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[
Domingo, 20 de Janeiro
de 2008 ]
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5.ª
ELIMINATÓRIA
TAÇA DE PORTUGAL
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RIO AVE, 2 - OLHANENSE, 2
(3-3, APÓS PROLONGAMENTO,
5-4 NO DESEMPATE POR GRANDES PENALIDADES)
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Estádio
do Rio Ave, em Vila do Conde
Árbitro: João Capela (AF Lisboa)
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| RIO
AVE: Mora; Vitor Gomes, Danielson,
Bruno Mendes, Fábio Faria (Ribeiro, 89')
e Milhazes; André Vilas Boas, Evandro e
Tiago Terroso (André Serrão, 56');
Chidi (Ronaldo, 81') e Keita; |
OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Pedro Correia (Fumo,
73'), Steven Vitória (Ricardo Silva,
73'), Sandro, Javier Cohene e Hugo Luz; Marco
Couto, Rui Duarte e Guga (Djalmir, 106'); Bruno
Mestre e Toy; ;
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| TREINADOR:
João Eusébio |
TREINADOR:
Diamantino Miranda |
| SNU:
César (GR), Gaspar e Ricardo Martins |
SNU:
Walter (GR), Loukima, Mbida Messi e João
Martins |
| Amarelos:
Bruno Mendes (61') |
Amarelos:
Sandro (35'), Pedro Correia (51') e Javier Cohenen
(71') |
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GOLOS
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1-0
por Milhazes (17')
1-1 por Sandro (21')
2-1 por Chidi (69')
2-2 por Toy (80')
3-2 por Keita (99')
3-3 por Fumo (109')
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RECORTES
DE IMPRENSA
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Pouca
parra e muita uva
Em:
"O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: André Veloso Gomes
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Olhando para os seis golos marcados, até
se poderia pensar que foi um grande jogo. Puro
engano. Emoção não faltou,
mas bola foi quase sempre mal- tratada, acabando
por seguir em frente a equipa que mais trabalhou
pela vitória, numa inacreditável
série de penáltis. O Olhanense
falhou quatro e o Rio Ave "apenas"
três, repetindo a dose com que eliminou
o Odivelas.
Depois de ter perdido com o Rio Ave na Póvoa,
comandando o Varzim, Diamantino Miranda aprendeu
a lição e jogou em função
do adversário, igualando o 3x5x2 de João
Eusébio e equilibrando as marcações.
Porém, voltou a perder o duelo. As falhas
começaram no golo de Milhazes, surgido
de um livre lateral, com total passividade dos
algarvios, que marcaram de seguida no primeiro
remate à baliza de Mora, num cabeceamento
de Sandro, após livre de Rui Duarte.
Depois de muito domínio na primeira parte,
com um golo anulado a Keita e uma bola ao poste,
o Rio Ave marcou por Chidi, mas logo surgiu
novo empate por Toy, numa altura em que Diamantino
mudou para 4x3x3. No prolongamento, marcou primeiro
o Rio Ave, mas o Olhanense viria teimosamente
a empatar, caindo apenas na marca dos onze metros.
Diamantino Miranda, treinador do Olhanense:
"Foi um jogo excelente contra uma das
melhores equipas da II Liga, mas com três
golos irregulares, dois deles para o Rio Ave"
João Eusébio, treinador do Rio
Ave: "A sorte custa suor. Procurámos
mais a vitória e os golos que sofremos
foram caricatos. Queremos ir o mais longe possível"
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RIO
AVE SÓ GARANTIU APURAMENTO NOS «PENALTIES»
APÓS TER ESBANJADO TRÊS VANTAGENS
Condenados ao sofrimento
Em:
"A Bola" (www.abola.pt)
Por: Pedro Cadima
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ONDA
DE LESÕES COMPLICOU A VIDA DOS VILACONDENSES
Emoção durou até ao final
Em:
"Record" (www.record.pt)
Por: L. L.
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O
Rio Ave continua na Taça de Portugal,
tendo vencido o Olhanense nas grandes penalidades.
Foi, pois, uma vitória suada e na qual
os locais quase pagavam a factura da onda de
lesões que os tem apoquentado: estavam
impedidos de fazer alinhar meia dúzia
de jogadores base, o que obrigou à chamada
de um júnior que actuara no sábado,
num banco que, ainda assim, só teve seis
jogadores.
Mas o Rio Ave foi a equipa que entrou melhor
no jogo, adiantando-se no marcador à
passagem do primeiro quarto de hora. O Olhanense
reagiu, empatando após um livre em que
Sandro aproveitou a deficiente marcação
de adversários para cabecear com êxito.
E foi no "marco-eu-marcas-tu" que
o jogo ganhou emoção, já
que tecnicamente esteve pouco famoso. Os locais
estiveram à frente do marcador por três
vezes e em outras tantas os algarvios chegaram
à igualdade.
Foi notória a dificuldade do Rio Ave
para encobrir tantas ausências, o que
nem sempre foi bem aproveitado pelo Olhanense,
que também evidenciou carências
técnicas. A incerteza no resultado arrastou-se
até final do jogo e ainda para lá
do período de prolongamento.
Na marcação das penalidades, apenas
os vila-condenses Evandro e Vítor Gomes
e o algarvio Djalmir conseguiram transformar
os remates em golo, mas muito por mérito
dos dois guardiões, que defenderam dois
cada um.
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