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NOME
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Carlos
César BRITO
de Sousa
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NATURALIDADE
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São
Tomé E Principe
(internacional por Cabo Verde) |
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DATA DE NASCIMENTO
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| 08/01/1973 |
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POSIÇÃO
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Avançado
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CLUBES REPRESENTADOS
(em Portugal)
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| Seixal
(93/94) |
Vitória
de Sernache (94/95)
* - até Setembro
Beneditense (94/95)
* - a partir de Outubro |
| Beneditense
(95/96) |
Alcanenense
(96/97)
* - até Dezembro
Estoril (96/97) 15-0
* - a partir de Janeiro |
| Felgueiras
(97/98) 25-1 |
| Oriental
(98/99) 27-6 |
| Oriental
(99/00) 21-2 |
| Marco
(00/01) 29-0 |
| Marco
(01/02) 31-11 |
| Leixões
(02/03) 31-9 |
Leixões
(03/04) 15-0
* - até Janeiro
Olhanense
(03/04)
* - a partir de Fevereiro
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| Louletano
(04/05) 36-10 |
| Louletano
(05/06) 26-12 |
| Louletano
(06/07) 16-2 |
| Louletano
(06/07) 16-2 |
| Oriental
(07/08) |
| Pêro
Pinheiro (08/09) |
Pêro
Pinheiro? (09/10)
Vialonga (09/10) |
Bucelenses
(10/11)
Vialonga (10/11) |
| Vialonga
(11/12) |
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O Olhanense
contratou Brito, avançado internacional por Cabo Verde (mas
com nacionalidade Portuguesa também), no mês em que este completou
31 anos.
Após um percurso nos escalões secundários, positivo mas de relevo
pouco significante a nível de grande público, Brito saltou para
a ribalta ao marcar três golos nos quatro jogos (dois ao Belasica
e um ao PAOK de Salónica) que o Leixões efectuou na Taça UEFA
de 2002/03.
No campeonato nacional da 2.ª Divisão "B", ajudaria
os Matosinhenses a vencer a Zona Norte e, consequentemente,
a celebrar a promoção à 2.ª Liga. Com o avançar da temporada
(onde marcou 9 golos) voltou a ser notícia a nível nacional
por ter sido apanhado ao volante de um automóvel sem possuir
Carta de Condução.
Curiosamente, na notícia que reproduzimos mais abaixo, com a
devida vénia, é escrito erradamente que o atleta representava
o nosso clube quando foi apanhado a infligir a lei. Na realidade
representava, isso sim, o Oriental de Lisboa. Ironia do destino,
foi contratado em finais de Janeiro de 2004 para vestir a camisola
rubro-negra.
Desde a sua chegada a Olhão, foi quase sempre titular e conseguiu,
assim, a sua terceira subida consecutiva, conforme consta nesta
REPORTAGEM.
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in
MAISFUTEBOL,
10/05/2003
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Leixões:
Brito pode passar três meses e meio na prisão
Avançado foi apanhado a conduzir sem habilitações por duas vezes
Brito, avançado do Leixões, poderá cumprir, no mínimo, uma pena
de três meses e meio, em virtude de ter acumulado duas infracções
por ter sido apanhado a conduzir sem estar habilitado para tal.
O caso remonta há três anos - na altura representava o Olhanense
-, quando foi interceptado, em Janeiro, por uma brigada de trânsito.
Voltou a reincidir, precisamente em Junho de 2000, e o processo
terminou da pior maneira: está detido no Estabelecimento Prisional
de Custóias, no concelho de Matosinhos, desde quinta-feira.
Há três anos, Brito esteve no Tribunal de Lisboa por ter conduzido
sem carta de condução, tendo-lhe sido aplicada uma pena suspensa
de sete meses de prisão durante um período de dois anos. Isto
significa que se o futebolista fizesse a mesma infracção teria
de cumprir o castigo, o que viria a acontecer a Junho de 2000,
poucos dias antes de ter conseguido a carta de condução. Foi novamente
apanhado, julgado e ficou deliberado que teria de cumprir a pena
suspensa. Mas só esta semana acabou detido.
«Não sabemos o que se passou para o despacho ter demorado tanto
tempo», explica ao Maisfutebol Manuel Jacob, advogado do Leixões
que está a acompanhar o caso de perto, mas garantindo que o processo
será «consultado na segunda-feira» para se perceber os motivos
desta morosidade. À saída do treino de quinta-feira, o avançado
cabo-verdiano era confrontado pela polícia e terminava o dia na
prisão de Custóias. «Estamos ao lado do nosso atleta no sentido
de o ajudar naquilo que for preciso», disse José Manuel Teixeira,
presidente do Leixões.
A pena tem de ser cumprida
Apesar de a pena ser de sete meses, Brito poderá ter de cumprir
metade deste tempo, pois, como se trata de uma sanção superior
a meio ano e de uma pequena infracção, a lei prevê a diminuição
para metade. É isto que o Leixões está a tratar. Por enquanto,
estuda-se a sua transferência de estabelecimento prisional para
a unidade de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos. O clube irá alegar
a necessidade de o atleta ter um espaço para poder exercitar os
músculos, em virtude de se tratar de um jogador de alta competição.
No entanto, «o processo é difícil», mas os primeiros contactos
serão feitos no decorrer da próxima semana.
Apesar de se tratar de um jogador internacional pela selecção
cabo-verdiana, «a pena de três meses e meio terá de ser cumprida»,
como explicou o advogado Manuel Jacob e nem sequer haverá a possibilidade
de ser paga uma caução para o atleta sair em liberdade, na medida
em que os primeiros passos teriam de ser dados antes de o futebolista
ser detido. Não foi o caso, já que o gabinete jurídico do Leixões
apenas tomou conhecimento da situação quando o atleta estava a
ser levado para o estabelecimento prisional. A terminar Manuel
Jacob sublinhou ser «mentira que o Brito tenha sido apanhado a
conduzir sob o efeito de álcool». |
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in
MAISFUTEBOL,
10/05/2003
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