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[ Sábado, 01
de Outubro de 2005 ] |
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6.ª JORNADA -
II LIGA DE HONRA |
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OLHANENSE, 1 - LEIXÕES, 0 |
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Estádio José Arcanjo, em
Olhão
Árbitro: Elmano Santos (AF Madeira) |
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo (Cândido, 84'); Lameirão, Paulo Sérgio, Anselmo
e Évora; Calu (Ricardo Silva, 54') e Nicolas Alnoudji; Vasco
Matos, Sérgio Marquês e Toy; Filipe Azevedo (Helder Costa, 65'); |
LEIXÕES:
Batista; Alexandre, Nuno Silva, Elvis e Nuno Amaro (Lourenço,
45'); Jorge Duarte, Guerra, Malafaia (João Pedro, 65') e
Jorge Gonçalves; Brasília e Henrique (Dionísio, 59'); |
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TREINADOR:
Paulo Sérgio |
TREINADOR:
Rogério Gonçalves |
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SNU: Hugo Faria,
Ernesto, Miranda e Pepa |
SNU: Marco (GR),
Cleuber, Leão e Joel |
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Amarelos:
Sérgio Marquês (03') e Toy (86') |
Amarelo:
Nuno Amaro (43') |
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GOLO |
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OUTROS JOGOS DA JORNADA |
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PORTIMONENSE |
2 |
VIZELA |
0 |
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CHAVES |
0 |
AVES |
1 |
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MOREIRENSE |
1 |
BARREIRENSE |
0 |
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VARZIM |
0 |
GONDOMAR |
3 |
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BEIRA-MAR |
3 |
ESTORIL-PRAIA |
1 |
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OVARENSE |
1 |
MARCO |
3 |
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SANTA CLARA |
0 |
COVILHÃ |
0 |
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FEIRENSE |
0 |
MAIA |
2 |
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CLASSIFICAÇÃO |
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RECORTES DE IMPRENSA |
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ALGARVIOS VENCEM CANDIDATO
Um golo na hora certa
Em: "Record" (www.record.pt)
Por: José Mealha |
O Olhanense manteve a invencibilidade no seu terreno ao derrotar o
Leixões, num jogo equilibrado, onde o conjunto de Paulo Sérgio
venceu com mérito, ante uma equipa forte e assumidamente candidata à
subida de divisão.
A formação algarvia continua assim sem perder em casa – duas
vitórias e um empate – e voltou a derrotar um candidato à subida, já
que na passada semana regressou do Estoril com uma preciosa vitória.
Equilíbrio
O jogo foi disputado sob o signo do equilíbrio, especialmente no
primeiro tempo, onde só à passagem do primeiro quarto de hora é que
começaram a surgir oportunidades de golo, quer para o Olhanense,
quer para o conjunto de Rogério Gonçalves. Por isso, o nulo que se
verificava ao intervalo era perfeitamente aceitável.
No segundo tempo, o Leixões surgiu mais afoito no ataque,
especialmente com as entradas de Lourenço, logo no reatamento, e de
Dionísio, pouco depois.
Mas a verdade é que foi no melhor período do conjunto de Matosinhos
que o Olhanense marcou e (para si) na altura certa, por intermédio
de Toy, a concluir jogada iniciada em Vasco Matos e prosseguida por
Filipe Azevedo.
Minutos antes, o treinador Paulo Sérgio havia colocado em campo o
atacante Ricardo Silva.
Gestão
O Leixões não acusou o toque e procurou chegar à igualdade, mas a
verdade é que o Olhanense soube gerir a vantagem, a qual, aliás,
podia ter sido dilatada com mais um golo, mas Ricardo Silva não
estava com a pontaria afinada.
No entanto, a equipa algarvia terminou com algumas dificuldades no
aspecto físico, com Évora e Lameirão a terem cãibras, especialmente
o primeiro, que esteve seis minutos fora do relvado a receber
assistência.
Tratou-se também de algum azar a bater à porta da equipa algarvia,
já que o guarda-redes Bruno Veríssimo lesionou-se e teve de ser
substituído por Cândido.
Mesmo assim, uma vitória justa, que coloca a equipa algarvia no
grupo dos três primeiros classificados, em igualdade pontual com o
Beira-Mar e o Sp. Covilhã.
Num jogo correcto e sem casos, o árbitro madeirense Elmano Santos
realizou um bom trabalho. Certo nos 10 minutos de compensação
concedidos, já que Bruno Veríssimo esteve cerca de seis minutos a
receber assistência.
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TOY COLOCA ALGARVIOS NO TOPO
Em: "Região Sul" (www.regiao-sul.pt) Por: Edgar Pires |
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Uma vitória tangencial em casa frente ao Leixões, num encontro com
emoção a rodos, especialmente na segunda parte, permitiu ao
Olhanense subir mais um degrau na tabela desta Liga de Honra,
ascendendo assim ao primeiro lugar da classificação, ainda que em
igualdade pontual com Beira-Mar e Sp. Covilhã.
Depois de ter triunfado no Estoril, os algarvios garantiram mais
três pontos perante outro forte candidato à subida, de forma justa,
fazendo fé de atributos colectivos, especialmente na última meia
hora, quando, pressionados, jamais perderam o rumo da partida.
A primeira parte mostrou um jogo bastante movimentado, com o
Olhanense a ter sinal mais e o Leixões a procurar o contra-ataque
para chegar com perigo à baliza de Bruno Veríssimo: foi assim que,
aos 16', na primeira vez em que chegaram à grande área dos
rubro-negros, os matosinhenses criaram alguma confusão e, na
sequência dessa jogada, Malafaia atirou do meio da rua para uma bela
defesa do guardião da casa.
Com um equilibrado 4x2x3x1 na abordagem da partida, a turma de Paulo
Sérgio procurava mais a baliza e, até ao intervalo, beneficiou de
duas outras grandes ocasiões: aos 25', a bola sobrou para Filipe
Azevedo, que rematou escandalosamente por cima; e, aos 42', Toy foi
demasiado lento na conclusão de um lance ofensivo, perdendo tempo e
espaço dentro da área do Leixões.
No começo do segundo tempo, o Leixões equilibrava as operações e
começava a jogar mais no meio-campo contrário embora sem criar
lances de perigo. De forma inteligente, Paulo Sérgio recuava a sua
equipa e esperava que, em contra-ataque, já com Ricardo Silva -
saído do banco -, o Olhanense chegasse à baliza de Batista.
E não faltou muito tempo para que, a aproveitar esta toada morna do
jogo, os algarvios abrissem o marcador. Vasco Matos centrou na
direita, Filipe Azevedo desviou para trás, onde apareceu Toy, livre
de oposição, a marcar o primeiro (e único) golo da tarde.
A partir desse momento, a postura do Olhanense tornou-se cautelosa
mas não defensiva. Durante alguns momentos, o Leixões pressionou em
cima, Dionísio teve uma perdida escandalosa (69') e Bruno Veríssimo
safou um lance perigoso com um golpe de karate (71'), mas os homens
de Matosinhos perderam ritmo à medida que o tempo passava.
Sem capacidade para dar a volta ao marcador, o Leixões continuou em
cima dos algarvios, mas foram destes as duas maiores ocasiões de
perigo: Ricardo Silva e Sérgio Marquês falharam incrivelmente o 2-0.
O jogo acabou após dez emocionantes minutos de descontos
(necessários porque Bruno Veríssimo esteve seis minutos a ser
assistido em campo, antes da substituição), com os adeptos do
Olhanense a temer um filme já visto esta época no José Arcanjo
(perda dos três pontos em cima do apito final, frente ao Maia) mas
que não chegou a ser exibido sábado, com os algarvios a controlarem
a partida de forma perfeita...
"Foi uma vitória muito difícil, com as três equipas em jogo a
exibirem-se em bom plano. A chave para a vitória foi a grande
entrega da equipa, sem perder o equilíbrio, quer emocional quer
posicional. Ganhámos a mais um candidato à subida mas as
responsabilidades não aumentam. O objectivo é a manutenção",
comentou o adjunto de Paulo Sérgio, Helder Rocha.
Rogério Gonçalves, o responsável técnico do Leixões, considerou a
vitória do Olhanense "perfeitamente justa, porque a mereceu".
"Sofremos golo no nosso melhor período, mas a equipa não soube gerir
a situação de desvantagem nem contornar o resultado", frisou.
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TOY RESOLVEU
Em: "O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís |
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Foi um jogo de candidatos à subida de divisão, que começou com
domínio do Leixões. Ao quarto de hora, não fossem as duas boas
defesas consecutivas de Bruno Veríssimo, Henrique e Malafaia podiam
ter aberto o activo para os visitantes. O Olhanense logrou
equilibrar depois a partida e, na resposta, Filipe Azevedo e Toy
(26' e 43') também falharam as redes de Batista.
Após o intervalo, os comandados de Rogério Gonçalves vieram mais
afoitos e acentuou-se a ideia que o primeiro conjunto a chegar ao
golo somaria os três pontos rumo ao topo da tabela. Foi o que
aconteceu aos 63', quando Toy deu o melhor destino a um bom
entendimento entre Vasco Matos e Filipe Azevedo.
O técnico forasteiro respondeu com a entrada de João Pedro, mas a
exibição do guardião da casa e a inoperância dos avançados do
Leixões não permitiram mais mudanças no marcador.
Hélder Rocha, treinador-adjunto do Olhanense: "Defrontámos um
adversário muito bom e forte candidato, num jogo emotivo onde nem
faltou um excelente comportamento do público"
Rogério Gonçalves, treinador do Leixões: "Controlámos o jogo na
primeira parte e sofremos o golo no nosso melhor período, a partir
daí a minha equipa não soube contornar a situação"
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