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Domingo, 23 de Setembro
de 2007 ]
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5.ª
JORNADA
II LIGA DE HONRA / LIGA VITALIS
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OLHANENSE, 0 - BEIRA MAR, 0
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Estádio
José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Hugo Miguel (AF Lisboa)
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Bruno Mestre, Sandro,
Javier Cohene e Hugo Luz; Marco Couto; Ricardo
Silva (Toy, 61'), Rui Duarte (Loukima, 46')
e Guga e Fumo (Mbida Messi, 84'); Djalmir;
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BEIRA
MAR: Luiz Almeida; Primo,
Ricardo, Fernando e Diogo Luís; João
Pedro, Fahel, Artur (Emerson, 73') e Maurinho;
Jessé (Roma, 61') e Camora (Vitinha,
85');
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TREINADOR:
Álvaro Magalhães |
TREINADOR:
Rogério Gonçalves |
| SNU:
Paulo Ribeiro (GR), Pedro Correia, Jaime e Gomis |
SNU:
Bruno Sousa (GR), Buba, Ratinho e Mateus |
| Amarelos:
Fumo (57') e Sandro (90'+04') |
Amarelos:
Diogo Luís (28'), Fahel (89') e Vitinha
(90'+01') |
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RECORTES
DE IMPRENSA
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Balizas
amaldiçoadas
Em:
"Região Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires
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O Estádio José
Arcanjo começa a parecer amaldiçoado:
com três jogos caseiros disputados,
o Olhanense continua sem triunfar mas, ontem,
merecia melhor resultado que o nulo verificado
com o Beira Mar.
Depois de uma primeira parte relativamente
pobre, embora com maior domínio dos
aveirenses, no segundo tempo os locais dominaram
por completo e só não venceram
por manifesta ineficácia ofensiva.
Ainda assim, foi o Olhanense quem arrancou
melhor, com a melhor oportunidade a chegar
aos 24 minutos, com um cabeceamento de Djalmir
às malhas laterais.
No entanto, a falta de homens a meio-campo
fez com que a equipa de Álvaro Magalhães
perdesse, gradualmente, o controlo da partida
nesse sector, o que só não foi
aproveitado pelo Beira Mar por que os forasteiros
também mostraram incapacidade em criar
lances de perigo.
O treinador do Olhanense apostou em Loukima
ao intervalo e, em virtude dessa alteração,
a equipa algarvia encontrou-se de novo, empurrando
o Beira Mar para a sua área e não
lhe concedendo espaço para possíveis
contra-ataques. A entrada de Toy trouxe ainda
maior dinâmica ao ataque rubronegro,
porém, Fumo e Djalmir, por diversas
ocasiões, não foram capazes
de acertar na baliza de Luiz Almeida, mantendo-se
o nulo até ao apito final.
Na conferência de imprensa, Álvaro
Magalhães lamentou-se, não só
pela incapacidade ofensiva da sua equipa como
pela arbitragem. Arrancámos
bem na primeira parte mas, depois, o nosso
meio-campo não agarrou
o jogo, perdemos consistência. Contudo,
após o intervalo, houve uma mudança
positiva: dominámos o segundo tempo,
fomos claramente a melhor equipa e a vitória
seria o resultado mais justo, disse.
Sobre a arbitragem, o técnico do Olhanense
foi curto e directo. Sinto que existe
uma perseguição ao clube. Temos
sido prejudicados desde que aqui cheguei,
sublinhou, sem querer tecer mais comentários.
Quando questionado sobre o facto de viver
com muita emoção as partidas,
uma resposta
profunda: Eu não
vivo o jogo, eu leio o jogo.
Rogério Gonçalves sustentou
que o empate foi o resultado mais
correcto depois de 90 minutos claramente
divididos: Na primeira parte, fomos
melhores, controlámos o jogo e criámos
diversas oportunidades. Depois, o Olhanense
teve um claro ascendente e criou algumas ocasiões
de golo.
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ALGARVIOS
CONTINUAM SEM CONSEGUIR VENCER EM CASA
Equilíbrio na inépcia
Em:
"Record" (www.record.pt)
Por: José Mealha
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Os adeptos do Olhanense continuam
sem saber qual o sabor da vitória nos
jogos no José Arcanjo, pois a equipa
de Álvaro Magalhães não
conseguiu melhor que um empate, frente ao candidato
Beira-Mar, num jogo equilibrado mas com poucas
oportunidades de parte a parte.
Aliás, para marcar golos há que
rematar e isso pouco se viu ontem no José
Arcanjo, quer por parte do Olhanense quer do
Beira-Mar. O jogo até nem foi mau, com
o Olhanense a entrar melhor e a tomar as rédeas
do jogo.
Álvaro Magalhães apresentou um
onze algo diferente daquele que empatou uma
semana antes em casa, com o Santa Clara, fazendo
alinhar de início Djalmir e Ricardo Silva
e colocando atrás do goleador da equipa
Guga, o qual se cotou como a melhor unidade
dos algarvios.
Todas as jogadas de ataque passavam pelo experiente
jogador, o qual tinha o apoio de Rui Duarte.
No entanto, os remates à baliza de Luís
Almeida eram quase que inexistentes. Do outro
lado, Bruno Veríssimo era pouco mais
que um mero espectador.
Por seu turno, o Beira-Mar, bem escalonado na
sua defensiva, não abria espaços
e sempre que podia tentava criar perigo, mas
de uma forma pouco consistente.
Na segunda parte Álvaro Magalhães
deixou Rui Duarte nos balneários e fez
entrar Loukima. E a verdade é que o Olhanense
voltou a controlar o jogo surgindo bem mais
perigoso junto à baliza de Luiz Almeida.
Mas a verdade é que os golos não
apareceram, pois apesar do bom trabalho de Guga
e depois de Toy, que entrou a substituir Ricardo
Silva, os dianteiros Fumo e Djalmir não
conseguiam rematar com êxito. Por isso,
o resultado acaba por se aceitar, num jogo muito
disputado a meio campo, com uma arbitragem tendenciosa
de Hugo Miguel, sempre em prejuízo do
Olhanense.
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ALGARVIOS
NÃO GANHARAM POR CULPA PRÓPRIA
Candidato sem chama
Em:
"A Bola" (www.abola.pt)
Por: João José Pedro
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Jogar
na casa assombrada
Em:
"O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís
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O
nulo na partida entre olhanenses e aveirenses
justifica-se pela ineficácia das
duas linhas avançadas, sendo certo
que a última meia hora do período
inicial de jogo foi de domínio
forasteiro e a segunda metade da partida
pertenceu por completo aos visitados.
Decididamente, a matreira e bem estruturada
formação aveirense não
foi o melhor adversário para o
Olhanense conquistar a primeira vitória
caseira, sendo ainda notória a
ausência de jovens internacionais
portugueses emprestados pelos três
grandes, como os lesionados Steven Vitória
e Daniel Carriço, ou os suplentes,
por opção, Pedro Correia
e João Martins.
A equipa de Olhão parece estar
a sofrer de uma espécie de "maldição"
do factor casa, além disso não
tirou partido do regresso dos lesionados
Rui Duarte, Ricardo Silva e Djalmir, um
trio determinante na equipa de Álvaro
Magalhães, mas com natural falta
de ritmo competitivo e entrosamento com
o resto do conjunto, muito por culpa do
longo período de inactividade.
É verdade que as alterações
efectuadas pelo técnico dos leões
de Olhão após o intervalo
deram os seus frutos, e o Olhanense só
não venceu a partida, porque a
linha avançada algarvia continua
altamente perdulária. A culpa,
porém, também tem de ser
repartida com o "tampão"
que o técnico forasteiro utilizou
na linha intermediária para obviar
à supremacia caseira, até
ao apito final de um árbitro que
cometeu alguns deslizes, embora sem influência
no resultado.
Álvaro Magalhães:
"Tenho razões de queixa do
trabalho do árbitro"
"Estou descontente e com razões
de queixa do trabalho do árbitro.
Dominámos os primeiros 15 a 20
minutos, depois o nosso meio-campo não
agarrou o jogo. O segundo tempo foi todo
do Olhanense, mas faltou-nos a estrelinha
para chegar ao golo"
Rogério Gonçalves
"Na segunda parte sofremos com o
calor"
"Controlámos o jogo na primeira
metade e criámos algumas oportunidades
de golo. Na segunda parte, o Olhanense
foi superior, e nós sofremos com
o calor que se fez sentir. O resultado
está certo, defrontámos
uma equipa de valor, mas não viemos
cá jogar para o empate" |
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OUTROS
JOGOS DA JORNADA
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FÁTIMA |
3 |
GONDOMAR |
2 |
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VIZELA
|
2 |
RIO
AVE |
0 |
|
AVES |
2 |
VARZIM
|
1 |
| SANTA
CLARA |
2 |
PORTIMONENSE |
1 |
| GIL
VICENTE |
1 |
FEIRENSE |
0 |
| PENAFIEL |
1 |
ESTORIL-PRAIA |
2 |
| FREAMUNDE |
0 |
TROFENSE |
2 |
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