[ Sábado, 11 de Novembro de 2006 ]

 

3.ª ELIMINATÓRIA DA TAÇA DE PORTUGAL

 

A.D. SÁTÃO, 0 - OLHANENSE, 0
(2-4 no desempate por grandes penalidades)

Estádioda Premoreira, em Sátão
Árbitro: Paulo Pereira (AF Viana do Castelo)

SÁTÃO: Tó Lopes; Chico, Élio, Tó Ferreira e Paulo Menezes; Tozé, Zezito, Paulo Ferreira (Rui, 106') e Luís (Pavic, 81'); Cilo (Rebelo, 86') e Rodrigo;

OLHANENSE: Mijanovic; Marco Airosa, Santamaria, Vasco Fernandes  e Branquinho; Alexandre e Nicolas Alnoudji; Bruno Mestre (Rui Duarte, 91'), Narcisse e Mbida Messi (Fábio, 115'); Djalmir (Denis Mboudgui, 73');

TREINADOR: Jorge Paiva TREINADOR: Álvaro Magalhães

Amarelos: Paulo Ferreira (57')

Amarelos: Marco Airosa (42'), Santamaria (46'), Alexandre (60'), Nicolas Alnoudji (68') e Vasco Fernandes (83')

 
 

RECORTES DE IMPRENSA

Algarvios produziram ocasiões de golo suficientes para vencer
Lotaria era risco evitável
Em: "A Bola" (www.abola.pt)   Por: Nuno Pedro Fernandes


Se a formação do Olhanense tivesse finalizado parte das inúmeras ocasiões de golo que criou, poderia ter fugido à sempre imprevisível lotaria das grandes penalidades. Todavia, os comandados de Álvaro Magalhães, para além de terem mostrado pouca eficácia, também se podem queixar de alguma falta de sorte, o maior exemplo o grande remate de Narcisse, aos 120 minutos, a embater com estrondo na trave da baliza anfitiriã.

Assim, os visitantes viram-se obrigados a lutar pelo bilhete de passagem à eliminatória seguinte da Taça através das grandes penalidades e, neste capítulo, beneficiaram da falta de pontaria dos homens de Sátão, que desperdiçaram dois penalties, rematando por cima da baliza.

Efectivamente, o Olhanense mostrou superioridade sobre a equipa amadora da III Divisão, como lhe competia, até porque estava em melhor condição física e, de forma natural, foi criando sucessivas ocasiões de golo. No entanto, este não foi um jogo em que a formação do escalão superior esmagou o adversário, até porque o Sátão tambémt eve algumas boas ocasiões, que causaram arrepios entre os de Olhão.

O árbitro Paulo Pereira esteve em excelente plano.
 

Algarvios perdulários
Dificuldades em marcar
até aos penáltis
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)   Por: Carlos Bergeron


O Olhanense afastou o Sátão, da III Divisão nacional, na marcação de penáltis, mercê do golo marcado por Denis, que entrou aos 73 minutos para substitui Djalmir, Os algarvios só podem queixar-se de si próprios, pois desperdiçaram várias ocasiões, sobretudo no período do prolongamento, altura em que Messi, em situação previligiada, obrigou Tó Lopes à defesa da tarde, aos 96'. Depois foi a vez de Denis (107') falhar com a baliza aberta, no seguimento de uma boa jogada, pela esquerda, de Rui Duarte.

No último minuto, Nrcisse viu a trave devolver um pontapé desferido a mais de 25 metros. No primeiro êxito de Álvaro Magalhães à frente da formação algarvia, o jogo não foi bom. Razão para isso poderá ter sido o facto de se ter desenrolado num piso sintético. Porém, não se pode tirar mérito à turma do Olhanense, que apenas não superou o adversário nos primeiros 30', período em que a formação do Sátão foi superior e no qual esteve perto de inaugurar o marcador, por Rodrigo, que não conseguiu aproveitar uma saída em falso de Mijanovic.

O Sátão foi uma equipa voluntariosa, que defendeu quase sempre bem, enquanto o Olhanense, sobretudo nos segundos 45', foi mais ofensivo, mas revelou excessivas dificuldades no capítulo da concretização.
 
 
 

 

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