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RECORTES DE IMPRENSA
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OLHANENSE, 2 - ESPINHO, 0 |
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in "Record"
(www.record.pt)
ALGARVIOS MAIS ESCLARECIDOS EM PÉSSIMO JOGO: Vitória do menos
mau
Autor: A.A. e L.S.
Um golo a abrir – “frango” de Tó Ferreira – e outro já na recta
final da partida deram ao Olhanense um triunfo importante, que deixa
a equipa com a permanência na Liga de Honra praticamente garantida,
num jogo marcado pela péssima qualidade do futebol exibido pelos
dois conjuntos.
A bola foi muito maltratada e viveram-se vários momentos de
autêntico pontapé para a frente, sem nexo, mas, no meio de um quadro
de mediocridade geral, os algarvios valeram-se de um maior acerto
defensivo e de mais lucidez nas acções ofensivas para marcarem a
diferença a seu favor.
O Sp. Espinho até reagiu bem a uma falha do seu guarda-redes, num
pontapé de longa distância de Jorge Vidigal, com Quim a surgir
isolado e a rematar torto, mas daí até final só por mais uma vez –
de novo num desvio defeituoso de Quim – os tigres voltaram a criar
perigo, o que diz bem da incapacidade demonstrada pela turma
forasteira.
Na pior fase do jogo entrou Toy, que animou as hostes locais e teve
participação decisiva no lance do 2-0 (cruzamento bem medido), o
qual desfez as dúvidas quanto ao vencedor.
O árbitro esteve ao nível da partida, sendo o seu maior erro a não
marcação de um “penalty” contra o Sp. Espinho, num derrube de
Correia a Nauzet. |
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in "Agência Lusa"
(www.lusa.pt)
Autor: JMP
Ao ganhar hoje em casa por 2-0, o Olhanense colocou hoje o Espinho
(15º) em sérias dificuldades para se manter na Liga de Honra, num
jogo muito desigual em matéria de qualidade, dominado pelos
anfitriões.
No primeiro tempo, o golo de Filipe Azevedo - uma fífia do guardião
nortenho Tó Ferreira-, logo aos dois minutos, compensou o maior
esforço atacante dos homens da casa, que nos primeiros 20 minutos
tiveram soberbas oportunidades de golo e puseram o Espinho a jogar
em contra-ataque.
A meio da primeira parte, a equipa nortenha teve algumas
oportunidades perdidas, sobretudo devido ao maior peso atacante do
Olhanense, mas os primeiros 45 minutos terminaram, de novo, com
múltiplas perdidas dos atacantes algarvios, com destaque para uma
bola de Nauzé, que Filipe Azevedo não consegue alcançar, à boca da
baliza.
No segundo tempo a qualidade decresceu tremendamente, com as duas
equipas a parecerem conformadas com o resultado, com excepção do
excelente lance de golo, concretizado por Nauzet à boca da baliza,
após cruzamento do recém entrado Toy, que de resto espevitou o
ataque do tranquilo Olhanense, nono classificado. |
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in "Região Sul"
(www.regiao-sul.pt)
"Frango" de entrada...
Autor: Edgar Pires
Frente ao Sp. Espinho, o Olhanense conquistou três pontos que
deverão valer, ainda que não matematicamente, a permanência na Liga
de Honra, pois os oito pontos em relação à linha-d'água dificilmente
serão recuperáveis pelos adversários posicionados mais abaixo na
tabela.
Num jogo fraco e mal jogado, os algarvios entraram "a matar" e, com
a ajuda de Tó Ferreira (um "frango"), Jorge Vidigal inaugurou o
marcador, com um remate de fora de área, lance imediatamente
posterior a um cabeceamento fraco de Rui Loja. Por alguns momentos,
o nervosismo da defensiva espinhense originou diversos calafrios na
sua área.
O Sp. Espinho reagiu - Quim e André Cunha remataram com perigo - mas
nunca manifestou força suficiente para dar a volta "ao texto". O
Olhanense, sem jogar bom futebol, foi sempre mais sólido durante os
primeiros 45 minutos, com Rui Loja envolvido em dois lances de
perigo: um livre defendido por Tó Ferreira e uma tentativa de
chapéu.
Após o reatamento, assistiu-se a 20 minutos de autêntica nulidade
futebolística: dois conjuntos aos "repelões" e a bola pontapeada de
trás para a frente entre os dois meios-campos. As entradas de Toy e
Carlos Manuel trouxeram maior dinâmica à partida, acordando os
adormecidos colegas.
Após Toy e Filipe Azevedo terem desperdiçado o 2-0, Nauzet acorreu a
um cruzamento rasteiro do elemento vindo do banco (bom trabalho na
esquerda), decidindo de vez o encontro... e também qualquer réstia
de ver mais futebol - até ao final, nada de importante sucedeu.
"Foi uma vitória justa e muito importante, num jogo muito
difícil, porque defrontámos um adversário de valor. Com estes
pontos, ficamos mais tranquilos em relação ao futuro", disse
Hélder Rocha, treinador-adjunto do Olhanense. Quanto a Bruno
Cardoso, reconheceu "que o jogo não foi bom": "Não sei se foi do
calor, da viagem ou da noite mal dormida, mas não estivemos ao nosso
nível - o Olhanense aproveitou os nossos erros", acrescentou. |
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in "O Jogo"
(www.ojogo.pt)
Deserto de ideias... com golos
Autor: MANUEL LUÍS
Um golo de Jorge Vidigal - logo aos três minutos de jogo - e outro
de Nauzet (75') foram suficientes para que o Olhanense derrotasse,
ontem à tarde, no Estádio José Arcanjo, um aflito Espinho, a lutar
pela "sobrevivência". Num jogo sonolento e trapalhão, principalmente
na segunda parte, a turma da casa acabou por vencer, fruto da maior
eficácia e contando também com a preciosa ajuda do guardião dos
"tigres", Tó Ferreira, mal batido no lance do tento inaugural.
Num jogo de nervos para os forasteiros, os avançados do Olhanense,
Filipe Azevedo e Rui Loja, não souberam aproveitar a constante
tremedura da defensiva espinhense, enquanto, do outro lado, André
Cunha e Quim se revelaram insuficientes para alterar o rumo do
encontro.
Hélder Rocha, treinador-adjunto do Olhanense:
"Foi uma vitória justa, num jogo fraco, porque acusámos um pouco
a responsabilidade de conseguirmos uma vitória, que sabíamos ser
muito importante para o nosso futuro. Merecemos uma classificação
diferente da actual"
Bruno Cardoso, treinador do Espinho:
"Ao contrário do que tem acontecido, fizemos um mau jogo. Não sei
se foi do calor, da viagem ou porque dormimos mal. Não podemos
cometer erros destes - vou falar com os jogadores para que não se
repitam. Não podemos perder a tranquilidade por estarmos em zona de
despromoção" |
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