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Domingo, 15 de Abril 2007 ]
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25.ª
JORNADA - II LIGA DE HONRA
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OLHANENSE, 1 - LEIXÕES, 2
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Estádio
José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Paulo Baptista (AF Portalegre)
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Bruno Mestre, Vasco
Fernandes (Narcisse, 73'), Dorival e Hugo Luz;
Marco Couto e Loukima; Marco Airosa (Branquinho,
63'), Rui Duarte e Gomis (Rui Miguel, 81');
Djalmir;
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LEIXÕES:
Beto; Nuno Silva (Jorge Gonçalves, 46'),
Elvis, Joel e Nuno Amaro; Jorge Duarte e Malafaia
(Filipe, 63'); Marco Cadete, Pedro Cervantes
(Moita, 63') e Hugo Morais; Roberto;
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SNU:
Mijanovic (GR), Comboio, Ricardo Silva e Zezinho
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SNU:
Fonseca (GR), Bruno China, Alexandre e Leandro
Tatu
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TREINADOR:
Álvaro Magalhães |
TREINADOR:
Vitor Oliveira |
| Amarelos:
Loukima (70') e Rui Duarte (79') |
Amarelos:
Nuno Silva (37') |
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GOLOS
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| 0-1
por Jorge Gonçalves (54') |
| 1-1
por Loukima (55') |
| 1-2
por Jorge Gonçalves (77') |
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OUTROS
JOGOS DA JORNADA
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| VIZELA |
2 |
SANTA
CLARA |
0 |
| PORTIMONENSE |
1 |
O.
MOSCAVIDE |
1 |
| PENAFIEL |
0 |
CHAVES |
0 |
| V.
GUIMARÃES |
3 |
ESTORIL |
1 |
| GONDOMAR |
1 |
FEIRENSE |
0 |
| RIO
AVE |
2 |
TROFENSE |
1 |
| VARZIM |
0 |
G.
VICENTE |
0 |
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CLASSIFICAÇÃO
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RECORTES
DE IMPRENSA
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JORGE
GONÇALVES ENTROU AOS 45' E BISOU
Solução
saiu do banco
Em:
"Record" (www.record.pt)
Por: J. M.
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O Leixões deu um importante passo rumo
à subida, ao vencer em Olhão
num jogo emotivo e correcto, onde não
faltou apoio ao conjunto de Matosinhos, que
fez deslocar ao Algarve quase 1.000 adeptos.
O Olhanense dispôs no primeiro tempo
das melhores oportunidades para marcar, mas
a pontaria dos seus dianteiros não
estava afinada. O árbitro Paulo Baptista
ainda fez vista grossa a uma grande penalidade,
quando Djalmir foi puxado dentro da área
por Joel.
No segundo tempo, o Leixões foi o melhor
conjunto, muito por culpa de Jorge Gonçalves,
que entrou para o lugar de Nuno Silva e marcou
os dois golos que valeram os três preciosos
pontos. Os locais reagiram bem ao primeiro
tento sofrido, pois empataram no minuto seguinte,
mas o conjunto nortenho puxou dos galões
e explicou o porquê da sua situação
classificativa. A lesão de Vasco Fernandes
também contribuiu para a derrota algarvia.
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GIL
VICENTE SEMPRE MAIS PERTO DO TRIUNFO
Veríssimo
para recordar
Em:
"A Bola" (www.abola.pt)
Por: Jorge Anjinho
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Exibição
fica para depois
Em: "O Jogo"
(www.ojogo.pt)
Por: Luís Pedro Ferreira
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Não
foi um desempenho brilhante do Leixões,
conforme pedira o técnico Vítor
Oliveira à saída da ronda anterior,
na qual venceu o Gondomar em casa. No entanto,
nas hostes matosinhenses ninguém se
importou com a exibição. A bem
dizer, essa pode ficar para depois, pois importante
mesmo era ganhar ao Olhanense e esperar pelos
resultados dos outros concorrentes à
subida.
Com ouvidos na rádio, os adversários
não venciam, e o empate até
parecia benéfico para os nortenhos.
Assim, nos 45' iniciais, o Leixões
não jogou, limitou-se a fazer um remate
à baliza e ainda viu Beto salvar duas
ocasiões de golo do Olhanense.
A segunda parte, porém, trouxe consigo
Jorge Gonçalves, que seria decisivo
para os matosinhenses voltarem a vencer fora
de casa já não acontecia
desde a jornada 15, em Chaves e garantirem
a segunda vitória de sempre no José
Arcanjo. E, logo que o camisola 19 fez o 1-0,
o jogo mudou para melhor. Aos 56',
e dois minutos depois de o Leixões
estar em vantagem, Loukima empatou. Parecia
que, além da exibição,
o resultado também não ia ser
grande coisa para os matosinhenses, mas Vítor
Oliveira mexeu de novo e "actualizou"
o meio-campo, com Pedro Moita e Filipe, que
fizeram a equipa render mais. Os rubro-brancos
começaram a criar perigo, até
Jorge Gonçalves resolver, alegrando
os adeptos eram tantos que parecia
que o País fizera o pino. Com o controlo
até final, a equipa garantiu boa disposição
no regresso a casa e aumentou a distância
para o terceiro.
Álvaro Magalhães e os golos
sofridos
"São inadmissíveis...
nem nas escolinhas!"
O técnico Álvaro Magalhães
considerou ter havido "injustiça
no resultado", já que, sobretudo
na primeira parte, a sua equipa "jogou
com grande qualidade". No entanto,
o treinador não deixou de advertir
os jogadores pela forma como sofreram os dois
golos: "São tentos inadmissíveis,
sobretudo o primeiro. Nem nas escolinhas isso
acontece, mas é bom lembrar que ficou
uma grande penalidade por marcar",
acrescentou. Num encolher de ombros, Álvaro
Magalhães admitiu que a sua formação
não encontrou a fórmula apropriada
para dar a volta ao resultado, "jogando
mais com o coração do que com
a cabeça".
Vítor Oliveira e a má primeira
parte
"Demos 45 minutos de avanço"
Vítor Oliveira, treinador do Leixões,
considerou a vitória "justa",
mas com uma primeira parte "bastante
fraca" por parte da sua equipa. "Demos
45 minutos de avanço, mas, depois do
intervalo, rectificámos e entrámos
muito bem. Aliás, nesta fase, o nosso
adversário só conseguiu jogar
em contra-ataque, o que diz bem da nossa atitude",
salientou. Para Vítor Oliveira, o Leixões
"deu um passo importante"
na luta pela subida à I Liga, alertando
o treinador, porém, para o facto de
ainda "faltarem cinco finais".
"Os resultados de hoje dos nossos
adversários directos também
ajudaram", recordou.
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Suplente
de luxo
Em: "Região
Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires
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O Olhanense foi derrotado pelo Leixões,
em casa, por 1-2, desperdiçando a oportunidade
de se afastar ainda mais da zona de despromoção.
A entrada de Jorge Gonçalves, ao intervalo,
desequilibrou a partida a favor dos candidatos
à subida à Liga.
Ao trazer mais de 1000 adeptos a Olhão
que ajudaram à melhor casa da
época, a rondar os 5000 mil espectadores
, o Leixões contribuiu para uma
bela tarde de futebol, com um ambiente notável
fora das quatro linhas antes e durante a partida.
A equipa da casa arrancou melhor, pegando
nas rédeas do jogo logo após
o apito inicial. O Leixões, na primeira
parte, foi uma equipa de expectativa, mais
preocupada em guardar o empate e esperar pelos
resultados dos adversários. Assim,
os lances de perigo durante a primeira parte
pertenceram ao Olhanense, iniciados por lances
de Marco Airosa e Rui Duarte que acabaram
nas mãos de Beto.
Entretanto, aos 15 minutos, um lance polémico:
uma grande penalidade ficou por assinalar,
por puxão de Joel a Djalmir. O árbitro,
bem colocado, entendeu deixar seguir o jogo.
Até ao intervalo, o perigo esteve sempre
mais perto da baliza de Beto, que evitou golo
em remates de Dorival (29') e Rui Duarte (44').
Do outro lado, Roberto bem pedia apoio mas
o meio-campo do Leixões foi sempre
muito lento nas transições ofensivas.
Na segunda parte, Vítor Oliveira tirou
"um coelho da cartola" chamado Jorge
Gonçalves que, com um bis, daria à
sua equipa a primeira vitória fora
de casa da segunda volta. O avançado
abriu a contagem aos 54 minutos, aproveitando
a apatia dos defesas locais, que pediam falta
sobre Vasco Fernandes.
Então, o Olhanense respondeu bem: um
minuto depois, Loukima, em jogada individual,
da esquerda para posição central,
rematou de forma certeira e empatou o jogo.
Depois, a equipa da casa caiu de produção,
deixando o encontro nas mãos do Leixões.
Aos 62 minutos, o aviso para o que viria depois:
Roberto atirou ao poste e, na recarga, Hugo
Morais rematou por cima.
Aos 77 minutos, chegou o tento que valeu três
pontos: Hugo Morais, na esquerda, centra rasteiro
e Jorge Gonçalves, numa pequena área
em que estava sozinho ante cinco adversários,
surge nas costas de Hugo Luz para desviar
para a baliza de Bruno Veríssimo.
Nos últimos minutos, o Olhanense bem
tentou as substituições
de Álvaro Magalhães, ao contrário
do que tem acontecido, não provocaram
mudanças no jogo , mas seria
o Leixões a desperdiçar nova
oportunidade flagrante, por Hugo Morais.
O técnico do Olhanense, Álvaro
Magalhães, era um homem desiludido
perante a "injustiça no resultado".
"Na primeira parte, jogámos
a grande nível e, no segundo tempo,
sofremos dois golos inadmissíveis,
sobretudo o primeiro nem nas escolinhas
deve acontecer", considerou.
Vítor Oliveira, treinador do Leixões,
realçou que o resultado estava consentâneo
com o que se passou em campo. "A vitória
aceita-se por aquilo que produzimos no segundo
tempo, depois de termos dado 45 minutos de
avanço." Foi "um passo
importante" na luta pela subida,
mas, sustentou, "ainda faltam cinco
finais".
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Jorge
Gonçalves foi o ás de trunfo
Em: "Matosinhos
Hoje" (www.matosinhoshoje.com)
Por: Luís Pedro Ferreira
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O Leixões
deu um passo importante para regressar ao
convívio dos grandes, ao
vencer fora o Olhanense, num campo onde já
não sabia o que era ganhar há
trinta anos. A equipa de Vítor Oliveira
foi mais eficaz no segundo tempo, em que exerceu
um forte domínio, enquanto o Olhanense
não conseguiu rentabilizar a maior
posse de bola na primeira parte.
O conjunto algarvio, orientado por Álvaro
Magalhães, que terminou a carreira
de futebolista ao serviço do Leixões,
começou por ser dono e senhor da primeira
parte do jogo, exercendo maior domínio,
embora sem criar ocasiões de grande
perigo. Nos poucos lances a suscitar atenção,
Beto mostrou-se uma barreira intransponível.
Marco Airosa e Rui Duarte abriram as hostilidades,
com cruzamentos interceptados pelo guarda-redes
do Leixões, antes do lance polémico
do encontro, aos 20 minutos, quando Djalmir
caiu na área do Leixões, embora
sem qualquer puxão de Joel.
À meia-hora de jogo, o Olhanense voltou
a criar perigo com um remate de Dorival, que
Beto desviou para canto. Na resposta, Roberto
teve perto do golo, mas foi derrubado por
Dorival. A grande penalidade ficou por assinalar.
Vítor Oliveira mago
O Leixões mostrou maior pendor ofensivo
no segundo tempo, devido às apostas
do técnico Vítor Oliveira, sobretudo,
com a entrada de Jorge Gonçalves e
Pedro Moita.
A táctica logo deu frutos, pois, aos
54 minutos, Jorge Gonçalves marcou
de cabeça, na sequência de um
cruzamento do lado direito, num lance em que
a defesa da casa ficou a ver jogar. Só
que a festa durou pouco, pois no minuto seguinte
os locais chegaram ao empate, num remate à
entrada da área de Loukima.
A partir daqui, o Leixões tomou conta
do jogo, criando várias ocasiões,
a principal aos 62 minutos, quando Roberto
atirou ao poste e, na recarga, Hugo Morais
disparou por cima.
O golo da vitória do Leixões
surgiu aos 77 minutos, após jogada
iniciada por Pedro Moita (fez o compasso de
espera) e cruzamento de Hugo Morais, tendo
depois Jorge Gonçalves aparecido no
sítio certo a facturar. Nos últimos
dez minutos, o Olhanense carregou, criando
perigo na marcação de bolas
paradas, mas a alma dos bravos leixonenses
segurou o importante triunfo com toda a força
do mundo. Arbitragem regular.
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Em:
"Site Oficial do Leixões SC"
(www.leixoessc.pt)
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Cerca de 700 quilómetros, até
ao Algarve, foram percorridos por quase um
milhar de leixonenses movidos por uma paixão
sem paralelo. Foi registada a maior enchente
do ano no emblemático José Arcanjo.
O jogo iniciou-se com cautelas de parte a
parte, com o Leixões a jogar no seu
esquema habitual de 4-3-3. Aos poucos, os
algarvios, que actuavam num esquema em tudo
semelhante à turma matosinhense, foram
ganhando ascendente no jogo e iam conseguindo
criar situações de apuro junto
da baliza de Beto, principalmente através
de rápidas jogadas pelas laterais,
com destaque para o veloz Marco Airosa. De
resto, o Olhanense foi sempre a equipa mais
dominadora, no primeiro tempo, perante um
Leixões com muita dificuldade em sair
com a bola controlada para o ataque, fruto
da grande pressão exercida pelos homens
da casa. À passagem do minuto 12, Marco
Airosa fugiu pela esquerda e tentou cruzar
para o segundo poste onde surgia Djalmir pronto
para fazer golo mas Beto saiu bem ao cruzamento
e agarrou, com confiança, a bola. Doze
minutos volvidos, a turma matosinhense respondia
com Hugo Morais a rematar, com o pé
direito, ao lado da baliza de Bruno Veríssimo.
No minuto 28, a turma da casa esteve perto
de inaugurar o marcador mas Beto com uma excelente
intervenção negou um golo quase
certo a Dorival. A turma do Mar, ia tentando
o uso do jogo directo, e no minuto 30, Nuno
Amaro fez um excelente cruzamento para Roberto
cabecear, um tudo ou nada, por cima. A última
ocasião de perigo da primeira parte
aconteceu já perto do intervalo com
Rui Duarte, antigo jogador do Leixões,
a fugir pela direita e, no cara a cara com
Beto, permitir mais uma grande intervenção
do jovem guardião leixonense.
A segunda metade começou como tinha
acabado a primeira, um Olhanense a dominar
e o Leixões na expectativa. Mas rapidamente
isso foi invertido. No minuto 53, Marco Cadete
executou um lançamento de linha lateral
para a área no qual Roberto falhou
a intercepção no primeiro poste,
com a bola a sobrar para o segundo poste onde
Jorge Gonçalves (entrado ao intervalo)
se antecipava ao defesa contrário e
de cabeça inaugurava o marcador. A
resposta não tardou e, dois minutos
a seguir, o Olhanense empatava a partida.
Loukima fez uma excelente jogada pela esquerda
e entrando na área rematou rasteiro,
sem hipótese para Beto. Empatado, o
Leixões partiu para cima da equipa
algarvia e podia ter chegado novamente à
vantagem no minuto 61, quando Cervantes isolou
Roberto, e este, na cara de Bruno Veríssimo,
rematou ao poste, sobrando a bola na recarga
para Hugo Morais que rematou por cima. Após
este período mais frenético
da partida, com bola lá bola cá,
a turma algarvia caiu, e muito, fisicamente.
Por seu lado, Vítor Oliveira reforçou
o meio campo fazendo entrar Filipe e Moita
(regresso após longo tempo de lesão),
alterações essas que surtiram
efeito e mostraram um Leixões bem diferente,
para melhor, daquele que tínhamos visto
na primeira parte. No minuto 73, Filipe centrou
para Hugo Morais rematar para defesa segura
do guarda redes algarvio. Três minutos
volvidos e era a enorme explosão de
alegria de todos os aficionados adeptos da
turma do Mar, que se deslocaram a Olhão.
Uma jogada espectacular, conduzida por Moita
que desmarcou Hugo Morais e este centrou rasteiro
para o segundo poste onde Jorge Gonçalves
bisava na partida. No minuto 81, Rui Duarte
ainda assustou num livre directo, mas a bola
saiu por cima. A jogar bastante bem, com uma
excelente circulação de bola,
o Leixões voltou a criar perigo e por
muito pouco em duas situações
não conseguiu ampliar a vantagem. Primeiro
Hugo Morais isolou-se pela esquerda e rematou
forte para boa intervenção do
guarda redes algarvio. Na sequência
da jogada, Roberto quase fazia um golo de
belo efeito num remate forte de fora da área,
pena a bola ter saído um tudo ou nada
por cima.
Excelente segunda parte da turma do Mar, com
as alterações a surtirem efeito
e com o apoio frenético aos heróis
do Mar que levou a equipa rumo à vitória.
Todos estão de parabéns, mas
sobretudo aqueles adeptos que fizeram tantos
e tantos quilómetros para ver o Leixões,
apoiando-o incondicionalmente de princípio
a fim do jogo. Por isso mesmo, no final da
partida toda a equipa e equipa técnica
agradeceu o apoio dos adeptos, oferecendo,
num acto de carinho e reconhecimento, as camisolas
de jogo, aos incansáveis adeptos leixonenses.
Faltam cinco finais e a próxima é
já a mais importante. No próximo
Domingo, o Leixões recebe no Estádio
do Mar, uma aflita equipa do Vizela que tentará
por tudo pontuar em Matosinhos. Toda a onda
de entusiasmo que tem acompanhado a nossa
equipa é importante para atingirmos
os nossos objectivos.
Vítor Oliveira: "Ainda falta
muito caminho. Temos 5 jornadas difíceis
pela frente. O Olhanense bateu-se com muita
coragem e muito entusiasmo. Foi uma partida
extremamente dificil por o Olhanense ser uma
equipa muito forte em casa e por termos dado
45 minutos de avanço. Felizmente para
nós conseguimos controlar o jogo até
ao fim, depois do 2º golo. A vitoria
do Leixões aceita-se pela forma como
actuou na 2ª parte perante um Olhanense
que jogou sempre na expectativa e no contra-ataque.
Foi uma jornada extremamente proveitosa e
positiva. A vitória é dedicada
a todos os leixonense mas especialmente a
todos aqueles que fizeram esta longa viagem.
Teremos obrigatoriamente de contar com eles
até ao fim pois são uma parte
importante na conquista dos objectivos."
.
Álvaro Magalhães: "Penso
que por aquilo que fizemos foi uma injustiça
este resultado. Tivemos uma primeira parte
de grande nível. Na segunda parte entramos
bem só que na alta competição
já não pode acontecer um golo
como o primeiro golo do Leixões. Depois
reagimos bem, marcamos e controlamos novamente
o jogo. O segundo golo do Leixões foi
muito consentido. A partir daí tentamos
jogar mais com o coração, ainda
tivemos oportunidades mas não conseguimos.
Desejo as maiores felicidades ao Leixões
e espero que consigam os seus objectivos."
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