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[ Domingo, 09
de Abril de 2006 ] |
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30.ª JORNADA -
II LIGA DE HONRA |
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OLHANENSE, 1 - VARZIM, 1
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Estádio
José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: António Costa (AF Setúbal)
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OLHANENSE:
Veiga; Jorge Vidigal, Lameirão, Anselmo e Évora
(Branquinho, 80'); Nicolas Alnoudji (Bragança,
77'); Vasco Matos, Hugo Faria, Sérgio Marquês
e Hélder Costa (Mboudgui, 85'); Moses Sakyi; |
VARZIM:
Ricardo; Nuno Ribeiro, Pedro Santos, Bruno Miguel
e Telmo; Tito (Rui Miguel, 68'), Emanuel e Figueiredo;
Pedrinho, Rafael (Mendonça, 45') e Cícero; |
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TREINADOR:
Paulo Sérgio |
TREINADOR:
Horácio Gonçalves |
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SNU:
Cândido (GR), Tonanha, Calu e Hugo Santos
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SNU:
Barbosa (GR), Alexandre, Anderson, Campinho
e Joca
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Amarelos:
Moses Sakyi (66'), Sérgio Marquês (74')
e Bragança (82')
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Amarelos:
Telmo (23' e 86') e Pedro Santos (70')
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Vermelho:
Telmo (85') |
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GOLO
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1-0
por Hugo Faria (04')
1-1 por Cícero (75', de G.P.) |
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OUTROS
JOGOS DA JORNADA
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MARCO |
0 |
LEIXÕES |
5 |
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FEIRENSE |
1 |
AVES |
2 |
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OVARENSE |
2 |
CHAVES |
3 |
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MAIA |
1 |
BARREIRENSE |
0 |
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COVILHÃ |
0 |
GONDOMAR |
0 |
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SANTA
CLARA |
2 |
PORTIMONENSE |
0 |
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BEIRA-MAR |
2 |
MOREIRENSE |
0 |
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ESTORIL-PRAIA |
1 |
VIZELA |
0 |
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CLASSIFICAÇÃO |
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RECORTES
DE IMPRENSA
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Adeus
à subida
Em:
"Região Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires
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O Olhanense disse ontem adeus à subida à Liga,
depois de um empate comprometedor em casa, frente
ao Varzim, o ter colocado a seis pontos do 2.º
lugar, uma distância quase impossível de recuperar,
nas últimas quatro partidas da Liga de Honra
2005/2006.
A equipa de Olhão pode apenas queixar-se de
si própria, uma vez que desperdiçou inúmeras
ocasiões de golo, ao longo da partida. O Varzim
marcou numa das poucas vezes em que chegou à
baliza do estreante Veiga.
O início fulgurante dos elementos da equipa
da casa resultou na vantagem rubro-negra. No
primeiro remate, o primeiro golo, aos 4', após
boa jogada colectiva: Jorge Vidigal centrou
e Faria, dentro da pequena área, cabeceou para
dentro da baliza de Ricardo.
A pressão intensificou-se nos minutos seguintes,
com o Olhanense disposto a rapidamente aumentar
a vantagem. No entanto, Faria e Moses desentenderam-se,
com a baliza aberta, desperdiçando clamorosa
ocasião.
O gás dos locais desapareceu, aos poucos, e
o Varzim começou a aparecer mais vezes na frente.
No primeiro tiro à baliza, Figueiredo acertou
no poste e fez tremer os adeptos rubro-negros.
E mais tarde, Cícero rematou a rasar a baliza.
Entretanto, já Moses tinha desperdiçado novo
lance.
No segundo tempo, assistiu-se a uma primeira
metade bastante fraca, com o Olhanense a tentar
controlar os acontecimentos, o que conseguiu
até ao lance da grande penalidade cometida,
de forma infantil, por Sérgio Marquês, com o
Varzim a chegar ao empate.
O golo "acordou" a partida, com os
últimos 15 minutos muito vivos, registando-se
lances de perigo nas duas balizas: Moses e Mboudgui,
pelo Olhanense, revelaram uma incompetência
gritante na hora de atirar à baliza; e Nuno
Ribeiro viu Veiga e a barra evitarem o segundo
golo dos forasteiros.
Paulo Sérgio queixou-se da "enorme falta
de eficácia" dos seus jogadores. "Tivemos
mais de uma mão-cheia de ocasiões de golo, mesmo
depois do empate. O Varzim marcou quando tínhamos
o jogo controlado. Foi uma injustiça tremenda",
referiu.
Horácio Gonçalves, num comentário curto, considerou
o empate um "prémio merecido para estes
excelentes profissionais". "As
pessoas do Varzim devem estar felizes pelo treinador
e atletas que servem o clube", concluiu,
em jeito de recado...
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ATITUDE
POVEIRA MERECEU EMPATE
Deixar
fugir o pássaro
Em:
"A Bola" (www.abola.pt)
Por: Jorge Anjinho
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Empate
pragmático
Em: "O Jogo"
(www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís
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O Olhanense ficou mais longe dos lugares de
acesso à Liga ao ceder um empate a um golo
com o Varzim. A equipa algarvia entrou melhor
no encontro, inaugurando o marcador, por Faria,
logo aos 4'. Porém, os homens de Olhão não
conseguiram ampliar a vantagem, desperdiçando
inúmeras oportunidades de golo, facto que
viria a revelar-se fatal no desfecho final
do encontro.
Por sua vez, o Varzim apostou numa estratégia
de contenção, povoando sobremaneira o meio-campo,
mas sempre com o intuito de, no contra-ataque,
chegar ao golo. E a intenção poveira viria
mesmo a consumar-se. Além de ter enviado uma
bola ao poste direito e outra à barra da baliza
do estreante Veiga, o Varzim acabaria por
igualar a partida, por Cícero (74'), na conversão
de uma grande penalidade bem assinalada, que
acabou por premiar o pragmatismo nortenho.
Paulo Sérgio, treinador do Olhanense: "Dominámos
o jogo e tivemos seis ou sete oportunidades,
que falhámos. Vamos continuar a lutar pela
subida"
Horácio Gonçalves, treinador do Varzim: "Foi
um bom jogo e um prémio merecido para os excelentes
profissionais que compõem este grupo de trabalho"
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Tristeza
a dobrar
num duplo adeus
Em:
"Record" (www.record.pt)
Por: Armando Alves
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Olhanense e Varzim terão perdido
ontem as esperanças de chegar à Liga, com o
empate final a comprometer as ambições das duas
equipas, de nada valendo aos algarvios uma entrada
fulgurante no jogo e o domínio territorial exercido
durante largos períodos.
Os primeiros minutos foram marcados por uma
pressão avassaladora da turma de Olhão, que
marcou 1 golo – excelente passe de Vasco Matos
para Jorge Vidigal e cruzamento correspondido
por Faria, de cabeça – e poderia ter conseguido
outro, com Moses e Faria, em situação privilegiada,
a desentenderem-se.
Aos poucos, porém, o Varzim equilibrou as operações
e Pedrinho rematou a um poste e Cícero ligeiramente
ao lado, com Moses a ter, também, uma perdida,
numa fase interessante do jogo.
No segundo tempo, o Olhanense procurou controlar
o jogo e conseguiu-o durante largo período:
até Sérgio Marquês derrubar Mendonça na área
e Cícero converter a grande penalidade, os varzinistas
não haviam criado uma única ocasião de perigo
e a partida desenrolara-se quase em exclusivo
no miolo do terreno.
O empate levou o Olhanense a adiantar as suas
linhas e a criar várias ocasiões para chegar
à vitória, embora, em contra-ataque, o Varzim
dispusesse, também, de uma situação clara de
golo: Nuno Ribeiro acertou na barra.
Boa arbitragem.
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