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Um dos melhores jogadores que passaram pelo nosso clube na década de
oitenta, sendo ainda hoje recordado o "tiraço" de meio-campo que iniciou a reviravolta
no marcador frente ao Louletano, que se transformaria em GOLEADA
por 5-1. No nosso país representou vários emblemas no primeiro e segundo escalão, e depois de jogar de rubro-negro durante dois anos regressou ao Brasil. Abaixo podemos ver uma fotografia de 1996 da Portuguesa Carioca, um dos últimos clubes onde César jogou e um dos primeiros onde começou a carreira de treinador. ![]() Em Maio de 2011 foi eleito o “técnico da semana” no site PAPO ESPORTIVO. O texto, que reproduzimos com a devida vénia, faz um apanhado detalhado da sua carreira desportiva: «Paulo César Mello de Albuquerque, 54 anos, é natural do Rio de Janeiro. Quando atleta atuava como atacante. Foi revelado, em 1970, na categoria infantil do Bonsucesso. Nos dois anos seguintes integraria o América, chegando ao juvenil. Em 1975, se transferiu ao São Cristóvão. Foi pelo Clube Cadete que César estreou como profissional no ano posterior. Em 1977, teve uma rápida passagem pelo Bonsucesso. A partir de 1978, veio a se consagrar jogando pelo Campo Grande, que naquela época vivia áureos e saudosos anos. Pelo Galo da Zona Oeste, em 1979, sagrou-se vencedor do Torneio Oduvaldo Cozzi. Em 1980, se transferiria ao Bahia, voltando ao Campo Grande no ano seguinte. Um ano depois, conquistaria o vice-campeonato da Taça Guanabara pelo América, além do vice-campeonato baiano pelo Vitória. Em 1982, levantou a taça de campeão brasileiro da Taça de Prata, maior honraria alcançada pelo Campo Grande equivalente ao atual Campeonato Brasileiro da Série B. Em 1983, conquistou o vice-campeonato paranaense pelo Colorado. César atraiu no mesmo ano a atenção dos portugueses que o levaram para o Águeda, pelo qual venceu a Taça de Aveiro. Entre 1984 e 86, foi titular do Vitória de Setúbal, ganhando por duas vezes a Taça de Setúbal. Nos dois anos seguintes atuou pelo Famalicão, vencendo a Taça de Braga. Entre 1987 e 88, integrou o Penafiel. A longa estada em terras lusitanas prosseguiu em mais duas temporadas nas quais César desfilaria o seu talento de artilheiro nato no Olhanense, sagrando-se bicampeão da Taça de Faro. Pelo mesmo clube ensaiaria a futura carreira ao ser auxiliar técnico e treinador adjunto. Porém, só penduraria as chuteiras após jogar pela Portuguesa, em 1991, e Guará, no ano seguinte. Em 1994, é preparador físico e auxiliar técnico nas categorias infantil, juvenil e júnior do São Cristóvão, passando no ano seguinte a treinar a equipe infantil. Dois anos após, passa à Portuguesa, acumulando os cargos de preparador físico e auxiliar técnico dos juniores, alcançando os profissionais. Entre 2000 e 2002, treina o mirim do Madureira. Pelo Angra dos Reis comandou tanto os juniores como a equipe principal em 2006. No ano seguinte foi o treinador do São Cristóvão no Campeonato Estadual e Torneio Otávio Pinto Guimarães. Finalmente, a partir de 2009, assume o Arraial do Cabo para o presente Campeonato Estadual da Série C.» |
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