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Domingo, 1 de Abril 2007 ]
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23.ª
JORNADA - II LIGA DE HONRA
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OLHANENSE, 0 - GIL VICENTE, 0
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Estádio
José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Rui Costa (AF Porto)
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Bruno Mestre, Santamaria,
Dorival e Hugo Luz; Marco Couto e Rui Duarte;
Marco Airosa (Loukima (58'), Narcisse (Rui Miguel,
73') e Branquinho (Gomis, 83); Djalmir;
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GIL
VICENTE: Jorge Baptista;
Paulo Arantes, Rovérsio, Pedro Ribeiro
e João Pedro; Filipe Fernandes, João
Vilela, Luis Coentrão (Macaé,
68') e Bruno Tiago; Fumo (Valnei, 88') e Edinho
(Betinho, 84');
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SNU:
Mijanovic (GR), Zezinho, Ricardo Silva e Mbida
Messi
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SNU:
Paulo Jorge (GR), William, Tiago Lopes e David
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TREINADOR:
Álvaro Magalhães |
TREINADOR:
Paulo Alves |
| Amarelos:
Santamaria (15), Rui Duarte (64)
e Marco Couto (81') |
Amarelos:
João Pedro (27) e João
Vilela (87) |
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OUTROS
JOGOS DA JORNADA
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| VIZELA |
1 |
CHAVES |
0 |
| PORTIMONENSE |
1 |
PENAFIEL |
1 |
| TROFENSE |
1 |
ESTORIL |
0 |
| RIO
AVE |
2 |
FEIRENSE |
1 |
| VARZIM |
1 |
O.
MOSCAVIDE |
0 |
| GONDOMAR |
1 |
SANTA
CLARA |
1 |
| LEIXÕES |
0 |
V.
GUIMARÃES |
0 |
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CLASSIFICAÇÃO
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RECORTES
DE IMPRENSA
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Valeu
Veríssimo
Em: "O Jogo"
(www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís
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O nulo entre Olhanense e Gil Vicente teve
um grande culpado o guardião
dos algarvios, Bruno Veríssimo. Com
um punhado de excelentes intervenções,
negou várias oportunidades de golo
a Edinho, na primeira metade do jogo, e a
Macaé, na segunda. Apesar de o resultado
final se aceitar a haver um vencedor,
teria de ser o Gil Vicente , até
ao intervalo foi a equipa de Paulo Alves que
melhor tratou a bola, criando as melhores
oportunidades do desafio.
No Olhanense, só Branquinho, num livre
directo, aos 43´, criou uma situação
de golo, obrigando o guarda-redes visitante
a defesa apertada. De resto, foi mais a transpiração
do que a inspiração, e o empate
ajudou os dois emblemas a fugir aos lugares
de descida.
Álvaro Magalhães, treinador
do Olhanense: "O muito vento prejudicou.
As oportunidades do Gil foram mais por falta
de concentração nossa. Resultado
justo"
Paulo Alves, técnico do Gil Vicente:
"Criámos várias oportunidades,
mas não as aproveitámos, por
isso, a haver um vencedor, seria o Gil Vicente"
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GIL
VICENTE SEMPRE MAIS PERTO DO TRIUNFO
Veríssimo
para recordar
Em:
"A Bola" (www.abola.pt)
Por: Jorge Anjinho
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EQUIPA
DE BARCELOS FOI MAIS PERIGOSA
Pontinho
ganho
Em:
"Record" (www.record.pt)
Por: José Mealha
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O Olhanense voltou aos empates no José
Arcanjo, não conseguindo encontrar
soluções para derrotar um Gil
Vicente que se apresentou em Olhão
bastante ofensivo na primeira parte.
Terá sido um ponto ganho para o conjunto
de Álvaro Magalhães, ontem com
pouca inspiração, ou 2 pontos
perdidos pelos minhotos, que mostraram merecer
melhor classificação?
O empate é justo, até porque
se o primeiro tempo pertenceu ao Gil Vicente
que perdeu três flagrantes oportunidades
, no segundo período o domínio
foi dos algarvios.
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Bruno
Veríssimo segura nulo
Em: "Região
Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires
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O Olhanense empatou em casa com o Gil Vicente,
podendo agradecer a Bruno Veríssimo
o nulo. O guardião da casa foi a figura
do jogo, com três defesas importantes
que impediram a vitória dos gilistas.
O nulo acaba por fazer jus ao que se passou
em campo, mas a haver um vencedor teria de
ser o conjunto de Paulo Alves, pois foi quem
criou as melhores ocasiões, enquanto
o Olhanense se revelou demasiado apático
no ataque.
O Gil Vicente, que luta para não descer
embora tenha uma das melhores equipas da prova
o plantel foi construído a pensar
na Liga , arrancou para a partida bem
melhor que os rubro-negros.
Sinal da pressão e de um ataque mais
acutilante, os primeiros 20 minutos só
deram Gil: João Pedro, aos 10 minutos,
obrigou Bruno Veríssimo a uma bela
defesa; Edinho, dois minutos depois, atirou
ao lado quando seguia isolado; e aos 17 minutos,
Bruno Tiago voltou a proporcionar ao guarda-redes
do Olhanense novo grande momento.
A partida entrou depois num ritmo tristonho,
de que nenhuma das duas equipas se quis livrar.
A modorra foi quebrada pelo livre de Branquinho,
que deu algum trabalho pela primeira
vez na metade inicial a Jorge Baptista.
A prestação do Olhanense continuou
pobre na segunda parte, embora lhe tenha pertencido
o domínio territorial, claramente consentido
pelo Gil Vicente, que apostava sem
resultados práticos no contra-ataque.
O único momento de perigo causado na
segunda metade chegou
já em período
de compensações, quando Macaé
atirou para Bruno Veríssimo salvar,
mais uma vez, a sua equipa.
O muito vento que se sentiu prejudicou
as nossas intenções. O resultado
é justo, por aquilo que as duas equipas
fizeram: as ocasiões do Gil
a melhor equipa da prova sucederam
por falta de concentração nossa,
comentou Álvaro Magalhães.
Para Paulo Alves, as oportunidades da sua
equipa deveriam ter sido aproveitadas
para vencer. Não
existem dúvidas sobre quem foi superior:
nunca passámos por grandes apertos,
assinalou.
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