[ Domingo, 28 de Janeiro de 2007 ]

 

16.ª JORNADA - II LIGA DE HONRA

 

OLHANENSE, 0 - GONDOMAR, 0

Estádio José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Hélio Santos (AF Lisboa)

OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Zezinho, Vasco Fernandes, Dorival e Hugo Luz; Marco Couto; Marco Airosa, Rui Duarte (Denis Mboudgui, 87') e Diogo Cunha (Mbida Messi, 71'); Bruno Mestre (Branquinho, 60') e Djalmir;

GONDOMAR: Murta; Rui Manuel, Robson, Vítor Fróis e Vladimir; Ricardo André (Miguel Oliveira, 68'), Zé Alberto e Luís Miguel (Tarantini, 59'); Feliciano, Canales (Bragança, 59') e Maciel;

SNU: Mijanovic (GR), Santamaria, Jaime e Narcisse

SNU: António Filipe (GR), Rómulo, Fabrício e Rui Miguel

TREINADOR: Álvaro Magalhães TREINADOR: Nicolau Vaqueiro
Amarelo: Vasco Fernandes (47'), Dorival (51'), Djalmir (69') e Zezinho (86') Amarelo: Luís Miguel (05') e Miguel Oliveira (90')
 

 

OUTROS JOGOS DA JORNADA

 PENAFIEL 0  TROFENSE 3
 GIL VICENTE 1  LEIXÕES 0
 VARZIM 0  RIO AVE 3
 CHAVES 1  FEIRENSE 1
 O. MOSCAVIDE 3  ESTORIL 1
 SANTA CLARA  2  PORTIMONENSE 1
 VIZELA 2  V. GUIMARÃES 0
 

CLASSIFICAÇÃO

 
 

RECORTES DE IMPRENSA

ÁLVARO ATÉ PARTIU O ACRÍLICO DO BANCO...
Jogo fraco e de nervos
Em: "A Bola" (www.abola.pt)   Por: João José Pedro

ALGARVIOS SEM TALENTO PARA MARCAR
Faltou inspiração
Em: "Record" (www.record.pt)   Por: Armando Alves


O Olhanense perdeu ontem a possibilidade de conseguir a segunda vitória consecutiva na Liga de Honra, algo que seria inédito esta época, ao não encontrar soluções para desfeitear a formação de Gondomar.

Os algarvios exerceram um domínio por vezes intenso, sobretudo na primeira parte, mas as oportunidades de golo foram poucas e, essas, desaproveitadas, com saliência para um cabeceamento à barra de Dorival (35’).

O Gondomar esteve sempre na expectativa e procurou explorar o contra-ataque, mas se defensivamente esteve bem, já nas movimentações ofensivas faltou-lhe o mesmo que ao Olhanense: talento.

Mau em... tudo
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)   Por: Manuel Luís


O nulo final no marcador espelha a má prestação das duas equipas no encontro de ontem. Apesar do ligeiro ascendente do Olhanense no primeiro quarto de hora e nas oportunidades de golo, os da casa ressentiram-se da má exibição do seu artilheiro, Djalmir, e da matreirice da formação forasteira a defender e no contra-ataque, onde foram perigosos a espaços.

O técnico dos “leões” de Olhão, Álvaro Magalhães, bem tentou organizar a sua equipa durante o jogo, mas em vão. O entrosamento com os reforços Marco Couto e Diogo Cunha ainda deixa muito a desejar.

Já Nicolau Vaqueiro não teve grandes razões de queixa do seu grupo de trabalho e conseguiu mesmo o seu objectivo, levando um pontinho para casa.


Álvaro Magalhães: “Houve grande entrega mas o jogo não foi bonito. Criámos mais oportunidades e a vitória era justa”

Nicolau Vaqueiro: “Foi um jogo muito disputado mas mal jogado, com um resultado justo. É bom não perdermos há oito jogos” 

Frio congela ideias
Em: "Região Sul" (www.regiao-sul.pt)    Por: Edgar Pires


A divisão de pontos foi o resultado mais justo para o encontro entre Olhanense e Gondomar. Ontem, em Olhão, o frio intenso congelou as ideias dos jogadores de ambas as equipas, proporcionando um péssimo espectáculo. Ainda assim, os primeiros 45 minutos tiveram mais momentos de interesse, enquanto no segundo tempo não houve uma única oportunidade de golo digna desse nome.

O conjunto de Álvaro Magalhães, que procurava continuar na senda dos bons resultados, começou o encontro com um ritmo mais ofensivo, enquanto a estratégia do Gondomar passava pelo contra-ataque. O primeiro lance de perigo pertenceu ao lateral-direito Marco Airosa, ontem a jogar no meio-campo, à frente da defesa. Aos 13 minutos, pegou na bola e correu até à área contrária, onde viu o seu remate ser interceptado por um defesa forasteiro.

A resposta chegou aos 17 minutos: o avançado Canales, sem oposição dentro da área, atirou de forma frouxa à figura de Bruno Veríssimo. A dez minutos de intervalo, Dorival aqueceu o encontro com um cabeceamento à barra, na sequência de um canto marcado por Rui Duarte.

No segundo tempo, os jogadores pareceram acusar o frio intenso que se fez sentir, o qual congelou as ideias. Os treinadores bem tentaram sacudir o encontro mas as substituições resultaram em nada. Durante este período, não houve um único lance de perigo nas duas balizas. Aliás, num momento que ilustra o futebol mal jogado, Messi, aos 84 minutos, atirou à baliza mas viu o seu remate ser interceptado por... Djalmir.

"Foi uma partida de grande entrega, por parte das duas equipas. O Olhanense foi a melhor equipa, criou mais oportunidades, teve a supremacia e merecia a vitória", considerou Álvaro Magalhães. Nicolau Vaqueiro, por seu lado, realçou a justiça do nulo: "Foi um jogo muito discutido, mas mal jogado - não existiu futebol. Em suma, numa má propaganda ao futebol, o resultado ajusta-se."

 

 

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