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Domingo, 04 de Fevereiro de 2007 ]
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17.ª
JORNADA - II LIGA DE HONRA
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PORTIMONENSE, 1 - OLHANENSE, 0
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Estádio
do Portimonense, em Portimão
Árbitro: Augusto Duarte (AF Braga)
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PORTIMONENSE:
Mikael Etulain; Ricardo Pessoa, Diogo Silva,
Rui Ferreira e João Vítor; Nuno
Coelho, Braima, Eriverton (Pintassilgo, 75')
e Rui Baião; Rodolfo Lima (Vargas, 61')
e Maxi Bevacqua (Miguel Boto, 90'+01');
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Zezinho, Vasco Fernandes,
Dorival e Hugo Luz; Marco Couto e Loukima (David
Nuñez, 85); Marco Airosa (Bruno
Mestre, 75'), Rui Duarte e Branquinho (Rui Miguel,
42'); Djalmir;
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SNU:
Ivo (GR), Marinho, Ruben e Oliveira
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SNU:
Mijanovic (GR), Santamaria, Alexandre e Diogo
Cunha
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TREINADOR:
Luís Martins |
TREINADOR:
Álvaro Magalhães |
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Amarelo:
Vasco Fernandes (61) |
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GOLO
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NOTÍCIAS RELACIONADAS (NOSSAS)
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NOTÍCIAS RELACIONADAS (EXTERIORES)
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OUTROS
JOGOS DA JORNADA
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RIO
AVE |
1 |
PENAFIEL
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0 |
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TROFENSE |
0 |
O.
MOSCAVIDE |
1 |
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LEIXÕES
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3 |
SANTA
CLARA |
1 |
|
ESTORIL
|
1 |
CHAVES |
1 |
| FEIRENSE
|
1 |
GIL
VICENTE |
2 |
| GONDOMAR |
1 |
VIZELA |
2 |
| V.
GUIMARÃES |
0 |
VARZIM |
0 |
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CLASSIFICAÇÃO
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RECORTES
DE IMPRENSA
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GOLAÇO
DE JOÃO VÍTOR DECISIVO
Festa
da vitória no retorno a casa
Em:
"Record" (www.record.pt)
Por: A. A.
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Regresso às vitórias em casa após
longo jejum (desde 15 de Janeiro de 2006), primeiro
êxito e golo diante do Olhanense, na Honra,
na condição de visitado, estreia
de João Vítor a marcar como sénior
e primeiro sucesso do técnico Luís
Martins nos alvinegros: tarde de festa em Portimão,
no dia em que o clube local voltou a jogar entre
os seus, após meia volta feita fora de
portas.
Um golo soberbo de João Vítor,
após livre de Ricardo Pessoa (50 jogos
ininterruptos pelo Portimonense), coroou uma
primeira parte muito agradável dos locais;
o Olhanense procurou o empate na segunda metade
e esteve perto de o conseguir num cabeceamento
de Djalmir. O Olhanense reclamou penálti
numa disputa entre Braima e Djalmir e o Portimonense
golo num cruzamento remate sustido em dificuldade
por Bruno.
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Abençoado
regresso
Em: "O Jogo"
(www.ojogo.pt)
Por: Alexandre Moura
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No regresso do Portimonense ao seu estádio
os alvinegros regressaram também às
vitórias caseiras algo que não
acontecia desde Janeiro do ano passado
e venceram pela primeira vez o Olhanense, em
Portimão, em jogos a contar para a Liga
de Honra. A equipa da casa dominou durante toda
a primeira parte e depois de desperdiçar
várias oportunidades foi o jovem João
Vítor a inaugurar o marcador, diga-se,
com um golo de encher o olho. Na segunda parte,
o Portimonense eclipsou-se e os visitantes exerceram
maior domínio, mas nem por isso criaram
grandes oportunidades. O Portimonense conquistou
três preciosos pontos na luta pela fuga
à zona de despromoção na
primeira vitória do treinador Luís
Martins.
Luís Martins: Tivemos oportunidades
para ampliar a vantagem durante a primeira parte
e depois gerimos o resultado
Álvaro Magalhães: Resultado
injusto, a melhor equipa em campo foi o Olhanense
que a partir do golo dominou até ao fim
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PORTIMONENSE
QUEBROU ENGUIÇO CASEIRO
João
Vítor virou herói
Em:
"A Bola" (www.abola.pt)
Por: João José Pedro
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FESTA
RIJA NO REGRESSO A CASA
Portimonense
ganha dérbi
Em: "Correio
da Manhã " (www.correiodamanha.pt)
Por: José Pereira
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Uma
moldura humana pouco habitual nos estádios
portugueses, mesmo nos do campeonato principal
(cerca de seis mil pessoas), presenciou ontem
o dérbi algarvio entre Portimonense
e Olhanense, que assinalou o regresso dos
alvinegros a casa e o primeiro triunfo na
condição de visitados desde
15 de Janeiro de 2006.
Um golo soberbo do jovem João Vítor,
no aproveitamento de um lance de bola parada,
levou a festa às bancadas, numa partida
muito disputada, embora de qualidade técnica
mediana. O Portimonense construiu o triunfo
na primeira parte, o melhor período
da equipa, dispondo ainda de mais duas ocasiões
claras para marcar, além do lance do
único tento da tarde.
O segundo tempo, mais táctico e menos
interessante, traduziu-se em poucas situações
de apuro junto das balizas. O Olhanense esteve
mais tempo no meio-campo contrário
mas só numa situação
esteve perto do empate: cruzamento de Hugo
Luz e cabeceamento ao lado de Djalmir.
A etapa complementar ficou marcada por dois
lances polémicos: aos 63 minutos Djalmir
foi derrubado por Braima no interior da área
do Portimonense, num lance iniciado em posição
irregular. Estranhamente, os elementos do
trio de arbitragem não viram o fora-de-jogo
nem, depois, a falta.
Já perto do fim, num cruzamento-remate
de Ricardo Pessoa, Bruno Veríssimo
sacudiu a bola em dificuldade e o público
colocado no enfiamento do lance protestou
de forma veemente, reclamando golo. O árbitro
trocou olhares com o seu auxiliar, hesitou
e decidiu mandar seguir.
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Alegria
no regresso a casa
Em: "Região
Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires
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No
regresso a Portimão e ao seu estádio,
o Portimonense conseguiu acabar com o enguiço:
há mais de um ano desde 15 de
Janeiro de 2006 que o clube não
vencia no seu terreno. A vitória no
dérbi regional, ante o Olhanense, foi
conquistada com toda a justiça.
A equipa de Luís Martins conseguiu
chegar à vantagem na primeira parte,
em que pressionou e atacou bastante, segurando
o resultado nos segundos 45 minutos, perante
a oposição pouco expressiva
dos rubro-negros. A forte pressão com
que o Portimonense iniciou o jogo pode observar-se
nos inúmeros cantos e remates contabilizados
nos primeiros 25 minutos, período que
culminou com o golo dos locais.
Rodolfo Lima foi o primeiro a causar perigo,
quando cara a cara com Bruno Veríssimo
permitiu a defesa do guardião forasteiro,
aos 9 minutos. Aos 17, novo confronto
entre os mesmos protagonistas: o avançado
cabeceou para boa estirada do guarda-redes
do Olhanense.
O Olhanense, muito fechado na defensiva e
sem forças para quebrar as amarras
do conjunto alvinegro, rematou pela primeira
vez, aos 20, por Branquinho. Logo dois
minutos depois, o golo de João Vítor:
o lateral, vindo de trás, acorreu a
um cruzamento longo da direita ao segundo
poste e desviou de primeira para a baliza
do Olhanense.
A partir daí, o Portimonense acalmou
o ritmo de jogo mas continuou a controlar,
ainda que tenha sido a turma de Álvaro
Magalhães a proporcionar o lance mais
perigoso até ao intervalo: aos 25,
Djalmir ganhou em corrida a Rui Ferreira mas
atirou por cima, já dentro da área.
A segunda parte foi menos emotiva o
Olhanense mostrou-se mais atacante mas, em
contrapartida, pouco perigoso. As bolas constantemente
bombeadas para os pontas-de-lança Rui
Miguel e Djalmir eram cortadas de forma prática
pela defensiva contrária.
Só numa das poucas vezes em que a bola
foi bem tratada pelos homens de Olhão,
aos 72, estes causaram perigo: Hugo
Luz surgiu na esquerda e centrou para Djalmir
cabecear às malhas laterais.
Quanto ao árbitro, ficaram dúvidas
sobre a sua análise em dois lances:
uma suposta grande penalidade, num lance entre
Braima e Djalmir, aos 63, na grande
área dos locais; e um centro-remate
de Pintassilgo que Bruno Veríssimo
defendeu sobre a linha, com os jogadores da
casa a reclamarem golo.
O técnico do Portimonense, Luís
Martins, considerou o triunfo justo. Foi
um jogo justamente vencido, pelo que a equipa
fez na primeira parte e pela forma inteligente
como encarou a segunda parte, disse,
dedicando a vitória à direcção.
As várias situações
de finalização durante o primeiro
tempo podiam ter proporcionado um resultado
diferente, acrescentou, dando pouco
relevo ao facto de ter quebrado o enguiço:
Foi um sabor especial ter ganho,
mas não traduz nenhum sentimento a
mais
As estatísticas servem para
ser quebradas.
Por seu lado, o treinador dos forasteiros,
Álvaro Magalhães, era um homem
desiludido com o desfecho. Foi um
resultado injusto depois dos primeiros
minutos e do golo do Portimonense, fomos a
melhor equipa em campo. O resultado certo
seria o empate, analisou. O responsável
reclamou uma grande penalidade clara
no lance entre Braima e Djalmir e escusou-se
a fazer comentários em relação
à mudança de palco acertada
durante a semana entre os presidentes dos
dois clubes.
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Regresso
a casa dá vitória
Em: "Algarve
Desporto" (www.algarvedesporto.pt)
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Tarde
de festa em Portimão com o Portimonense
a regressar a casa, depois de seis meses a
jogar no Estádio Algarve. Em termos
desportivos, a turma de Portimão comemorou
o seu primeiro triunfo em casa, por sinal,
a primeira vitória caseira sobre o
vizinho e rival Olhanense. Até o marcador
do único golo, João Vítor,
é produto da casa.
Por muito que se queira evitar, é a
palavra casa que alimenta a notícia:
Regresso a casa, premiara vitória em
casa esta época, primeira vitória
sobre o Olhanense em casa e o marcador do
único golo, João Vítor,
é um homem da casa. Ficou tudo em casa,
numa casa bem emoldurada com cerca de quatro
mil pessoas nas bancadas.
O Portimonense ganhou e com este triunfo continua
acima da zona de despromoção
mas não pode facilitar nas jornadas
vindouras pois a concorrência é
muita e promete acentuada luta. Fica o registo
da primeira vitória da equipa de Portimão
sob o comando técnico de Luís
Martins.
Antes do jogo houve festa no relvado, com
vários desfiles e na sonorização
do estádio não faltaram os elogios
ao Olhanense, nomeadamente ao presidente Carlos
Nóbrega, por não ter colocado
qualquer entrave à realização
deste jogo em Portimão. Uma boa mensagem
de Juntos pelo Algarve.
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Regresso
com vitória
Em: "Portal
Portimonense" (www.portimonensesc.pt)
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Foi
em ambiente de festa que o Portimonense voltou
a Portimão, e a jogar no seu estádio.
Essa festa foi abrilhantada pela vitória
obtida diante do rival algarvio, o Olhanense.
Foi efectivamente quando o Portimonense literalmente
jogou 'em casa', que a vitória finalmente
surgiu, enquanto condição de
visitado.
O Portimonense entrou bem na partida e efectuou
uma grande primeira parte, período
no qual dispôs de oportunidades suficientes
para ir mais folgado para o descanso.
Esteve em plano de evidência Rodolfo
Lima, destacando-se pelas boas intervenções
nas acções atacantes. Igualmente
em evidência esteve o jovem João
Vitor, formado nas camadas jovens do Portimonense,
que ontem actuou a lateral esquerdo e foi
o autor de um grande golo, de fazer levantar
o estádio.
A bola é bombeada da direita para a
área, onde surge o jovem jogador Portimonense,
ao segundo poste, e de primeira, com o pé
esquerdo - sendo ele destro - coloca a bola
no fundo das redes.
Na segunda parte, o toada do jogo mudou, tendo
sido o Olhanense aquele que maior domínio
exerceu, mas sempre sem causar grandes incómodos
ao guarda-redes Portimonense, Michael Etulain,
que se mostrou sempre muito seguro.
A vitória assenta bem ao Portimonense,
pelo que fez na 1ª parte.
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