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[ Domingo, 26
de Fevereiro de 2006 ] |
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24.ª JORNADA -
II LIGA DE HONRA |
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OLHANENSE, 1 - GONDOMAR, 2 |
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Estádio José Arcanjo, em
Olhão
Árbitro: Paulo Baptista (AF Portalegre) |
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Lameirão, Anselmo e Miranda;
Sérgio Marquês; Vasco Matos, Hugo Faria (Mboudgui, 73’), Hélder
Costa (Filipe Azevedo, 58’) e Bragança (Ricardo Silva, 45’);
Moses Sakyi; |
GONDOMAR:
António Filipe; Zé Alberto, Tiago Valente, Vítor Fróis e Rómulo;
Loukima e Luís Miguel; Rui Manuel (Rodrigão, 79’), Fernando
Aguiar e Maciel (Vitinha, 90’); Nuno Sousa (Fumo, 76’); |
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SNU:
Veiga (GR), Calu, Hugo Santos e Évora |
SNU:
Murta (GR), Nelson, Dani e Tiago Martins |
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TREINADOR:
Paulo Sérgio |
TREINADOR:
Nicolau Vaqueiro |
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Amarelos:
Hugo Faria (41’) |
Amarelos:
Fernando Aguiar (38’), Rómulo (53’), Luís Miguel (80’) e
Rodrigão (89’) |
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GOLOS |
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0-1 por Rui Manuel (20’) |
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0-2 por Fernando Aguiar (58’) |
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1-2 por Ricardo Silva (81’),
de g.p. |
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OUTROS JOGOS DA JORNADA |
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OVARENSE |
0 |
ESTORIL-PRAIA |
0 |
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CHAVES |
1 |
PORTIMONENSE |
0 |
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FEIRENSE |
2 |
COVILHÃ |
0 |
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BEIRA-MAR |
0 |
LEIXÕES |
0 |
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SANTA CLARA |
4 |
MARCO |
1 |
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MOREIRENSE |
0 |
AVES |
1 |
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VARZIM |
3 |
BARREIRENSE |
0 |
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MAIA |
1 |
VIZELA |
2 |
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CLASSIFICAÇÃO |
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RECORTES DE IMPRENSA |
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ALGARVIOS
"ACORDARAM" APENAS NA ÚLTIMA MEIA HORA
Sono profundo fatal
Em: "Record" (www.record.pt)
Por: Armando Alves |
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Meia hora de grande pressão, com
o técnico Paulo Sérgio a arriscar tudo no ataque, não bastou para o
Olhanense evitar a primeira derrota da época em casa. Os algarvios
não perdiam no seu terreno desde 24 de Abril de 2005 (Felgueiras,
0-1) e estiveram 14 jogos sem baquear na Liga de Honra, pois o
último insucesso remontava a 30 de Outubro (no reduto do Aves).
O Olhanense passou por um "sono" profundo durante uma hora. Nesse
período, o melhor que conseguiu foi um remate perigoso, num livre de
Jorge Vidigal, enquanto os forasteiros, bem organizados na
retaguarda e ágeis na exploração do contra-ataque, mostraram
eficácia.
Antes de Rui Manuel marcar, aproveitando um ressalto, já Bruno
Veríssimo brilhara por duas vezes, negando o golo a Nuno Sousa. O
Olhanense era demasiado macio a meio-campo e o Gondomar conseguia
maior tempo de posse de bola: o jogo corria de feição aos nortenhos,
surgindo com naturalidade o 0-2.
O assalto final do Olhanense pecou por tardio mas, ainda assim, os
algarvios tiveram oportunidades para chegar ao empate. |
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ALGARVIOS
DERROTADOS PELA PRIMEIRA VEZ EM CASA
A lição de Vaqueiro
Em: "A Bola" (www.abola.pt)
Por: João José Pedro |
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Gondomar prega
partida de Carnaval
Em: "Região Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires |
O Gondomar provou que se dá bem a jogar no Algarve: depois de, na
20.ª jornada, ter ganho em Portimão por 3-1, hoje foi a vez de
pregar uma “partida” de Carnaval em Olhão: a equipa rubro-negra,
perante o empate em Aveiro entre Beira-Mar e Leixões, desperdiçou a
oportunidade de ganhar pontos aos adversários, tendo agora uma
vantagem de 3 pontos para o Desp. Aves, 4.º classificado.
Na verdade, o Olhanense fica a dever a si mesmo a primeira derrota
em casa esta temporada – que significou também o fim de uma série de
14 jogos sem perder. Com uma má primeira parte, permitiu que os
gondomarenses se isolassem no marcador e, quando a equipa acordou,
já era tarde de mais…
A turma de Nicolau Vaqueiro preparou uma estratégia óbvia: segurar o
meio-campo e apostar no contra-ataque. Rui Manuel abriu as
hostilidades, quando aos 5’ atirou para grande defesa de Bruno
Veríssimo. Jorge Vidigal fez suspirar os adeptos da casa, pouco
depois, mas os locais estavam apáticos e sem ideias.
Nuno Sousa ameaçou o 0-1, que chegaria minutos depois: a bola
ressaltou em Vidigal e foi parar no isolado Rui Manuel, que fez de
forma fácil o golo. Esperava-se uma reacção forte do Olhanense mas a
turma algarvia respondeu com desorientação, não conseguindo trocar a
bola a meio-campo como costuma ser seu timbre.
Ao intervalo, Paulo Sérgio tirou uma nulidade chamada Bragança para
colocar o melhor marcador da equipa, Ricardo Silva. A equipa entrou
mais pressionante mas com um futebol pobre. Em pouco tempo, o
Gondomar chegou ao 0-2, por Fernando Aguiar.
O técnico do Olhanense arriscou, então, “à Adriaanse”, metendo
Filipe Azevedo e Mboudgui ao lado de Moses. Mas a quantidade, hoje,
nunca significou qualidade: à excepção de alguns lances de perigo
isolados, os rubro-negros não criaram muitas dificuldades aos
forasteiros.
Filipe Azevedo esteve duas vezes perto do golo, num minuto (73’),
mas o Olhanense só reduziu quando o árbitro assinalou mais um
penálti da “moda”, descortinando uma mão de Luís Miguel na área do
Gondomar. Ricardo Silva marcou mas o esforço final não chegou para
alcançar o 2-2.
Paulo Sérgio reconheceu o mau jogo da sua equipa mas considerou o
resultado injusto. “Fizemos mais do que o suficiente para não
perder. Mas, é certo, não fizemos um bom jogo. A má 1.ª parte
causou-nos problemas, pois o adversário teve mais bola e nós não
pressionámos como devíamos”, explicou.
Para Nicolau Vaqueiro, a “abnegação e determinação” da sua
equipa permitiram a vitória. “Não foi um jogo bem jogado, mas foi
um jogo conseguido da nossa parte. Tivemos alguma felicidade, tanto
que o empate seria também um resultado justo. Pela forma como os
meus jogadores se entregaram à partida, merecemos a vitória”,
sustentou.
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Surpresa sem
qualquer mácula
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís |
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O Olhanense perdeu após catorze
jogos de invencibilidade porque foi ineficaz a meio-campo e nas
faixas laterais, perante a eficácia do Gondomar nas tácticas do
controle da posse de bola e contra-ataque.
Ao "patrão" Sérgio Marquês faltou a "muleta" Nicolas e a Vasco Matos
o melhor marcador Ricardo Silva (suplente), sem esquecer que Vidigal
não está na melhor forma. Foi constrangedora a falta de produção
ofensiva dos anfitriões, somente com dois remates dignos de registo
no primeiro tempo, enquanto nos visitantes Nuno Sousa já tinha
obrigado Bruno Veríssimo a trabalho apurado antes de Rui Manuel
abrir o activo, numa desatenção da defensiva da casa.
Só no último quarto de hora de jogo, após o segundo golo do
Gondomar, apontado pelo experiente Fernando Aguiar, o Olhanense
carregou mais sobre a baliza contrária, com muito coração e pouca
eficácia, mas não foi além do golo de honra através de um penálti
(justo).
Paulo Sérgio, treinador do Olhanense:
"Fizemos uma má primeira parte, não pressionámos e deixámos o
adversário jogar. O Gondomar aproveitou o contra-ataque e os nossos
erros para marcar os golos"
Nicolau Vaqueiro, treinador do Gondomar:
"Não foi um jogo bem jogado mas foi bem conseguido da nossa
parte. Fomos calculistas e eficazes. O empate também seria justo mas
estes três pontos são importantes para a manutenção de uma equipa
formada de forma complicada"
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