[ 16 de Maio de 2005 ]

 

RECORTES DE IMPRENSA

LEIXÕES, 0 - OLHANENSE, 0

in "Matosinhos Hoje" (www.matosinhoshoje.com)
José Gomes despediu-se do «Mar» com um nulo
Em fim de estação…
Autor: Arnaldo Martins


Tarde de nostalgia no Estádio do Mar. O treinador José Gomes despediu-se do palco onde viveu algumas das maiores alegrias da presente temporada, assim como alguns jogadores que, muito certamente, não continuarão de vermelho-e-branco na próxima época. Falta saber quem.

O jogo foi fraquinho. Leixões e Olhanense protagonizaram um espectáculo pobre, típico de final de época, onde imperou o músculo e escasseou a magia, cenário que só poderia traduzir-se na confrangedora expressão do resultado: um nulo!
 
De saída do Leixões para abraçar o comando técnico do U. Leiria, José Gomes não se despediu do «Mar» da forma que mais pretendia. Mas fez por isso, mexendo na equipa ainda no primeiro tempo, com o intuito de alterar o ritmo brando da partida. Lances de perigo nos primeiros 45 minutos foi coisa rara. Uma das grandes excepções aconteceu perto do intervalo, num remate cruzado de Jorge Gonçalves. A seguir, os homens da casa viram João Henriques fazer «vista-grossa» a uma infracção clara (mão na bola) de Paulo Silva. Grande penalidade por assinalar, pois claro.

Veio o segundo período e a emoção cresceu. Houve mais intensidade, doses de boa vontade, mas, no fundo, tudo não passou de... fumaça. As melhores ocasiões ainda acabaram por pertencer aos forasteiros, nomeadamente, por Edu (valeu Cleuber que salvou sobre a linha) e Anselmo, que cabeceou à trave (64).

A equipa leixonense revelou-se a mais empreendedora na conquista do triunfo, mas a verdade é que não foi capaz de arrombar o cofre-forte dos forasteiros.
O árbitro, João Henriques, fez uma arbitragem ao nível jogo: medíocre.

in "A Bola" (www.abola.pt)
JOSÉ GOMES DESPEDIU-SE DO «MAR»: Futebol de fim de época

in "O Jogo" (www.ojogo.pt)
O ADEUS DE JOSÉ GOMES
Autor: Rui Fonseca

José Gomes, que vai ser o treinador do Leiria na próxima época, despediu-se dos associados leixonenses com um empate, num jogo morno, que teve como ponto mais alto, pela negativa, um lance passível de penálti, aos 44', que o árbitro não assinalou. Paulo Silva jogou literalmente a bola dentro da sua área com as duas mãos e João Henriques deixou passar em claro.

A primeira parte não teve lances assinaláveis e, na segunda, apesar do maior domínio leixonense, os guarda-redes pouco trabalho tiveram. Os melhores lances pertenceram aos algarvios, aos 50' e 64'. No primeiro Cleuber tirou a bola em cima da linha da baliza, enquanto no segundo, com Batista batido, Anselmo atirou de cabeça à barra. O empate ajusta-se ao desenrolar do jogo.

José Gomes, treinador do Leixões: "A haver um vencedor eramos nós. Fizemos tudo para ganhar, num jogo morno. O Leixões deixa-me muitas saudades"

Paulo Sérgio, treinador do Olhanense: "A minha equipa tudo fez para levar um ponto. O empate espelha o que se passou em campo. O Leixões foi das equipas que vi praticar melhor futebol"

in "Record" (www.record.pt)
JOGO INSÍPIDO DE AMBAS AS EQUIPAS: Muita sonolência


Deixou-se de fazer contas em Olhão. Os algarvios podem finalmente respirar de alívio no que concerne à luta pela permanência ao garantir um nulo na deslocação a Matosinhos.

Foi uma partida morna, sem graça e desinteressante, com as equipas a esforçarem-se mas sem criar grandes situações de perigo, pelo que não se estranhou que os guarda-redes tivessem sido meros espectadores na primeira parte. No declinar deste período, Paulo Silva, com as duas mãos, toca na bola dentro da área e o árbitro, perto do lance, não sancionou a marcação da grande penalidade contra os algarvios, o que poderia ter feito com que a história do desafio fosse outra.

Após o descanso, surgiram algumas (poucas) oportunidades de golo, divididas pelos dois conjuntos. No final, pela produção efectuada, o empate sem tentos é justíssimo.

 

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