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[ Domingo, 10
de Setembro de 2006 ] |
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2.ª JORNADA -
II LIGA DE HONRA |
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OLHANENSE, 1 - PORTIMONENSE, 4 |
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Estádio José Arcanjo, em
Olhão
Árbitro: Lucílio Baptista (AF Setúbal) |
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Zezinho, Dorival (Denis Mboudgui, 70'),
Santamaria e Hugo Luz; Narcisse, Alexandre (Rui Duarte , 61') e
Marco Soares; Bruno Mestre (Ricardo Silva, 61'), Djalmir e
Branquinho; |
PORTIMONENSE:
Ivo; Ricardo Pessoa, Marco Almeida, Ruben e Marco Abreu (Pascal,
38'); Rui Ferreira; Marinho, Pintassilgo, Eriverton e Rui Baião
(Miguel Boto, 79'); Rodolfo Lima (Oliveira, 83'); |
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TREINADOR:
Manuel Balela |
TREINADOR:
Diamantino Miranda |
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SNU: Mijanovic (GR),
Marco Airosa, Strapak e Vasco Fernandes |
SNU: Nuno Ricardo
(GR), João Vítor, Miran e Diogo Andrade |
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Amarelos:
Alexandre (26'), Zezinho (59') e Hugo Luz (84') |
Amarelo:
Eriverton (29'), Pintassilgo (30'), Rui Baião (48'), Ivo (76'),
Marinho (77'), Pascal (82') e Ruben (89') |
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GOLOS |
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1-0 por Narcisse (20') |
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1-1 por Pascal (47') |
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1-2 por Pascal (58') |
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1-3 por Rui Baião (66') |
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1-4 por Oliveira (90') |
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OUTROS JOGOS DA JORNADA |
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VIZELA |
0 |
GONDOMAR |
1 |
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PENAFIEL |
2 |
RIO AVE |
0 |
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VARZIM |
2 |
V. GUIMARÃES |
1 |
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SANTA CLARA |
0 |
LEIXÕES |
2 |
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CHAVES |
0 |
ESTORIL-PRAIA |
1 |
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O. MOSCAVIDE |
0 |
TROFENSE |
2 |
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GIL VICENTE |
* |
FEIRENSE |
* |
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* - Falta de comparência do Gil Vicente |
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RECORTES DE IMPRENSA |
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AVANÇADO NIGERIANO REVOLUCIONA
DÉRBI ALGARVIO
Pascal presente nos 4 golos
Em: "Record" (www.record.pt)
Por: A. A. |
Uma soberba prestação de Pascal – 2 golos e duas assistências –
esteve na origem da goleada infligida pelo Portimonense ao
Olhanense, no reduto deste.
Os locais foram um pouco melhores no início e marcaram por Narcisse,
o seu melhor homem nesse período (ontem observado pelo seleccionador
do Burkina Faso), mas ainda antes do descanso a turma de Portimão
esteve perto do empate, num golo que nos pareceu mal anulado (não
havia fora-de-jogo) a Eriverton.
No recomeço, o avançado nigeriano Pascal fez a diferença.
Os defesas do Olhanense nunca encontraram antídoto para travar o
africano, veloz e muito forte no confronto directo, que rubricou
exibição de encher o olho.
A turma da casa perdeu duas boas oportunidades para conseguir voltar
ao jogo, e acabou castigada com números severos, sempre com Pascal
na jogada.
Manuel Balela, treinador do Olhanense: "Quando perdemos por 4-1
não há desculpas; o resultado é reflexo da inspiração de um jogador"
Diamantino Miranda, treinador do Portimonense: "Fomos os melhores
desde o primeiro minuto; mais golo menos golo, foi uma vitória justa
ante um bom adversário"
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PASCAL FOI O
"CULPADO"
Goleada à moda antiga
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís |
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Certamente que os pupilos de Diamantino Miranda não esperavam tantas
facilidades no estádio do Olhanense, a ponto de imporem uma goleada
pouco usual à equipa de Manuel Balela, que saiu de campo sob um coro
de assobios.
Como também ninguém esperava que o equilíbrio do primeiro tempo – só
quebrado pela boa exibição e golo de Narcisse à sua antiga equipa –
fosse totalmente desfeito para o lado dos visitantes, muito por
culpa da entrada diabólica de Pascal.
Uma jogada de mestre de Diamantino Miranda, percebendo que o seu
colega não mexia na equipa para aguentar a vantagem mínima e
procurar o segundo golo em contra-ataque. Tecnicista veloz, numa
exibição memorável, Pascal partiu os rins à defesa com a sua rapidez
e eficácia em direcção à baliza do desamparado Bruno Veríssimo.
Marcou dois golos e esteve nos restantes do conjunto de Portimão.
Manuel Balela, treinador do Olhanense: "Numa derrota por 4-1 não
há desculpas. Pascal desequilibrou o jogo com as suas acções
individuais. Compreendo a reacção dos sócios"
Diamantino Miranda, treinador do Portimonense: "Vencemos com toda
a justiça um adversário com valor, que marcou um golo numa das
poucas vezes que foi à nossa baliza"
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Goleada para
recordar e... trabalhar
Em: "Algarve Press" (www.algarvepress.net) |
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Certamente que os pupilos de Diamantino Miranda não esperavam
encontrar tantas facilidades no estádio do vizinho Olhanense, a
ponto de imporem uma goleada pouco usual à equipa comandada por
Manuel Balela, que saíu de campo sob um coro de assobios dos
associados da casa
Mas também ninguém esperava que o equilíbrio registado no primeiro
tempo, só desfeito com a boa exibição e golo de Narcisse à sua
antiga equipa, que estava a ser observado pelo seleccionador do
Burquina Faso, Traoré Idrissa, fosse totalmente desfeito para o lado
dos visitantes, muito por culpa da entrada diabólica de Pascal.
Uma jogada de mestre de Diamantino Miranda ao aperceber-se que o seu
colega não mexia na equipa para aguentar a vantagem mínima e
procurar o segundo golo numa acção de contra-ataque. Técnicista
veloz, numa exibição memorável, Pascal como que partiu os rins à
defesa anfitriã com a sua rapidez e eficácia de processos em
direcção à baliza do desamparado Bruno Veríssimo, marcou dois golos
e esteve nos restantes do conjunto de Portimão.
Manuel Balela, técnico do Olhanense: "Numa derrota por 4-1 não há
desculpas. Houve um jogador (Pascal) que desequilibrou o jogo com as
suas acções individuais. Compreendo a reacção dos sócios, agora
temos de nos responsabilizar todos e mudar esta situação"
Diamantino Miranda, técnico do Portimonense: "Fomos a melhor
equipa em campo, vencemos com toda a justiça um adversário com
valor, que marcou um golo numa das poucas vezes que foi à nossa
baliza. Mais golo menos golo a nossa vitória é justa"
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Centrais locais com espírito Pascal
Em: "Região
Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires |
O Portimonense goleou o Olhanense, no domingo, graças a uma
fantástica exibição do nigeriano Pascal - um constante
"quebra-cabeças" para a defesa local, que acumulou erros atrás de
erros na segunda parte, permitindo a construção de um resultado
demasiado pesado para os rubro-negros.
O Olhanense entrou mais decidido no encontro, rubricando uns
razoáveis 25 minutos - Narcisse inaugurou o marcador e Djalmir
esteve à beira do 2-0, cabeceando ao lado.
Logo a seguir, um lance que deixou muitas dúvidas: um fora-de-jogo
mal assinalado a Eriverton, que partiu de trás, quando se preparava
para empatar. E ainda antes do intervalo, Diamantino Miranda mexeu
nas suas peças, colocando Pascal em campo - opção que daria os seus
frutos no segundo tempo.
Dois minutos após o reatamento, Pascal corre desde o meio-campo,
aguentando a pouca pressão de Santamaria, até à área, onde remata,
igualando a partida.
Estava dado o mote para uma grande prestação - dez minutos depois,
Pascal de novo a controlar o defesa adversário (desta feita,
Dorival) faz um chapéu aproveitando a saída de Bruno Veríssimo da
sua baliza.
O Olhanense deve queixar-se de si próprio, não só pelos erros
individuais na defensiva mas também pelas falhas clamorosas no
ataque: Djalmir (54' e 64') e Alexandre (60') falharam três
oportunidades em dez minutos.
A turma de Diamantino Miranda aproveitou para se distanciar, matando
o jogo: Pascal, de novo, na direita, ganhou espaço em corrida e
centrou para Rui Baião fazer o 1-3.
Até final, registo para mais uma oportunidade falhada por Mboudgui,
que cabeceou ao lado. Oliveira fechou o marcador já após os 90',
após centro de Pascal. Manuel Balela saiu de campo sob um forte coro
de assobios.
"Não há desculpas, quando se perde por 1-4. Não foi a diferença
em termos colectivos que decidiu o jogo, foi a inspiração de um
jogador que o decidiu. Houve muitos erros individuais", comentou
o técnico do Olhanense.
Por seu lado, Diamantino Miranda referiu: "Fomos a melhor equipa
desde o primeiro minuto. Na segunda vez que o Olhanense chegou à
baliza, marcou, numa desatenção nossa. Depois da substituição,
materializámos o nosso jogo ofensivo e vencemos de forma justa,
perante um bom adversário."
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Portimonense
goleou Olhanense
Em: "Algarve Desporto" (www.algarvedesporto.pt) |
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Tanto Olhanense como Portimonense procuravam a primeira vitória no
campeonato. Narcisse (ex-Portimonense), abriu o activo, ainda na
primeira parte, para a turma de Olhão e no estádio pairou a ideia de
que a turma de Diamantino Miranda não pontuaria. Puro engano! Na
etapa complementar o Portimonense chegou à goleada.
Foi sob a batuta de Pascal, autor do tento da igualdade, que os
alvi-negros caminharam para o expressivo triunfo, para felicidade
dos adeptos visitantes e surpresa dos simpatizantes locais. Estava
consumada a primeira vitória do Portimonense nesta temporada na Liga
de Honra e ao mesmo tempo a primeira derrota do Olhanense.
De resto, este derby ficará por muito tempo na memória dos que
assistiram, sobretudo pelo excelente espectáculo que as duas
formações proporcionaram.
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Portimonense
esmaga Olhanense
Em: "Observatório do Algarve" (www.observatoriodoalgarve.com)
Por: Tiago Griff |
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A equipa de
Diamantino Miranda esteve a perder, mas conseguiu dar a
volta ao resultado e triunfar com resultado folgado.
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A equipa de Portimão tem boas
razões para sorrir face aos problemas que tem tido. Venceu
por 1-4 em Olhão e ganhou um novo herói, o avançado
nigeriano Pascal.
Após um começo de jogo equilibrado, foi o Olhanense que
decidiu dar ânimo ao jogo. Entre alguma confusão na área,
Narcisse remata cruzado sem hipótese para o guarda-redes
Ivo e marca o 1-0, aos 20 minutos da primeira parte.
Até ao final da primeira parte notou-se um crescimento por
parte dos pupilos de Manuel Balela face aos homens de
Portimão. Apesar de o Portimonense ter tido uma hipótese
de golo flagrante na primeira parte, com Rui Baião sozinho
contra o guarda-redes a rematar à figura, a ala direita do
Olhanense fazia imensos estragos, com Zezinho e Bruno
Mestre a fazerem a cabeça em àgua ao lateral Marco Abreu.
Aos 38 minutos, Diamantino Miranda decide então fazer a
alteração que revirou o jogo. Entra Pascal e sai Marco
Abreu.
Começa a segunda parte e a equipa alvi-negra ressuscita.
Logo aos dois minutos, Pascal decide arrancar na linha,
aguenta a pressão de Santamaria, faz uma diagonal para a
área e remata para a igualdade. A partir daqui só deu o
nigeriano. O ataque do Olhanense não materializava e
dispunha de poucas oportunidades.
A defesa da equipa de Balela sofria cada vez mais com a
pressão ofensiva dos alvi-negros, pois Dorival, que se
estreou com a camisa de Olhão, ao tentar defender um
remate de Rui Baião, deflectiu a bola para a baliza,
Pascal pressionou o guarda-redes e toca para o fundo das
redes, ficando consumado o 1-2.
O resultado não estagnou. Ao decorrer do minuto 66, Rui
Baião, assistido pelo avançado nigeriano que mais uma vez
impôs o seu poderio físico à defesa do olhanense, faz o
1-3.
Para coroar a tarde em beleza para o avançado nigeriano,
Pascal assistiu Oliveira para o 1-4 ao minuto 90, selando
assim o fim do jogo, com dois golos marcados e presença
assinalada em todas as oportunidades concretizadas pela
turma de Portimão. |
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Diamantino
contrasta com Balela |
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Na sala de imprensa, Diamantino
era um homem feliz. Sempre a elogiar o colectivo
considerou que o Portimonense havia sido “a melhor equipa
em campo” e que “o Olhanense, em duas vezes que foi à
nossa área, na primeira parte marcou um golo”.
Já o treinador de Olhão, de semblante carregado, admite
“quando se perde com uma diferença destas, não há volta a
dar” e ressalva que “o jogo foi decidido por
individualidades, tanto na minha equipa, como na equipa
contrária”.
Já Pascal, o homem do jogo, mostrou-se contente com os
três pontos alcançados e afirmou que está “aqui para
ajudar o colectivo”.
À margem do derby algarvio, o caso da jornada vai para
Barcelos, onde o Gil Vicente não compareceu ao jogo com o
Feirense.
Destaque ainda para o equilíbrio na Liga de Honra onde
nenhum clube conseguiu duas vitórias em duas jornadas. |
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