pinto, vindo de Coimbra e já com algum historial de conflito com o Olhanense, complicou bastante a vida à nossa equipa, com decisões no mínimo polémicas. O Pontassolense limitou-se a controlar a vantagem obtida na fase inicial e a espreitar o contra-ataque, conseguindo uma preciosa vitória que o coloca no topo da classificação.
VER RESULTADOS DA JORNADA

VER CLASSIFICAÇÃO

 

 

 

     

 

© 2002 - OLHANENSE.NET
Página não oficial do S.C. Olhanense
info@olhanense.net