[ Domingo, 16 de Dezembro de 2007 ]

 

13.ª JORNADA
II LIGA DE HONRA / LIGA VITALIS

 

OLHANENSE, 1 - FÁTIMA, 1

Estádio José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Cosme Machado (AF Braga)

OLHANENSE: Paulo Ribeiro; Pedro Correia, Sandro, Javier Cohene e Hugo Luz; Steven Vitória (Rui Duarte, 61’) e Loukima; Toy, Guga (Daniel Carriço, 84’) e Fumo (Gomis, 72’); Djalmir;

FÁTIMA: Pedro Duarte; Marco Airosa (Duarte, 70’), Jorge Teixeira, Veríssimo e Bispo; João Fonseca, Joel e Falardo; Moreira, Saleiro (Cícero, 83’) e Marinho (Samuel, 74’);

TREINADOR: Álvaro Magalhães TREINADOR: Rui Vitória
SNU: Walter (GR), Ricardo Silva, Mbida Messi e Jaime SNU: Nuno Ribeiro (GR), Ricardo Jorge, Miguel Xavier e Nuno Gomes
Amarelo: Fumo (45’) e Loukima (69’) Amarelos: Joel (32’), João Fonseca (60’) e Veríssimo (62’)

GOLOS

0-1 por Marinho (57’)
1-1 por Djalmir (63’) de G.P.
 
 

RECORTES DE IMPRENSA

ALGARVIOS MERECIAM MAIS FACE À MELHORIA APÓS O DESCANSO
Boa segunda parte sem o devido prémio

Em: "Record" (www.record.pt)   Por: Armando Alves


O fraco rendimento caseiro do Olhanense poderia ter ontem subido uns furos, pois a equipa algarvia merecia a vitória, face ao domínio exercido na segunda parte.

Faltou algum acerto na finalização e, também, uma pontinha de sorte, sobrando ainda razões de queixa do árbitro: Cosme Machado assinalou um penálti evidente contra o Fátima, mas deixou dois outros por marcar – Veríssimo agarrou Djalmir na área (51') e Bispo, num lance documentado da melhor forma pela foto
ACIMA, evitou com o braço esquerdo que um cabeceamento de Toy tivesse sucesso (86').

Na primeira parte, as ocasiões de golo escassearam e o Fátima esteve melhor, tirando proveito do futebol demasiado atabalhoado dos locais, que recorreram amiúde a iniciativas individuais, sem mostrarem ligação entre os seus sectores.

O intervalo fez bem aos algarvios: em apenas cinco minutos produziram mais lances perigosos que em toda a metade inicial... O guarda-redes Pedro Duarte, que tivera possivelmente os 45 minutos mais tranquilos da época, passou a necessitar de aplicar-se a fundo.

Porém, na primeira surtida à área contrária após o descanso, o Fátima marcou: Marinho correspondeu da melhor forma a um cruzamento rasteiro, da direita, de Falardo.

O Olhanense reagiu, Guga atirou a um poste, num livre, e Djalmir fez o seu primeiro golo da época, depois de Veríssimo jogar a bola com as mãos. Os algarvios continuaram a pressionar e Sandro não aproveitou uma soberana ocasião, quando o guardião Pedro Duarte largou a bola à sua frente, numa segunda parte bem conseguida e pressionante da equipa de Álvaro Magalhães, com o Fátima, muito encolhido, a sentir grandes dificuldades.

ALGARVIOS FORAM PERDULÁRIOS E EMPATARAM
Cinco minutos de emoção

Em: "A Bola" (www.abola.pt)   Por: João José Pedro

Algarvios atrás do prejuízo
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)   Por: Tiago Griff


Depois de uma primeira parte morna, no segundo tempo o jogo subiu de nível e apesar do Olhanense ter entrado melhor, foi o Fátima a adiantar-se no marcador, por intermédio de Marinho, após assistência de Falardo. No entanto, os pupilos de Álvaro Magalhães não baixaram os braços e igualaram através de uma grande penalidade, convertida por Djalmir. Refira-se que o árbitro, Cosme Machado, ouviu fortes apupos das bancadas, no seguimento de dois supostos penáltis não assinalados a favor do Olhanense.


Álvaro Magalhães: "Fizemos uma grande segunda parte, mas faltou-nos sorte"

Rui Vitória: "Dominámos nos primeiros 45', mas não conseguimos vencer"

Olhanense não convence em casa
Em: "Região Sul" (www.regiao-sul.pt)   Por: Pedro Guerreiro


O Olhanense continua sem convencer no seu terreno e voltou a empatar (1-1), desta feita frente ao Fátima, num jogo em que a simplicidade talvez pudesse ter valido uma vitória à turma algarvia.

A primeira parte foi, aliás, para esquecer. O Fátima ia tendo a iniciativa ofensiva do jogo e alguns lances perigosos ao invés do Olhanense, que só em pontapés longos ou jogadas individuais muito confusas por parte de Fumo ou Toy conseguia chegar ao meio-campo contrário. O mesmo é dizer que o único remate com relativo perigo do Olhanense na primeira parte foi da autoria de Sandro, um central.

O intervalo chegou em boa altura para os da casa: nos primeiros cinco minutos, criaram mais oportunidades do que em toda a primeira parte. Mas, ironia do destino, seria o Fátima a inaugurar o marcador, quando num ataque rápido, Falardo cruzou da direita para Marinho aparecer isolado ao segundo poste rematando sem hipóteses para Paulo Ribeiro.

A vantagem dos forasteiros não durou, contudo, mais do que seis minutos. Veríssimo jogou a bola com a mão no interior da grande área, cometendo uma grande penalidade que Djalmir não falhou, empatando o encontro.

A partir daí, o Olhanense foi para cima do Fátima e pensou-se que o golo dos algarvios surgiria a qualquer momento, pelo volume de jogo ofensivo e oportunidades criadas. O facto é que o desacerto na hora da finalização e alguma falta de clarividência dos atacantes olhanenses arrastou a igualdade até ao fim do jogo.

Com uma segunda parte bem conseguida, o Olhanense mereceu talvez levar os três pontos, mas os adeptos quererão esquecer os primeiros 45’, em que o Fátima revelou manifesta superioridade ante um anfitrião que mostrava uma total falta de fio de jogo e desconexão entre sectores.

O árbitro foi algo contestado pelos adeptos da casa e com alguma razão. Apesar de bem em quase todos os capítulos, Cosme Machado deixou por assinalar duas situações de grande penalidade a favorecer a equipa algarvia.

Álvaro Magalhães suspirou ao chegar à sala de imprensa, visivelmente desiludido com o resultado, mas não com a “excelente exibição”, considerando que as “oportunidades criadas foram mais do que suficientes para ganhar”. Questionado sobre futuras contratações, mostrou-se confiante: “São estes os jogadores que temos e são estes que vão garantir a manutenção ao Olhanense.”

Rui Vitória sublinhou no final que “contra uma boa equipa, o jogo foi bastante interessante, com duas partes distintas”. Considerando que a sua “equipa dominou a primeira parte”, acrescentou que na segunda “houve mais luta, contra um excelente réplica do Olhanense”. Sobre o resultado, disse que “pode ser considerado justo”.

 
 

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