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[ Domingo, 12
de Fevereiro de 2006 ] |
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22.ª JORNADA -
II LIGA DE HONRA |
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OLHANENSE, 0 - ESTORIL-PRAIA, 0 |
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Estádio José Arcanjo, em
Olhão
Árbitro: Paulo Pereira (AF Viana do Castelo) |
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Lameirão (Bragança, 77'),
Anselmo e
Miranda; Nicolas Alnoudji; Vasco Matos, Hugo
Faria (Hélder Costa, 68'), Sérgio Marquês e Ricardo Silva;
Filipe Azevedo (Hugo Santos, 73'); |
ESTORIL-PRAIA:
Ernesto; Marco Silva, Diogo Luís, Jorginho e Torres; Marco
Paulo; Igor (Miró, 57'), Souaidy e Tuga (Malá, 73'); Vargas
(Abel, 63') e Gerlen William; |
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SNU:
Cândido (GR), Tonanha, Calu e Évora |
SNU:
Fábio Carvalho (GR) |
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TREINADOR:
Paulo Sérgio |
TREINADOR:
Litos |
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Amarelos:
Sérgio Marquês (50') e Vasco Matos (83') |
Amarelos:
Vargas (33'), Ernesto (84') e Gerlen William (88') |
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OUTROS JOGOS DA JORNADA |
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BEIRA-MAR |
3 |
MARCO |
2 |
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PORTIMONENSE |
2 |
AVES |
2 |
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VARZIM |
2 |
LEIXÕES |
1 |
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SANTA CLARA |
4 |
MAIA |
1 |
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MOREIRENSE |
2 |
GONDOMAR |
0 |
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CHAVES |
3 |
BARREIRENSE |
1 |
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FEIRENSE |
5 |
VIZELA |
0 |
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OVARENSE |
1 |
COVILHÃ |
2 |
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CLASSIFICAÇÃO |
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RECORTES DE IMPRENSA |
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Divisão de
pontos justa
Em: "Região Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires |
A equipa de Olhão conseguiu, apesar do segundo empate consecutivo,
aumentar a diferença para os mais directos perseguidores, no caso
Desp. Aves e Leixões, de quem dista seis pontos. Recorde-se, na
próxima semana, o Olhanense visita Matosinhos, para defrontar a
turma de Rogério Gonçalves.
No jogo de ontem, pode considerar-se justo o nulo: embora o maior
domínio tenha pertencido aos locais, a verdade é que as principais
oportunidades foram desperdiças pelos estorilistas, que atiraram
duas bolas aos ferros!
O Olhanense entrou mais atacante mas depressa se constatou que o
Estoril não queria sair de Olhão derrotado, apresentando um quarteto
ofensivo de meter respeito, com quatro jogadores claramente
ofensivos mas que defendiam de forma consistente, tapando todos os
buracos a meio-campo.
Sem hipóteses nem capacidade para construir jogo, os rubro-negros
limitavam-se ao jogo aéreo, recorrendo ao "chuveirinho" constante,
sem quaisquer resultados. Não admira que, face a esta situação, os
apontamentos apenas registem uma iminente jogada de golo: um remate
por cima de Ricardo Silva, aos 25', após boa jogada de Vidigal e
Vasco Matos.
Após o intervalo, o Olhanense surgiu bem mais perigoso e
pressionante e empurrou, como se esperava, o Estoril para dentro da
sua área. No entanto, os falhanços sucediam-se, principalmente por
Ricardo Silva e Helder Costa. De forma inteligente, os comandados de
Litos arriscavam tudo no contra-ataque e, num desses lances, Miró
atirou à barra.
Paulo Sérgio arriscou mais e tirou Lameirão, recuando Alnoudji para
o centro da defesa, abrindo espaços para mais contra-ofensivas. Até
ao final, o jogo disputou-se em ritmo alucinante, com perigo numa e
noutra baliza, mas foi o Estoril que, novamente, esteve mais perto
do golo, com Willian a rematar ao poste, aos 88'.
O treinador do Olhanense considerou, no final, que a sua equipa
tinha perdido dois pontos. "Pelos propósitos com que as duas
equipas encararam o jogo - e com o Estoril defensivo como esteve -,
creio que perdemos dois pontos. Corremos muitos riscos e faltou-nos
eficácia na hora do remate", resumiu.
Por seu lado, Litos contrariou a opinião de Paulo Sérgio: "Antes
do jogo, conquistar um ponto seria bom. Mas, pelo que se viu, embora
o domínio tenha sido do Olhanense, as melhores oportunidades foram
nossas e, sendo assim, merecíamos a vitória."
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Prémio justo
para
a arte de defender
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís |
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O Olhanense não foi além de um
empate a zero golos na recepção ao Estoril e, pese a avalanche de
futebol ofensivo, coube aos canarinhos acertarem duas bolas nos
ferros dos algarvios, uma no travessão e outra no poste esquerdo.
Perante a muralha defensiva erguida pela turma da "linha", mormente
na primeira metade do jogo, o Olhanense procurou, através das faixas
laterais, com particular destaque para o trio formado por Jorge
Vidigal, Vasco Matos e Ricardo Silva, criar dificuldades aos
canarinhos, porém utilizou em demasia o "chuveirinho" para a
grande-área sem efeitos práticos. No regresso dos balneários, os
anfitriões melhoraram colectivamente nos últimos trinta metros, mas
nem as alterações de Paulo Sérgio viriam a mudar o rumo dos
acontecimentos.
Paulo Sérgio, treinador do Olhanense: "Perante os propósitos das
duas equipas no Campeonato perdemos dois pontos, mas tivemos falta
de eficácia na frente da baliza"
Litos, treinador do Estoril: "Viemos a Olhão com intenção de
ganhar o jogo. Apesar do domínio do Olhanense, as melhores
oportunidades foram nossas"
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Ocasiões
canarinhas e domínio algarvio
Ocasiões canarinhas
e domínio algarvio
Em: "Record" (www.record.pt)
Por: José Mealha |
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O Olhanense registou o segundo
nulo consecutivo, empatando desta vez em casa, frente a um
aparentemente fragilizado Estoril, que apresentou no José Arcanjo
apenas quatro suplentes.
O conjunto de Paulo Sérgio não conseguiu encaixar-se no 4x4x2
apresentado pelo conjunto agora orientado por Litos, o qual fechou
muito bem todos os caminhos que poderiam levar à baliza defendida
por Ernesto. E, para além de ter colocado um “autocarro” à frente da
sua área de rigor, o conjunto da Costa do Sol tentava, sempre que
podia, criar perigo junto da baliza de Bruno Veríssimo, o que
conseguiu por várias vezes.
Aliás, as melhores oportunidades de golo pertenceram aos
estorilistas, sempre por intermédio de Willian, a melhor unidade dos
visitantes e uma constante dor de cabeça para os algarvios. O
brasileiro enviou a bola à barra aos 71 minutos e, aos 89’, podia
ter dado a vitória à sua equipa, não fosse o poste a devolver o
disparo enviado pelo dianteiro estorilista.
O Olhanense perdeu 2 pontos ou ganhou 1? Para vencer, ficou provado
ontem, não basta ter maior tempo de posse de bola, e atacar e
rematar mais. O Estoril, com um sistema de cariz marcadamente
defensivo e sem assumir a iniciativa do jogo, apresentou, no
entanto, elementos velozes na frente, talhados para o contra ataque,
construindo, por isso mesmo, as jogadas mais perigosas, a ponto de
ter estado perto da vitória.
Excelente arbitragem do trio liderado por Paulo Pereira. |
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