[ Domingo, 25 de Fevereiro de 2007 ]

 

19.ª JORNADA - II LIGA DE HONRA

 

OLHANENSE, 1 - VARZIM, 1

Estádio José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Pedro Henriques (AF Lisboa)

OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Zezinho, Santamaria, Vasco Fernandes e Hugo Luz; Marco Couto e Loukima (David Nuñez, 45’); Bruno Mestre (Gomis, 85’), Rui Duarte e Diogo Cunha (Branquinho, 45’); Djalmir;

VARZIM: Ricardo; Nuno Ribeiro, Alexandre, Pedro Santos e Telmo; Tito, Emanuel, Nuno Rocha e Marco Cláudio; Denilson (Diego, 90'+04’) e Mendonça (Rafael, 90'+01’);

SNU: Mijanovic (GR), Dorival, Mbida Messi e Alexandre

SNU: Barbosa (GR), Nuno Gomes, Campinho, Tiago e Luca

TREINADOR: Álvaro Magalhães TREINADOR: Diamantino Miranda
Amarelo: Pedro Santos (48’)
GOLOS
0-1 por Tito (41')
1-1 por Branquinho (47')
 
 
 

 

OUTROS JOGOS DA JORNADA

 V. GUIMARÃES 4  O. MOSCAVIDE 0
 RIO AVE 3  CHAVES 2
 GONDOMAR 2  PENAFIEL 1
 ESTORIL 0  SANTA CLARA 1
 PORTIMONENSE 0  VIZELA 0
 FEIRENSE 1  LEIXÕES 1
 TROFENSE 0  GIL VICENTE 1
 

CLASSIFICAÇÃO

 
 

RECORTES DE IMPRENSA

Branquinho foi o salvador
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)   Por: Manuel Luís


Álvaro Magalhães bem pode agradecer a Branquinho o quarto empate caseiro da sua era no Olhanense. O esquerdino está habituado a saltar do banco para causar miséria nas defesas contrárias e ontem voltou a confirmar essa tendência, salvando a equipa de Olhão de um mal maior.

Muito limitada, apesar das contratações de Inverno, a equipa algarvia produziu um jogo sonolento até ao intervalo. O Varzim tirou proveito disso, chegando à vantagem ao aproveitar uma falha defensiva da equipa da casa, após dois avisos anteriores de Marco Cláudio. Perante isto, só nos primeiros minutos após o descanso é que se viu um Olhanense mais perigoso, muito por culpa das entradas de David Nuñez e Branquinho, que criaram juntos o empate, conseguido com a ajuda do defesa poveiro Alexandre. Até final, apesar do domínio dos da casa, nada mais modificou a história da partida.


Álvaro Magalhães: “A haver um vencedor teria de ser o Olhanense, pelas oportunidades que criou na segunda parte”

Diamantino Miranda: “Entendo que este resultado é justo porque na primeira parte fomos superiores ao adversário”

JOGO DEPRIMENTE E MUITO CALCULISTA
Tanto medo de perder
Em: "A Bola" (www.abola.pt)   Por: Jorge Anjinho

ALGARVIOS VOLTAM A EMPATAR
Pontos perdidos
Em: "Record" (www.record.pt)   Por: José Mealha


O Olhanense voltou a perder pontos em casa, empatando desta vez com o Varzim, num jogo pobre, com poucas oportunidades e com um desfecho que acaba por ser justo.

A primeira parte teve, praticamente, no golo dos poveiros o único pólo de interesse. Na segunda metade, Álvaro Magalhães mexeu na equipa, fazendo entrar Branquinho e David Nunez. E logo no primeiro minuto deste período colheu frutos, já que o Olhanense marcou, numa jogada que teve nos dois recém-entrados os protagonistas, mas em que foi Alexandre a desviar a bola para a fundo da sua própria baliza.

O Olhanense bem tentou chegar à vitória, mas sem sorte.

Segunda parte de ataque sem eficácia
Em: "Região Sul" (www.regiao-sul.pt)    Por: Edgar Pires


O Olhanense perdeu mais dois pontos face a um adversário directo na luta pela manutenção na Liga da Honra, ao empatar, 1-1, no domingo, em casa, ante o Varzim, podendo lamentar a fraca actuação no primeiro tempo e a ineficácia na segunda metade do encontro.


A equipa de Álvaro Magalhães arrancou mal e jamais se recompôs durante os primeiros 45 minutos. As mexidas operadas no “onze”, ao intervalo, trouxeram mais ritmo mas as várias oportunidades de golo não foram concretizadas.

A primeira meia hora de partida foi muito fraca, servindo de soporífero para os adeptos. Marco Cláudio quebrou a monotonia com um remate perigoso a rasar o poste esquerdo, aos 30 minutos, e voltou a criar perigo quatro minutos depois.

O Varzim, fraco mas ainda assim mais activo que os locais, chegou ao golo aos 41 minutos: Tito, na meia-lua, atirou à meia volta mas teve sorte, pois a bola ressaltou num defesa contrário e na barra antes de entrar na baliza rubro-negra.

O médio Loukima foi o autor do primeiro remate do Olhanense, aos 44 minutos, falhando de forma incrível quando estava isolado. Pouco depois, Rui Duarte atirou por cima.

Álvaro Magalhães teve o “toque de Midas” ao intervalo, colocando os dois jogadores que acabariam, logo aos 47 minutos, por estar envolvidos no lance do empate: Branquinho e David Nuñez.

O senegalês Nuñez rematou, dentro da área, para defesa de Ricardo e o esquerdino Branquinho, mais célere na reacção, atirou com a bola a ser “defendida” em cima da linha por Pedro Santos, ressaltando depois para as costas de Alexandre e entrando na baliza.

O empate colocou o Olhanense “em cima” do seu adversário, mas a crença num resultado positivo não bastou. Às muitas oportunidades criadas até final, perante um Varzim apagado e a jogar para o “pontinho”, faltou uma certa dose de eficácia.

Branquinho – o melhor em campo dos locais – permitiu uma grande defesa a Ricardo, aos 77 minutos, e Djalmir teve, na cabeça, por duas vezes, a vitória: primeiro, aos 81’, rematou ao poste, e dois minutos depois, sem oposição, atirou à figura.

Álvaro Magalhães, técnico do Olhanense, considerou o resultado injusto. “A haver um vencedor, esse seria o Olhanense, pelas muitas oportunidades criadas no segundo tempo. Tal como nos últimos jogos, merecíamos outro resultado.”

Por seu lado, Diamantino Miranda, frisou existir justiça na igualdade. “Foi um resultado justo: na primeira parte, fomos superiores, enquanto no segundo tempo houve mais equilíbrio”, disse.

 

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