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NOME
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José
NÉLSON Almeida MOUTINHO
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NATURALIDADE
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Oeiras |
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DATA DE NASCIMENTO
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06/06/1959 |
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POSIÇÃO
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Avançado
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CLUBES
(camadas jovens)
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Benfica
(72/73 a 76/77) |
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CLUBES
(seniores)
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| Portimonense
(77/78) 27-7 |
| Portimonense
(78/79) 34-11 |
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Beira-Mar
(79/80) 27-5
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| União
de Leiria (80/81) 12-2 |
| Barreirense
(81/82) 30-18 |
| Benfica
Cast. Branco (82/83) |
| Olhanense
(83/84) ?-6 |
| Olhanense
(84/85) ?-12 |
| Olhanense
(85/86) 29-15 |
| Barreirense
(86/87) ?-19 |
| Barreirense
(87/88) |
| Barreirense
(88/89) |
| Olhanense
(89/90) |
| Olhanense
(90/91) |
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Silves
(91/92)
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COMO TÉCNICO:
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Mexilhoeira
Grande (92/93)
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| Messinense
(93/94) |
| Messinense
(94/95) |
| ?
(95/96) |
| ?
(96/97) |
Portimonense
* - camadas jovens
(97/98 a 02/03) |
| Lagoa
(03/04) |
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Lagoa
(04/05)
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Lagoa
(05/06)
* - até Março |
| sem
clube (06/07 e 07/08) |
Silves
(08/09)
* - da 3.ª à 20.ª jornada |
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Fez parte de
uma promissora equipa de Juniores do Benfica (da qual era "capitão")
no final da década de setenta, destacando-se como avançado,
apesar da baixa estatura. No início da carreira como sénior
jogou pelo Portimonense, Beira Mar e União de Leiria
no primeiro escalão, passando depois pelo Olhanense e no Barreirense,
na segunda divisão, destacando-se sempre como goleador.
Na sua última época em Olhão jogou como centrocampista e fez
parte da equipa que conseguiu a primeira subida à Divisão de
Honra. Ainda fez uma última época como jogador no Silves, estabelecendo-se
depois no Barlavento Algarvio como treinador. Tem três filhos
que jogaram todos eles futebol, dois deles a um nível
menos alto, sendo o mais novo também o mais conhecido: o internacional
AA João Moutinho.
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ENTREVISTAS
POR ALTURA DO PORTIMONENSE-OLHANENSE (2006/07)
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«Manda
quem joga em casa»
(in "O Jogo", por Alexandre Moura)
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O pai de João Moutinho representou vários clubes
na sua carreira, entre eles o Portimonense e o Olhanense. E o
anfitrião joga em casa pela primeira vez na temporada...
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É um dérbi
intenso tal como o Sporting-Benfica, afirma Nélson
Moutinho. O pai do jovem craque do Sporting é um entendido
na matéria e, depois de ter representado os dois clubes
algarvios, considera que o facto do jogo se realizar em Portimão
dá o favoritismo aos alvi-negros. É claro
que joga a favor do Portimonense que a jogar em casa é
um clube que levanta muitas dificuldades aos adversários,
até porque o público está muito próximo
das quatro linhas, o que é um ponto a favor, destaca.
Para Nélson Moutinho, o Portimonense passa a ter o favoritismo
do seu lado, mas o figurino mudava de figura se o embate tivesse
assento no estádio Algarve. Seria mais difícil
para o visitado pois a cidade de Olhão está muito
mais próxima do Estádio Algarve e, para além
disso, o Olhanense encontra-se melhor em termos psicológicos,
salienta. Para o ex-jogador de ambos os clubes, os dérbis
algarvios são sempre jogos muito intensos e que toda
a gente gostaria de jogar, pena é que clubes como o Farense
e Lusitano de VRSA já não façam parte destes
desafios que são sempre espectaculares.
Formado nas escolas do Benfica enquanto jogador, Nélson
Moutinho passou por vários clubes em Portugal como o Beira-Mar,
União de Leiria, ou o Barreirense, mas foi no Portimonense
que viveu algumas dos melhores fases na sua carreira. Na altura
ficou conhecido como o «pequeno Muller de Portimão».
Para além de marcar muitos golos, a minha fisionomia
fazia com que fosse comparado ao avançado alemão
e nessa temporada, em 77/78, fui mesmo o melhor marcador da equipa
no campeonato da I Divisão recorda. No seu álbum
de recordações estão também os quatro
anos passados em Olhão. Embora viva em Portimão,
a família da minha esposa é de Olhão e fui
muito acarinhado enquanto lá estive, por isso que ganhe
o melhor, conclui. |
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«Os
meus dois amores»
NÉLSON MOUTINHO VIVEU BONS MOMENTOS EM
PORTIMÃO E OLHÃO
(in "Record", por Armando Alves)
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Nélson Moutinho viveu bons momentos em Portimão
e Olhão
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Os dois clubes mais representativos do Algarve, Portimonense e
Olhanense, têm um lugar especial no coração
de Nélson Moutinho: estreou-se como sénior em Portimão
e aí festejou uma subida à 1.ª Divisão
e em Olhão cumpriu seis temporadas, em dois ciclos, celebrando
uma promoção à Liga de Honra.
Tenho uma longa ligação ao Algarve, que perdurará
para o resto da vida, refere Nélson Moutinho, contratado
pelo Portimonense por influência de José Augusto,
na altura treinador dos alvinegros. Eu e o Chalana tínhamos
brilhado na equipa de juniores do Benfica, campeã nacional,
e vim na condição de emprestado, com o Sardinheiro.
À tristeza da descida, no primeiro ano, juntou-se a alegria
da promoção, na época seguinte, já
sob a orientação de Mário Lino. Vivi
dois anos muito felizes, sob o ponto de vista profissional e pessoal.
Marquei golos com frequência chamavam-me o pequeno
Gerd Muller... , senti o apoio e o carinho dos adeptos e
conheci a minha esposa.
Nélson passou pelo Beira-Mar, Barreirense e Benfica e Castelo
Branco antes de chegar a Olhão, encontrando um clube
com forte mística e um historial imenso. Infelizmente,
faltou sempre qualquer coisa para chegarmos mais longe, mas recordo
equipas excelentes, com jogadores da qualidade do Ademir, por
exemplo, e treinadores como Carlos Silva, Mário Lino, Mário
Wilson e Manuel Cajuda, então a dar os primeiros passos
numa carreira brilhante.
Acabou por subir à Honra num momento de grande alegria
para os adeptos, apesar dos graves problemas financeiros vividos.
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«A
lembrança de um golo decisivo no velho Padinha»
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| Em 1978/79, na segunda época
de Nélson no Portimonense, um golo em Olhão abriu
o caminho da subida. Era um jogo importante. Inaugurei o
marcador e vencemos por 2-0, recorda o antigo avançado.
Na 1.ª volta, em casa, registara-se um empate a zero. Pelo
Olhanense, Nélson defrontou o Portimonense e perdeu: na
inauguração do José Arcanjo (0-3) e na festa
de João Poeira (1-3). Domingo espera um grande jogo,
digno do historial dos dois clubes. É uma espécie
de Benfica-Sporting do Algarve e oxalá o público
compareça em bom número. |
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Barreirense
1986/87
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Na
equipa do Barreirense em que se sagrou melhor marcador da 2.ª
Divisão Zona Sul, com 19 golos
Em cima: Rodrigues Dias, Ângelo
Pedro, Jorge Ferreira, José Luis, Cordas e David Nascimento
("Dadá")
Em baixo: Valter, Nélson Moutinho, Pinto, Gil e António
José
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