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ALVERCA, 1 -
OLHANENSE, 0 |
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Domingo, 17 de Abril de 2005
Complexo Desportivo do FC Alverca, em Alverca
Árbitro: Hernâni Duarte (AF Braga)
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ALVERCA:
Ernesto; Marco Airosa, Rodolfo, Miguel Bruno e Júnior; Falardo,
Paulo Filipe, Diogo e João Martins (Keita, 26'); Carolo (Militão,
73') e Vargas (Comboio, 88'); |
OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Paulo Sérgio, Anselmo e Marco
Abreu (Branquinho, 42'); Alexandre; Vasco Matos (Edu, 71'),
Sérgio Marquês e Nauzet; Toy (Filipe Azevedo, 45') e Rui Loja; |
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SNU:
Bruno Fernandes (GR), Osvaldo, Margaça e João Antunes |
SNU:
Cândido (GR), Lameirão, Miguel Teixeira e Glaedson |
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TREINADOR:
José Lima |
TREINADOR:
Paulo Sérgio |
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GOLO |
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COMENTÁRIO |
|
Por Luís
Miguel Quinta Gomes |
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O Olhanense voltou uma vez
mais a desiludir fora de portas, desta feita no terreno do
último classificado. Se é verdade que jogar fora é uma
desvantagem, a nossa formação não se pode queixar desse facto
pois a grande falange de apoio olhanense esteve em maioria.
A turma de Olhão até entrou bem no jogo, criando algumas
oportunidades de golo, nomeadamente em dois lances idênticos que
tiveram o seu início num centro de Marco Abreu na esquerda e de
cabeça, primeiramente Rui Loja, e na jogada seguinte Toy,
atiraram à baliza para duas grandes defesas do guardião
contrário.
Se é verdade que Marco Abreu esteve bem em termos ofensivos, na
defesa revelou enormes dificuldades para parar os jogadores
ribatejanos, sendo naturalmente substituído por Branquinho ainda
antes do intervalo.
Quando a tendência do jogo era cada vez mais a baliza do
Alverca, num lance de puro contra-ataque a formação da casa
chegou à vantagem, um centro da esquerda a encontrar isolado no
centro da área um recém entrado atacante do Alverca que só teve
de encostar sem dificuldade para o fundo das malhas de Bruno
Veríssimo, perante o olhar incrédulo da defesa olhanense.
Depois do intervalo e com a entrada de Filipe Azevedo,
esperava-se um Olhanense dominador e com capacidade para criar
situações de golo iminente, puro engano. A turma de Olhão
revelou um preocupante deserto de ideias, acabando mesmo por ser
o Alverca a ter duas situações de baliza aberta desperdiçadas
incrivelmente. Mas não ficou por aqui, pois Bruno Veríssimo
ainda evitou o segundo tento dos locais correspondendo com uma
grande intervenção a um livre descaído pela direita do ataque
contrário.
Já com Edu em campo, o Olhanense conseguiu de algum modo
importunar o adversário, pois em duas ocasiões e também de
cabeça, faltou uma pontinha de sorte para que a nossa equipa
chegasse à igualdade.
Para desânimo dos muitos olhanenses que se deslocaram a Alverca,
a nossa equipa voltou uma vez mais a mostrar uma pálida imagem
do que já se pôde observar esta época. |
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