[ Domingo, 30 de Março de 2008 ]

 

24.ª JORNADA
II LIGA DE HONRA / LIGA VITALIS

 

RIO AVE, 1 - OLHANENSE, 1

Estádio do Rio Ave, em Vila do Conde
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa)

RIO AVE: Paiva; Wires (Miguel Lopes, 60'), Gaspar, Danielson e Rogério Matias; Niquinha (Mateus, 73'’), Delson e Livramento; Evandro, Keita (Chidi, 60') e Ronaldo; OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Pedro Correia, Sandro (Loukima, 64'), Steven Vitória e Bruno Mestre; Paulo Vinicius; Guga, Rui Duarte e Mbida Messi (Fumo, 26'); Fellipe Cardoso (Gomis, 46') e Toy;
TREINADOR: João Eusébio TREINADOR: Diamantino Miranda
SNU: Paulo Ribeiro (GR), Pirica, Ricardo Silva e Jaime SNU: Bruno Conceição (GR), Neto, Telmo e Campinho
Amarelos: Rogério Matias (49') Amarelos: Vinicius (17'), Steven Vitória (23'), Loukima (78'), Pedro Correia (88') e Bruno Veríssimo (90')

GOLOS

0-1 por Vinicius (71')
1-1 por Gaspar (80')

 

RECORTES DE IMPRENSA

DESATENÇÃO DEFENSIVA ALGARVIA CUSTOU TRIUNFO EM VILA DO CONDE
Empate quase acidental
Em: "A Bola" (www.abola.pt)   Por: Nuno Pedro Fernandes

DOMÍNIO TERRITORIAL SEM CORRESPONDÊNCIA FINALIZADORA
Nulidade ofensiva

Em: "Record" (www.record.pt)   Por: André Monteiro


O Rio Ave entrou em campo com pressa de resolver a partida, galvanizado pela derrota do Vizela, logo pela manhã. A equipa de João Eusébio trocava a bola de forma segura, mas não tinha arte para criar perigo na baliza defendida por Bruno Veríssimo.

Sem fazer muito para além de defender, o Olhanense acabou por ter a melhor oportunidade de golo da primeira parte, quando Toy, aos 20’, fugiu nas costas de Danielson, e isolou-se perante Paiva. O guarda-redes vila-condense foi rápido a sair dos postes e fez bem a mancha ao remate do avançado do Olhanense.

O lance acabou por ser o retrato fiel de toda a partida: um Rio Ave que foi territorialmente dominador, sem capacidade, contudo, para criar oportunidades de golo claras, perante um conjunto algarvio que, com a força de Toy e as diagonais rápidas de Fellipe Cardoso e de Fumo, criou esporádicas ocasiões. Ainda nos 45’ iniciais, Bruno Mestre, com um remate fortíssimo do exterior da área, proporcionou a defesa da tarde a Paiva.

Confiante pelo que tinha feito na primeira parte, o Olhanense regressou seguro dos balneários e foi com naturalidade que Paulo Vinícius inaugurou o marcador ao corresponder de cabeça a um cruzamento de Fumo, na segunda vaga de um pontapé de canto. O Rio Ave acabou por empatar pouco tempo depois, mas sem nunca mostrar capacidade para “virar” o jogo por completo. Aos 80’, Gaspar desviou da melhor forma um pontapé de canto apontado por Livramento.

Com o resultado, justo, já feito, os vila-condenses não tiveram engenho para pressionar os visitantes que, ainda que abusando das paragens de jogo para assistência médica, defenderam-se bem até ao final.

Tropeçar nos próprios pés
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)   Por: Rui Fonseca


O Rio Ave deu um tiro no prório pé ao não aproveitar o factor casa para amealhar a totalidade dos pontos, perdendo a liderança da Liga Vitalis face ao triunfo do Trofense.

Para além de poder queixar-se de si próprio - a prestação dos vila-condenses esteve uns furos abaixo do seu valor real -, o Olhanense apresentou-se com a lição bem estudada e até poderia ter saído de Vila do Conde com os três pontos.

Perante o seu público e com a subida no horizonte, os visitados assumiram o comando do jogo desde o início, mas dominar não chega, pois em termos de perigo efectivo, os de Vila do Conde não importunavam o guarda-redes Bruno Veríssimo. Por sua vez, com uma estratégia sólida nos sectores mais recuados - cinco defesas, quatro médios e apenas Toy na frente - os algarvios sempre que ganhavam a bola lançavam o contra-ataque e davam enormes dores de cabeça à defesa adversária. Na primeira parte, o Olhanense criou três oportunidades, merecendo outro resultado. No regresso dos balneários surgiu um Rio Ave mais lento e com dificuldades para transportar a bola para o ataque. Perante este cenário, os visitantes assumiram o comando e, aos 72', na sequência de um canto, o central Paulo Vinícius surgiu sem marcação para bater Paiva. O Rio Ave balanceou-se no ataque, mas seria também por intermédio de um central que igualaria. O jogo ficou repartido, e, até final, houve uma oportunidade de golo para cada lado.

Duarte Gomes realizou bom trabalho.

João Eusébio: "Pensávamos ganhar e fizemos por isso, frente a um Olhanense que veio jogar nitidamente à defesa"

Diamantino Miranda: "Antes do jogo o empate era um bom resultado, mas no final sinto que é um mau desfecho. Perdemos dois pontos"

 
 

OUTROS JOGOS DA JORNADA

 FÁTIMA 1  VIZELA 0
 PORTIMONENSE 0  AVES 0
 GONDOMAR 3  FREAMUNDE 2
 FEIRENSE 1  PENAFIEL 1
 VARZIM 2  BEIRA-MAR 0
 TROFENSE 2  ESTORIL 0
 GIL VICENTE 2  SANTA CLARA 1
 
 
 

 

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