[ Domingo, 02 de Dezembro de 2007 ]

 

12.ª JORNADA
II LIGA DE HONRA / LIGA VITALIS

 

PORTIMONENSE, 2 - OLHANENSE, 1

Estádio Municipal de Portimão
Árbitro: Paulo Batista (AF Portalegre)

PORTIMONENSE: Michael Etulain; Ricardo Pessoa, Nuno André, Wellington e Emídio Rafael; Rui Ferreira (Raphael Freitas, 61’), Nuno Coelho e Tarantini; Paulo Sérgio (Maxi Bevacqua, 74’), Gonzalo e Tchomogo (Mamadou, 90+2’);

OLHANENSE: Paulo Ribeiro; Bruno Mestre, Sandro, Steven Vitória e Hugo Luz; Marco Couto, Loukima (Ricardo Silva, 88’); Pedro Correia (Fumo, 78’), Guga e Toy; Djalmir;

TREINADOR: Vítor Pontes TREINADOR: Álvaro Magalhães
SNU: Mário Felgueiras (GR), Carlos Manuel, Diogo e Carlitos SNU: Bruno Veríssimo (GR), Daniel Carriço, Rui Duarte, Gomis e João Martins
Amarelos: Rui Ferreira (54’), Raphael Freitas (70’) e Wellington (82’) Amarelos: Marco Couto (42’), Guga (48’), Bruno Mestre (76’), Bruno Veríssimo (82’) e Hugo Luz (90’)

GOLOS

0-1 por Toy (58’)
1-1 por Maxi Bevacqua (80’)
2-1 por Maxi Bevacqua (85’)
 
 

RECORTES DE IMPRENSA

Aposta Maxi deu bons frutos
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)   Por: T. G.


O Portimonense venceu pela primeira vez esta época, ao mesmo tempo que quebrou a invencibilidade do Olhanense fora de casa. Enquanto a equipa da casa parecia ter algum domínio na posse de bola, as jogadas de perigo eram quase sempre dos forasteiros, como foi o caso de uma oportunidade desperdiçada por Djalmir.

Após o reatamento, o ritmo de jogo subiu e o primeiro remate deu golo para o Olhanense. Toy não desperdiçou um passe de "morte" de Djalmir e abriu o marcador. A correr atrás do prejuízo, o Portimonense pegou no jogo e nunca mais "deu" Olhanense. Com a entrada de Maxi Bevacqua, que esteve em dúvida até ao último dia, o ataque ficou mais móvel e a partir de dois pontapés de canto o avançado argentino marcou dois golos.

Vítor pontes, treinador do portimonense: "Sabíamos que o opositor era forte e difícil e o jogo traduziu isso mesmo, mas fomos justos vencedores."

Álvaro Magalhães, treinador do olhanense: "Fomos a melhor equipa e quando já ninguém esperava sofremos dois golos de bola parada. Tiraram-nos três pontos."

CRENÇA PORTIMONENSE E UM AVANÇADO COM PONTARIA MÁXIMA
Triunfo saltou do banco

Em: "A Bola" (www.abola.pt)   Por: João José Pedro

EQUIPA DE PORTIMÃO CONSEGUE PRIMEIRA VITÓRIA
Maxi entra e vira o jogo

Em: "Record" (www.record.pt)   Por: Armando Alves


A tradição deixou de ser o que era para os vizinhos algarvios: o Portimonense estreou-se a ganhar (não o fazia na Liga Vitalis desde 29 de Abril) e o Olhanense a perder fora (tal não sucedia desde 22 de Abril), num jogo decidido, em lances de bola parada, por Maxi Bevacqua. O argentino marcou ontem tantos golos como os que contava em quase um ano ao serviço do Portimonense. A equipa conseguiu dois tentos pela primeira vez esta época e não o fazia, no campeonato, desde 22 de Abril...

A primeira parte teve poucos lances de perigo (nem um só remate na direcção das balizas) e o melhor pertenceu ao Olhanense, com Djalmir a servir Toy, que passou Etulain mas rematou ao lado. O primeiro tiro a uma baliza (Rui Ferreira, à figura) surgiu aos 57 minutos e, na resposta, Djalmir solicitou Toy que, desta vez, fez o golo.

O Portimonense acusou a desvantagem, o Olhanense parecia dono do jogo, mas Vítor Pontes colocou mais gente na frente e dois pontapés de canto proporcionaram a reviravolta. No primeiro Maxi cabeceou sem oposição e no segundo aproveitou a recarga, depois de Gonzalo acertar na barra.

Primeiro êxito do Portimonense
Super Maxi quebra jejum

Em: "Correio da Manhã" (www.correiomanha.pt)   Por: Armando Alves


Dois golos surgidos na sequência de lances de bola parada deram ontem ao Portimonense o primeiro triunfo na Liga Vitalis (2-1). A equipa alvinegra não ganhava no campeonato desde 29 de Abril, havia mais de sete meses, e o argentino Maxi Bevacqua cotou-se como a figura da tarde – saiu do banco quando o Olhanense estava em vantagem e consumou a reviravolta.

A turma de Olhão sofreu a primeira derrota da temporada longe do seu reduto – não perdia fora de portas desde 22 de Abril – e pode apenas queixar-se de si própria, face às desatenções registadas em dois pontapés de canto. No primeiro, Maxi Bevacqua surgiu a cabecear à vontade no meio da área e no segundo Gonzalo enviou a bola à barra, também de cabeça, e Maxi fez a recarga vitoriosa.

A primeira parte o jogo teve poucos motivos de interesse e não se registou um único remate enquadrado com as balizas. A melhor oportunidade de golo pertenceu ao Olhanense: Toy, lançado por Djalmir, passou pelo guarda-redes do Portimonense mas chutou para fora.

O segundo tempo foi mais animado. O primeiro remate na direcção de uma baliza surgiu aos 57 minutos (Rui Ferreira, frouxo e à figura de Paulo Ribeiro). Na resposta, o Olhanense, numa jogada em tudo idêntica à da primeira parte, desta vez com Toy, não perdoou. A perder, o Portimonense alargou a frente de ataque. Gonzalo cabeceou com perigo ao lado e, já nos minutos finais, surgiram os dois golos que deram a primeira vitória da época aos locais.

Maxi Bevacqua vira o jogo
Em: "Região Sul" (www.regiao-sul.pt)   Por: Edgar Pires


O Portimonense conseguiu quebrar hoje a série de maus resultados e venceu, pela primeira vez esta temporada na Liga Vitalis, o Olhanense, por 2-1, num duelo algarvio muito pobre, decidido com um “bis” de reviravolta de Maxi Bevacqua já nos últimos dez minutos.

Começa a parecer tradição mas o Olhanense tem servido, nas últimas épocas, para a equipa de Portimão encerrar maus ciclos: em Fevereiro deste ano, com um 1-0 (golo de João Vítor), já o conjunto do barlavento tinha concluído um período de um ano sem vencer em casa.

A equipa de Álvaro Magalhães, que seguia sem derrotas fora de casa na época 2007/2008, viu hoje concluir-se, também, essa série de bons resultados, acabando por cair face à excelente atitude dos locais na procura de uma vitória motivadora para a missão de tentar abandonar os lugares de descida.

O primeiro quarto de hora do encontro foi muito pobre: a bola teimava em sobrevoar o meio-campo, sucessivamente pontapeada de um lado para o outro. Um cabeceamento torto de Pedro Correia, aos 13’, abriu a estatística dos remates. Aos poucos, a tranquilidade com que o Olhanense encarou o jogo permitiu-lhe acalmar o seu futebol, enquanto do outro lado estava uma equipa “sobre brasas” e em dificuldade para criar lances de apuro na área contrária.

A melhor oportunidade neste período – uma perdida incrível – coube aos forasteiros, à passagem da meia-hora: Djalmir isolou Toy, que ultrapassou Etulain e, de baliza aberta, atirou escandalosamente ao lado. O Portimonense fechou a primeira parte mais dominador mas o melhor que conseguiu, em termos ofensivos, foi um tiro de meia distância, por cima, de Nuno Coelho, aos 34’.

Após o intervalo, a turma de Vítor Pontes tentou pegar no jogo, mas evidenciava uma gritante falta de soluções e de imaginação para ultrapassar a defesa rubronegra. A jogar em contra-ataque, o Olhanense chegou ao golo, aos 58’: Djalmir isolou Toy e este, na cara do guardião local, desta vez, não desperdiçou, atirando a contar.

Segurar a vantagem passou a ser, então, o principal objectivo da equipa de Álvaro Magalhães, que fechou todos os caminhos para a sua baliza, ante um conjunto que usava mais o coração que a razão para atacar.

O argentino Maxi Bevacqua – recuperado à última hora de uma lesão – foi a segunda aposta de Vítor Pontes para o ataque alvinegro e acabou por resultar em cheio, com dois golos em cinco minutos. Aos 80’, empatou o jogo, com um cabeceamento certeiro, após canto de Emídio Rafael, e aos 85’ marcou o golo do triunfo, respondendo de primeira, dentro da área, a um ressalto após tiro de Gonzalo à barra.

A atitude e perseverança dos alvinegros foi recompensada, com o resultado a castigar a inoperância de um Olhanense que, na etapa complementar, se limitou, após o golo de Toy, a defender o resultado.

Bevacqua dá primeira vitória
ao Portimonense

Em: "Observatório do Algarve" (www.observatoriodoalgarve.com)   Por: Tiago Griff


O Portimonense venceu pela primeira vez esta época, ao mesmo tempo que quebrou a invencibilidade do Olhanense fora de casa.

A primeira parte foi muito disputada a meio-campo, demonstrando algum atabalhoamento no fio de jogo de ambas as equipas. Enquanto a equipa da casa parecia ter algum domínio na posse de bola, as jogadas de perigo eram quase sempre do Olhanense, como foi o caso de um remate ao lado, rente ao poste de Michael, de Sandro, aos 26’.

No último quarto de hora da primeira parte o jogo desprendeu-se do meio-campo e a partida começou a ficar mais incisiva no último terço do terreno de ambas as equipas. Aos 29’, Gonzalo não chega por pouco a um livre de Paulo Sérgio e na resposta Toy falha de baliza aberta, numa boa jogada em que deitou o guarda-redes alvinegro.

Após o reatamento, o ritmo de jogo subiu e o primeiro remate deu golo para o Olhanense, com Toy a não desperdiçar um passe a isolar de Djalmir e a abrir o marcador. A correr atrás do prejuízo, o Portimonense pegou no jogo e nunca mais deu Olhanense.

Aos 73’ Tchomogo cruza tenso para a área e Gonzalo por pouco falha um remate com selo de golo. Sete minutos depois começa a reviravolta. Acabado de entrar, Maxi Bevacqua, que esteve em dúvida até ao último dia, pôs o ataque mais móvel e a partir de dois pontapés de canto o avançado argentino marcou dois golos.

O primeiro foi um cabeceamento dentro da área e o segundo nasceu de um remate de Gonzalo ao poste, que sobrou para Maxi rematar de primeira e fechar as contas.

 
 

OUTROS JOGOS DA JORNADA

 VIZELA 2  AVES 0
 GIL VICENTE 1  FREAMUNDE 0
 FÁTIMA 0  PENAFIEL 3
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 RIO AVE 1  TROFENSE 1
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