NOME

Carlos Manuel Costa PADRÃO

POSIÇÃO

Guarda Redes

DATA DE NASCIMENTO

01/09/1958

NATURALIDADE

Lobito (Angola)

INTERNACIONALIZAÇÕES

Juvenil, Junior e
"Esperança" (sub-21)
por Portugal

CLUBES
(camadas jovens)

ASA de Luanda - Angola
(71/72 a 73/74)
CD Beja (74/75 e 75/76)
Sporting CP (76/77) 0-0
CLUBES
(séniores)
CD Beja ( 75/76) 8-0
* - ainda com idade junior
Sporting CP (76/77) 0-0
* - ainda com idade junior
Riopele (77/78) 15-0
Beira-Mar (78/79) 21-0
União de Leiria (79/80) 25-0
União de Leiria (80/81) 17-0
Belenenses (81/82) 25-0
V. Setúbal (82/83) 21-0
V. Setúbal (83/84)  2-0
V. Setúbal (84/85)  2-0
Chaves (85/86) 10-0
Chaves (86/87) 30-0
Chaves (87/88) 32-0
Chaves (88/89) 23-0
Boavista (89/90) 6-0
FC Porto (90/91) 2-0
FC Porto (91/92) 1-0
Paços Ferreira (92/93) 18-0
Paços Ferreira (93/94) 26-0
Inactivo em 94/95
Olhanense (95/96) 0-0

CLUBES
(Andebol)

CD Marítimo Olhanense
 

Padrão é um nome conhecido da "alta roda" do futebol português nas décadas de 80 e 90. Defendeu as balizas de vários clubes e conseguiu chegar, já na parte final da sua carreira, a um "grande", o FC Porto, onde sagrou-se campeão nacional (não obstante a sua pouca utilização, compreensível pelo "reinado" de Vitor Baía). Chegou a jogar pelo Sporting, em juniores, mas quando atingiu a idade de senior foi cedido ao então estreante primodivisionário Riopele (equipa de uma fábrica do Concelho de Famalicão).

No final da época 93/94 Padrão orientou, em parceira com o hoje conceituado José Mota (então também ainda jogador), o Paços de Ferreira nas últimas cinco jornadas, não evitando a despromoção do escalão maior. Com 35 anos decidiu terminar a sua carreira futebolística e estabelecer residência e actividade profissional no Algarve. Continuou a praticar desporto, desta feita a nível amador, no andebol (uma modalidade que já tinha praticado enquanto jovem, em Angola). Apesar de continuar a jogar com as mãos, agora não alinhava entre os postes, mas sim como "pivot".

Derivado a lesões, na época 95/96 a equipa de futebol profissional do Olhanense viu-se privada dos seus dois guardiões mais experientes (
TOZÉ, que em Dezembro saíria para o União de Lamas, e RUI VALENTIM), ficando apenas disponível um jovem, de seu nome BRUNO VERÍSSIMO.

Mais tarde Bruno viria a ser, como todos sabemos, um guardião de créditos firmados, mas na altura era um jovem quase desconhecido. Efectivamente já demonstrava algumas qualidades, e embora algo "verde" (fazia a sua segunda temporada como senior, e a primeira no Olhanense, tendo a anterior sido nos "Distritais" pelo Ginásio de Tavira), ia dando conta do recado.

Em algumas ocasiões o Olhanense teve mesmo de chamar guardiões dos juniores para o "banco". Mas, conciliando a função de "pivot" no Andebol do Marítimo, Carlos Padrão acederia integrar também o plantel do Olhanense, sendo inscrito como amador.

Na época seguinte Padrão prosseguiu a prática de Andebol na nossa cidade, ao serviço do Marítimo, quando o clube do Largo da Feira (que jogava quase sempre num pavilhão da Fuseta...) dava os primeiros passos na modalidade, sendo a grande maioria dos seus atletas provenientes do Olhanense.

 

A equipa de Andebol do Marítimo Olhanense (época 96/97),
Carlos Padrão é o quinto em pé a contar da esquerda.

 
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