[ Domingo, 20 de Maio de 2007 ]

 

30.ª JORNADA - II LIGA DE HONRA

 

V. GUIMARÃES, 1 - OLHANENSE, 1

Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães
Árbitro: Paulo Baptista (AF Portalegre)

V. GUIMARÃES: Nilson (Serginho, 71’); Rissutt (Vítor Moreno, 68’), Danilo, Geromel e Hélder Cabral; Flávio Meireles, Otacílio e Desmarets; Targino (Tchomogo, 56’), Ghilas e Brasília;

OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Zezinho, Vasco Fernandes, Dorival e Hugo Luz; Loukima e Marco Couto; Marco Airosa (Narcisse, 63’), Mbida Messi (Diogo Cunha, 73’) e Gomis; Ricardo Silva (Jaime, 82’);

SNU: Sereno, Momha, Pélé e Bacari

SNU: Mijanovic (GR), João Comboio, Branquinho e David Nuñez

TREINADOR: Manuel Cajuda TREINADOR: Álvaro Magalhães
Amarelos: Rissutt (37’) e Geromel (87’) Amarelos: Loukima (14’), Mbida Messi (37’) e Zezinho (69’)

GOLOS

0-1 por Ricardo Silva (04’)
1-1 por Desmarets (12’)

 

OUTROS JOGOS DA JORNADA

 FEIRENSE 1 O. MOSCAVIDE 0
 TROFENSE 2  VARZIM 0
 SANTA CLARA 2   GIL VICENTE 1
 ESTORIL 2  PENAFIEL 1
 PORTIMONENSE 1  GONDOMAR 2
 LEIXÕES 3  CHAVES 0
 RIO AVE 2  VIZELA 1
 

CLASSIFICAÇÃO

 

RECORTES DE IMPRENSA

QUASE 30 MIL PESSOAS NO JOGO DA CONSAGRAÇÃO
Rei Vitória celebra
Em: "Record" (www.record.pt) Por: Carlos Manuel Freitas


Um jogo, uma festa. O V. Guimarães-Olhanense teve a alegria genuína e explosiva de um estádio cheio de festa. 29.810 espectadores nas bancadas eclodiram a imagem multicolor do festim branco, o padrão usual dos vitorianos numa semana de grandes festejos.

O jogo rapidamente sofreu vertigem no marcador. O avançado Ricardo Silva desferiu um remate bem colocado e abriu o activo (3'). A adrenalina dos aficcionados não seria abalada e os jogadores do Vitória foram capazes de reencontrar, pouco depois, o caminho do golo. A equipa crescia, Ghilas fintava e fabricava o lance que Desmarets não desperdiçou na cara de Veríssimo, restaurando a alegria do povo (12').

A multidão gigante consumiu o momento do empate e sentiu o contentamento da espada do rei sobre a cabeça do Olhanense. E se a formação visitante foi desmancha-prazeres na parte inicial, as duas equipas começaram a travar e a mostrar falta de capacidade para inventar espaços para impor os seus argumentos. O empate ajusta-se. E Cajuda, alvo do interesse da grande família vitoriana, subiu ao trono do poder. Um rei com coroa. Tudo terminou com a grande invasão do relvado e um pano gigante a anunciar o regresso do rei.

EMPATE NÃO IMPEDIU EFUSIVA FESTA VITORIANA
O golo agoirento
Em: "A Bola" (www.abola.pt)   Por: Nuno Pedro Fernandes


Ghilas garante a festa
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt) Por: L. D.


Ghilas evitou o desaire em dia de consagração. O tento obtido pelo atacante vitoriano, na resposta à vantagem do adversário conquistada por Ricardo Silva, constituiu o momento alto da jornada dos locais e permitiu a continuidade dos festejos sem qualquer amargo de boca especial, até porque bem perto, no Estádio do Mar, o Leixões cedo ganhou uma vantagem confortável e colocou a equipa da Cidade-Berço fora da luta pelo título. O D. Afonso Henriques foi por isso palco de poucas emoções que, em virtude da menor intensidade do confronto, apenas se fizeram sentir a espaços, nomeadamente quando da obtenção da igualdade, altura em que por ligeiros momentos surgiu nas bancadas a "hola" mexicana. As circunstâncias permitiram a estreia absoluta do guarda-redes Serginho em jogos oficiais e a de Vítor Moreno na era Cajuda.

Sem capacidade para contagiar as bancadas apesar da boa vontade, os profissionais vitorianos acabaram surpreendidos por um mar de associados e adeptos vitorianos, essencialmente jovens, que invadiram o relvado e de forma pacifica procuraram chegar mais perto dos seus ídolos, que entretanto "fugiram" para os balneários, mas de onde regressaram pouco depois para - com Manuel Cajuda - dar mais cor à festa.

 

 

 

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