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[ Domingo, 12
de Março de 2006 ] |
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26.ª JORNADA -
II LIGA DE HONRA |
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OLHANENSE, 0 - DESPORTIVO DAS
AVES, 1 |
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Estádio José Arcanjo, em
Olhão
Árbitro: Hélio Santos (AF Lisboa) |
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Anselmo, Évora e Miranda (Filipe
Azevedo, 88'); Nicolas Alnoudji; Hugo Faria, Sérgio Marquês
(Ricardo Silva, 66') e Hugo Santos (Helder Costa, 71'); Mboudgui
e Moses Sakyi; |
AVES:
Rui Faria; Sérgio Carvalho, William Mobido, Sérgio Nunes (Edu,
84') e Mércio; Filipe Anunciação, Vítor Manuel e Rui Figueiredo
(Pedro Geraldo, 75'); Octávio, Xano e Nené (Miguel Pedro, 61'); |
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TREINADOR:
Paulo Sérgio |
TREINADOR:
Professor "Neca" |
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SNU: Cândido
(GR), Branquinho, Calu e Vasco Matos |
SNU: Mota
(GR), Leandro, Cleberson e Hernâni |
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Amarelos:
Miranda (38') e Helder Costa (82') |
Amarelo:
Vítor Manuel (52'), Rui Figueiredo (52'), William Mobido (79') e
Rui Faria (79') |
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GOLO |
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OUTROS JOGOS DA JORNADA |
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MOREIRENSE |
0 |
CHAVES |
0 |
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SANTA CLARA |
2 |
LEIXÕES |
3 |
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BEIRA-MAR |
0 |
BARREIRENSE |
0 |
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VARZIM |
3 |
PORTIMONENSE |
1 |
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OVARENSE |
0 |
GONDOMAR |
4 |
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FEIRENSE |
1 |
ESTORIL-PRAIA |
0 |
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MAIA |
0 |
MARCO |
2 |
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COVILHÃ |
0 |
VIZELA |
0 |
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CLASSIFICAÇÃO |
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RECORTES DE IMPRENSA |
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ALGARVIOS
DECEPCIONANTES NÃO MOSTRAM
FÔLEGO PARA A LIGA E ESCANCARAM PORTAS AO RIVAL
Sem chama para Aves matreiras
Em: "A Bola" (www.abola.pt)
Por: João José Pedro |
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ALGARVIOS CONTINUAM A PERDER GÁS
Gripe acentua-se com um só espirro
Em: "Record" (www.record.pt)
Por: Armando Alves |
O Aves confirmou o excelente momento que atravessa ao ganhar em
Olhão (terceira vitória consecutiva) e ficou só no segundo lugar da
Liga de Honra. Um golo solitário – e feliz – de Xano resolveu um
jogo em que foi visível um grande nervosismo do Olhanense.
Num ciclo de todo inverso ao dos avenses, os algarvios somaram a
terceira derrota seguida (e o sexto jogo sem triunfos), com o
desfecho de ontem a acentuar uma preocupante crise de resultados,
embora os rubro-negros possam alegar boa dose de infelicidade.
A produção da equipa de Olhão esteve largos furos abaixo da bitola
de há umas semanas mas, ainda assim, nos momentos-chave da partida a
sorte nada quis com os algarvios: o Aves marcou na única real
ocasião de perigo criada (desvio oportuno de Xano, após bom trabalho
de Octávio), Ricardo Silva desperdiçou um penálti a punir mão de
William (Rui Faria estirou-se bem e defendeu) e o árbitro teve
decisões polémicas num lance em que Denis Mboudgui caiu na área e
numa outra situação em que o camaronês não pareceu em fora-de-jogo.
Tranquilo, gerindo a ansiedade do adversário, o Aves defendeu bem,
teve excelente aproveitamento ofensivo (uma ocasião, um golo) e a
fortuna fez o resto.
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O segundo lugar
a voar
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís |
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A luta pelo segundo lugar prometia um jogo de emoções fortes, mas a
importância do último lugar que dá direito à subida de divisão levou
a que as duas equipas realizassem uma partida pobre e de pouca
espectacularidade, com muito calculismo à mistura.
O conjunto visitante, que tinha já roubado a segunda posição aos
algarvios, acabou por sair vencedor com um golo de Xano, obtido aos
75', aproveitando a ansiedade patente nos jogadores do Olhanense nos
últimos encontros. Com este desaire, a formação orientada por Paulo
Sérgio atinge assim o sexto jogo sem vencer, somando apenas três
empates e outras tantas derrotas, precisamente desde que os
responsáveis algarvios assumiram a luta por um lugar na primeira
liga.
Os pupilos de Paulo Sérgio apresentaram um futebol muito confuso,
desperdiçando mesmo uma grande penalidade, aos 80', por Ricardo
Silva, tendo visto ainda um golo ser anulado a Denis, aos 90'+2',
por alegado fora-de-jogo. O Olhanense perdeu, assim, um jogo em que
até foi a equipa que mais fez por vencer, vendo o Aves fugir-lhe na
tabela classificativa.
Paulo Sérgio, treinador do Olhanense: "O nosso momento não é dos
melhores. Jogámos frente a uma equipa bem organizada defensivamente,
que fez um golo na única oportunidade que teve. Anularam-nos um golo
limpo"
Neca, treinador do Aves: "Foi um jogo muito táctico e tivemos a
sorte que nos faltou noutras ocasiões. Ainda não podemos pensar na
subida porque há muitos clubes juntos"
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"Gripe pontual"
deixa subida mais longe...
Em: "Região
Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires |
O Olhanense confirmou o mau momento de forma, ao não conseguir
vencer um adversário directo, o Desp. Aves, que com um golo
solitário intensificou a "gripe pontual" dos algarvios: em 18 pontos
possíveis, apenas três conquistados. Com as três derrotas
consecutivas, a turma de Olhão desceu ao 4.º lugar.
Desta forma, o sonho da subida parece estar a esfumar-se aos poucos.
Não só a equipa parece incapaz de ultrapassar este período como o
calendário dos algarvios não ajuda nada: no próximo domingo, há
dérbi em Portimão - um jogo decisivo para as duas bandas...
Ontem, foi bem visível o nervosismo dos algarvios, sem talento,
atitude e "pernas" para contrariar o futebol de contenção avense.
Aliás, Paulo Sérgio decidiu alterar a estratégia para o encontro,
optando por um jogo mais directo e bombeado.
A turma de Neca agradeceu esse modelo e cortou todas e quaisquer
intenções de ataque rubro-negro, com destaque para William, o líbero
do esquema de 3x5x2 utilizado pelo experiente treinador.
Contudo, se o Olhanense mostrou pouco para vencer, refira-se que
também se pode queixar da arbitragem (um lance duvidoso na grande
área do Desp. Aves, com Mboudgui "ensanduichado" por Sérgio Carvalho
e Sérgio Nunes, e um fora-de-jogo mal assinalado, na sequência do
qual o camaronês marcou golo) e da pouca sorte (Ricardo Silva
permitiu a defesa de Rui Faria, numa grande penalidade).
No primeiro tempo, à excepção de dois remates do Olhanense (Mbdougui
e Moses, ambos ao lado), não se registaram mais factos de destaque.
Nem o Aves mostrou sequer futebol para o 2.º lugar, atirando pela
primeira vez à baliza contrária aos 41', por Filipe Anunciação.
Após o intervalo, os locais entraram com mais "gás" mas depressa
este foi desaparecendo. As substituições não trouxeram muito, ainda
que Ricardo Silva tivesse mexido com o ataque - aos 73', um centro
seu quase dava autogolo de William. Logo depois, o Aves chegaria à
vantagem, com Xano a desviar oportunamente um centro de Octávio.
Poucos minutos depois, aos 80', Ricardo Silva teve nos pés a
oportunidade de empatar o jogo mas falhou a citada grande
penalidade. Era o "canto do cisne" e, até final, os avenses
limitaram-se a controlar os acontecimentos.
Paulo Sérgio, reconhecendo a má exibição da sua equipa, apontou
alguns factores para a derrota: "A boa organização defensiva do
Desp. Aves - que marcou golo na única vez que chegou à nossa baliza
-, um penálti falhado e um golo mal anulado."
O técnico reconhece o "mau momento" do conjunto e aceitou com
normalidade os assobios dos adeptos. "É normal. Estamos
intranquilos, o nosso momento não é o melhor e não estamos a
praticar o futebol a que os habituámos", afirmou. E como
ultrapassar esta fase? "Acreditando e trabalhando. Essa é a
receita; quem mete a cabeça debaixo da areia, não vai a lado
nenhum..."
Por seu lado, o treinador do Desp. Aves, Neca, comentou o jogo desta
forma: "Foi uma partida bastante táctica, em que fomos pacientes
e tentámos jogar com a intranquilidade do adversário. Tivemos uma
pontinha de sorte mas vencemos de forma justa, pelo trabalho
efectuado."
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Aves em posição
privilegiada
Xano dá golpe fatal
Em: "Correio da Manhã" (www.correiodamanha.pt)
Por: José Pereira |
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A diferença entre a tranquilidade do Aves (terceira vitória
consecutiva) e o nervosismo do Olhanense (terceira derrota seguida)
acabou por proporcionar uma saborosa vitória aos forasteiros (1-0),
se bem que injusta – o golo decisivo surgiu no aproveitamento da
única séria ocasião de perigo criada pela equipa de Neca.
Os algarvios podem queixar-se de alguma falta de sorte –
desperdiçaram uma grande penalidade (defesa de Rui Faria a remate de
Ricardo Silva, aos 79 minutos) – mas, sobretudo, de si próprios: a
produção da equipa esteve a anos-luz de tempos não muito distantes
e, ao longo de todo o jogo, os comandados de Paulo Sérgio raras
vezes se acercaram com perigo da baliza contrária, embora
dispusessem de claro domínio territorial.
Com uma estratégia que privilegiava a defesa da sua baliza – o
empate já seria positivo para o Aves –, a turma forasteira nada
arriscou e o Olhanense, a quem competia fazê-lo, muitas vezes não
passou das intenções, pois, actuando de início com dois
pontas-de-lança (Moses e Denis Mboudgui), foi pouco pressionante e
agressivo no último terço do terreno e, sobretudo, raras vezes a
bola chegou nas melhores condições aos homens da frente.
Na segunda parte os locais melhoraram um pouco e William quase
introduziu a bola na sua baliza, mas num contra-golpe Xano marcou e,
depois de Ricardo Silva falhar a grande penalidade, ao Olhanense
faltou força anímica.
O árbitro mostrou-se muito complicativo, tendo os algarvios sobejas
razões de queixa.
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