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NOME

AUGUSTO
Manuel Santos Jerónimo

POSIÇÃO

Médio Ala Direito

NATURALIDADE
Olhão
INTERNACIONALIZAÇÕES
4 jogos pela Selecção
de "Esperanças" (sub-21)
1 jogo pelos "Olímpicos"

DATA DE NASCIMENTO

08/02/1965

CLUBES
(camadas jovens)

Olhanense (78/79)
Marítimo Olhanense (79/80)
Olhanense
(80/81 a 82/83)

CLUBES
(séniores)

Olhanense (83/84) ?-0
Olhanense (84/85) ?-5
Portimonense (85/86) 14-0
Portimonense (86/87) 30-2
Benfica (87/88) 13-1
Portimonense (88/89) 31-1
Beira Mar (89/90) 14-0
União de Leiria (90/91) 15-0
Olhanense (91/92) 29-3

Louletano (92/93) 31-0

Louletano (93/94) 21-0
SC Praiense (94/95) 29-0
SC Praiense (95/96) 32-2
Juventude de Évora (96/97)
Imortal (97/98) 26-1

CD Beja (98/99) 30-3

CD Beja (99/00)

CD Beja (00/01)
Almansilense (00/01)

Juv. Monchiquense (01/02)
Juv. Monchiquense (02/03)
Juv. Monchiquense (03/04)

CLUBES
(como treinador)

(...)
Juv. Monchiquense (08/09)
(...)
 
No Benfica, em 87/88
 


Augusto no Portimonense nos
anos oitenta (em cima) e duas
décadas depois, na equipa de
veteranos do mesmo clube
(em baixo)



 

Augusto foi um médio ala direito conhecido pela sua técnica e velocidade que ganhou lugar na equipa titular rubro-negra ainda bastante jovem, no início da década de oitenta.

Fica na história do nosso clube como o marcador do PRIMEIRO golo no primeiro jogo oficial (e a primeira vitória!) disputado no Estádio José Arcanjo.

Tal como outros jogadores da sua altura (os irmãos Reina, o holandês Floris ou o esquerdino Oliva) que se destacavam num Olhanense em crise que não conseguia "emergir" da Zona Sul da antiga 2.ª Divisão, Augusto ingressou no Portimonense, naquela que foi a "época de ouro" do nosso vizinho e rival barlaventino no escalão máximo.

Duas épocas no escalão maior de alvi-negro e quatro jogos pela Selecção de "Esperanças" (os "sub-21" dos dias de hoje), onde se destacou no Torneio de Toulon, chegaram para despertar o interesse de um "grande", o Benfica. Teria pouca sorte no Estádio da Luz, pois apesar de Ebbe Skovdhal ter apostado nele como titular no lado direito do meio-campo nas primeiras jornadas, o técnico dinamarquês não resisitiu aos maus resultados, sendo despedido.

Dessa forma acabou também o seu período como titular no clube encarnado, mas fez parte do plantel vice-campeão europeu e nacional em 1987/88. No campeonato nacional fez treze jogos e um golo pelo clube da Luz.

Ao estádio da Luz chegou com outro algarvio, o extremo-esquerdo António Pacheco, que permaneceu vários anos de encarando e chegou a internacional AA.

Após a passagem pelo Benfica Augusto regressou a Portimão e jogou ainda em Aveiro na I Divisão e em 91/92 voltou a representar o nosso clube (quando subimos ao então novo escalão secundário) e, após o regresso dos rubro-negros à 2.ª "B", o pequeno médio foi para Loulé, pois o seu principal emblema conseguiu a manutenção, ao contrário de Olhanense e Portimonense.

Nos anos seguintes a sua carreira entrou na trajectória descendente, mas Augusto continuou a jogar, primeiro em clubes da 2.ª "B" (sempre da Zona Sul, incluindo uma época nos Açores), depois da 3.ª, e por fim no "Distrital" Algarvio, já bem perto dos quarenta anos.

A viver em Portimão, há cerca de duas décadas, concedeu uma extensa entrevista, em Outubro de 2008, ao BLOG do Portimonense, onde falou bastante da sua carreira de futebolista, numa altura em que iniciou a de treinador, no Monchiquense (o seu último clube como jogador).

 

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