[ Domingo, 16 de Março de 2008 ]

 

23.ª JORNADA
II LIGA DE HONRA / LIGA VITALIS

 

OLHANENSE, 2 - VARZIM, 1

Estádio José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Vasco Santos (AF Porto)

OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Pedro Correia, Javier Cohene, Steven Vitória e Bruno Mestre; Vinicius; Guga, Mbida Messi (Djalmir , 45’) e Rui Duarte (Loukima, 90' + 02'); Toy e Fellipe Cardoso (Gomis, 45'’); VARZIM: Bruno Vale; Pedro Santos (Sarmento, 53'), Alexandre, Nuno Gomes e Ruben Fernandes; Tito (Tássio, 83'), Emanuel, Malafaia, e Marco Cláudio (Ukra, 60'); Yazalde e Bruno Moreira;
TREINADOR: Diamantino Miranda TREINADOR: Rui Dias
SNU: Paulo Ribeiro (GR), Pirica, Ricardo Silva e Jaime SNU: Bruno Conceição (GR), Neto, Telmo e Campinho
Amarelos: Javier Cohene (20'), Steven Vitória (43'), Djalmir (48') e Guga (88') Amarelos: Ruben (26'), , Tito (50') e Ukra (87')

GOLOS

1-0 por Toy (08')
2-0 por Fellipe Cardoso (11')
2-1 por Yazalde (45')

 
 

RECORTES DE IMPRENSA

Tranquilidade no reencontro
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)   Por: A. M.


No reencontro de Diamantino Miranda com o Varzim, equipa que orientou até Dezembro, antes de sair para o Olhanense, os algarvios entraram como tudo e marcaram dois golos, nos primeiros remates que fizeram. Os poveiros ainda reduziram, mas não voltaram a importunar a baliza dos algarvios, que até poderiam ter aumentado a vantagem caso, aos 65', fosse assinalado um penálti por falta sobre Gomis.


Diamantino Miranda: "Tecnicamente não fizemos um bom jogo, mas já garantimos a manutenção"

Rui Dias: "Entrámos mal e não fomos competentes, estou descontente com equipa"

ALGARVIOS JUSTIFICARAM VITÓRIA
Marcar e controlar
Em: "A Bola" (www.abola.pt)   Por: João José PEdro

POVEIROS SOFRERAM GOLOS NOS 15 MINUTOS INICIAIS DOS ÚLTIMOS 5 JOGOS
Aproveitar a síndroma

Em: "Record" (www.record.pt)   Por: Armando Alves


O Varzim somou o quinto jogo consecutivo a sofrer golos nos 15 minutos iniciais. "Sabíamos dessa espécie de psicose e a nossa aposta passou por resolver a questão depressa", confidenciou o treinador do Olhanense, Diamantino Miranda. Os algarvios beneficiaram com os resultados da ronda e estão agora a 5 pontos da zona de subida.

Foi, de facto, uma entrada a todo o gás da turma de Olhão: um bom movimento colectivo (iniciativa de Messi, assistência de Guga e remate violento de Toy) abriu a contagem e, antes que o Varzim reagisse, Fellipe Cardoso marcou um golo incrível: rematou sobre a linha de fundo e Bruno Vale ficou a ver a bola passar, num "frango" de todo o tamanho...

A perder bem cedo, e logo por 2-0, o Varzim foi, aos poucos, assumindo o comando das operações, mas sem profundidade ofensiva, valendo-se de lances de bola parada para criar perigo. À beira do intervalo, contudo, o melhor lance dos poveiros rendeu o 2-1, num belo trabalho de Yazalde no interior da área.

Na segunda parte, Rui Dias alargou a frente de ataque, mas sem sucesso: o Varzim usufruiu de mais tempo de posse de bola e esteve instalado no meio-campo contrário em largos períodos, não criando, porém, uma única oportunidade de golo.

O árbitro permitiu que as duas equipas actuassem com cores idênticas na primeira parte e deixou por marcar uma grande penalidade (e também ficou por exibir o vermelho a Alexandre) quando Gomis foi agarrado dentro da área.

PENÁLTI PERDOADO A POVEIROS
Tudo resolvido logo a abrir

Em: "Correio da Manhã" (www.correiomanha.pt)   Por: Armando Alves


Uma entrada de rompante foi o suficiente para o Olhanense bater o Varzim e reentrar nas contas da subida. Os algarvios voltaram às vitórias (2-1), após três jogos sem êxitos, e estão agora a cinco pontos do segundo colocado.

Um bom lance em progressão iniciado por Messi, continuado por Guga e concluído por Toy rendeu o golo inaugural. O Varzim sentiu o golpe e nem teve tempo para reagir: do lado esquerdo, em cima da linha de fundo, Fellipe Cardoso ‘inventou’ um golo estranho, com muitas culpas para o guardião Bruno Vale.

Um 2-0 madrugador que deixou tudo decidido. O Varzim assumiu o comando das operações mas só criou perigo em lances de bola parada (livre de Emanuel e desvio de cabeça de Nuno Gomes após livre), acabando por reduzir à beira do intervalo, na melhor jogada dos poveiros ao longo de todo o encontro. Após boa movimentação colectiva, Yazalde recebeu a bola na área, rodou e atirou com colocação para o fundo da baliza.

Na segunda parte o jogo perdeu qualidade e a bola andou quase sempre longe das balizas. O técnico do Varzim alargou a frente de ataque mas a sua equipa mostrou-se inoperante no aspecto ofensivo: nem uma oportunidade para amostra, na metade final da partida...

O Olhanense poderia ter ficado mais tranquilo num lance em que o árbitro cometeu um erro clamoroso. Alexandre agarrou Gomis dentro da área e Vasco Santos não fez o que lhe competia: marcar grande penalidade e exibir o cartão vermelho ao jogador do Varzim.

Entrada de rompante rumo à manutenção
Região Sul" (www.regiao-sul.pt)   Por: Edgar Pires


Com uma entrada de rompante e uma vantagem de dois golos aos 11 minutos, o Olhanense rumou à vitória e terá praticamente garantido a manutenção na Liga Vitalis, segundo o treinador Diamantino Miranda.

O técnico teve um reencontro de sucesso com os poveiros, que treinou até Dezembro último, aproveitando, como declarou no final, a “psicose” do Varzim, que sofreu golos nos primeiros quinze minutos dos últimos cinco jogos…

Com esta vitória caseira – a quarta em cinco jogos, desde que Diamantino tomou conta dos destinos rubronegros, melhorando bastante o registo anterior de Álvaro Magalhães –, os algarvios ficaram mais próximos da zona de subida, beneficiando dos maus resultados de Trofense e Vizela.

Sem nada que o fizesse prever, depois de um início muito lento, o Olhanense rematou duas vezes à baliza adversária e marcou dois golos de rajada, em apenas três minutos.

Toy assinou o primeiro golo, concluindo com um remate forte uma boa jogada entre Messi e Guga. Pouco depois, Fellipe Cardoso aumentou a contagem, marcando de ângulo impossível, entre Bruno Vale e o poste.

Com uma desvantagem clara aos 11 minutos, não restou ao Varzim outra hipótese que não fosse pegar na partida, empurrando o Olhanense para o seu meio-campo. O domínio territorial nunca produziu, contudo, jogadas perigosas. Os poveiros só criavam perigo em lances de bola parada – e, entretanto, até foi Messi a estar perto do 3-0 – até que, em cima dos 45 minutos, Yazalde atenuou a diferença no marcador, aproveitando um enorme “buraco” no centro da defesa local.

Rui Dias tentou tudo, no segundo tempo, para que a equipa chegasse ao empate, colocando elementos ofensivos em campo, mas os varzinistas raramente conseguiram “carburar”, não rematando uma única vez à baliza. Mais preocupado em defender a magra vantagem, o Olhanense também pouco arriscou no ataque. Sem atirar à baliza defendida pelo internacional A Bruno Vale, pertenceu-lhe, porém, o lance mais perigoso do segundo tempo, quando Gomis cabeceou ao lado.

Diamantino Miranda estava satisfeito não apenas pela vitória mas mais pelo objectivo cumprido. “Hoje, com estes três pontos, livrámo-nos da descida”, asseverou, na conferência de imprensa. Será que o Olhanense pode pensar na subida? “A partir de agora, tudo o que vier a mais será um extra, um bónus. Mas, como sou uma pessoa ambiciosa, garanto que vamos continuar a dar luta, com todas as nossas forças…”

Na próxima jornada, os algarvios defrontam o líder Rio Ave, em Vila do Conde, e as duas semanas de descanso são benéficas. “Ainda bem, vamos parar para pensar e assentar ideias. As pessoas não imaginam o desgaste físico que Olhanense e Portimonense têm, em virtude das muitas viagens”, sublinhou Diamantino Miranda.

Sobre o jogo de ontem, o treinador considerou a vitória “justa”, alicerçada no conhecimento do adversário. “Sabíamos que vivem da psicose de sofrerem golos nos primeiros minutos e a nossa estratégia passava por resolver nos minutos iniciais e controlar a partida.”

“Foi isso que aconteceu, embora com um pouco mais de sofrimento do que esperava. Apesar do domínio territorial, consentido por nós, o Varzim não criou uma oportunidade de golo”, acrescentou.

O técnico do Varzim, Rui Dias, exteriorizou a sua mágoa pelo primeiro quarto de hora da sua equipa. “Estávamos avisados mas voltámos a errar da mesma forma, voltámos a entrar mal, ou seja, não fomos competentes”, assinalou, acrescentando: “Tentámos tudo, no segundo tempo, mas a concentração de jogadores do Olhanense na sua defensiva era tal que não conseguimos os nossos objectivos.”

 
 

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 AVES 1  GONDOMAR 0
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