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OLHANENSE, 0 -
FEIRENSE, 1 |
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Domingo, 13 de Fevereiro de 2004
Estádio José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: João Ferreira (AF Setúbal)
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Paulo Sérgio (Glaedson, 37'), Lameirão
(Edu, 73') e Branquinho; Alexandre; Sérgio Marquês, Vasco Matos
e Marco Abreu (Edinho, 57'); Filipe Azevedo e Ricardo Silva; |
FEIRENSE:
Rui Correia; Hernâni, Mamadi, Fábio Terra e Serginho; Loukima
(Adelino, 61'), Cris e Carlos Pinto e Barge (Vitinha, 45');
Hélder Ferreira (Devigor, 77') e Riça; |
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TREINADOR:
Paulo Sérgio |
TREINADOR:
Francisco Chaló |
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SNU: Cândido (GR),
Miguel Teixeira, Calu e Rui Loja |
SNU: Hélder II (GR),
Cláudio, Djalmir e Hélder Sousa |
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Amarelos: P. Sérgio
(35') e S. Marquês (67')
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Amarelos: Mamadi (20')
e Fábio Terra (80') |
GOLO:
1-0 por Hélder Ferreira
(06') |
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COMENTÁRIO |
|
Por Luís Miguel Quinta Gomes
O Olhanense perdeu pela primeira vez no José Arcanjo nesta sua
caminhada na Liga de Honra, derrota esta frente a um adversário que
soube aproveitar as escassas oportunidades que teve e que trouxe a
sua táctica de puro anti-jogo bem estudada.
A boa moldura humana presente no estádio não contava com um
espectáculo tão pobre, pois o Olhanense bem cedo podia ter
inaugurado o marcador por intermédio de Branquinho na cobrança de um
livre.
Praticamente na resposta o Feirense inaugurou o marcador, através de
um pontapé livre à entrada da área rubro-negra, dando a nítida
impressão que o nosso guarda-redes podia ter feito mais, embora
também se tenha que culpabilizar o buraco que se abriu na barreira.
Pouco tempo depois, mais uma das muitas "visões" do árbitro João
Ferreira, que sem ninguém perceber porquê, assinalou uma grande penalidade
contra a nossa equipa. No entanto, escreveu-se direito por linhas
tortas, pois Bruno Veríssimo - com uma grande estirada - evitou o segundo
golo da equipa nortenha.
A partir daqui o jogo teve sentido único: a baliza de Rui Correia. O
Olhanense sentiu o golo e teve que fazer pela vida, mas nem os rasgos
de Ricardo Silva conseguiram dar justiça ao marcador, já que Filipe
Azevedo esteve sempre muito apático dentro da área contrária, não
aproveitando os centros do seu colega.
Na segunda parte o domínio do Olhanense acentuou-se, e embora se
tenha assistido a 45 minutos de futebol no meio campo adversário, a
nossa equipa nunca conseguiu criar evidentes situações de golo,
apostando sempre em cruzamentos para a área contrária que esbarraram
ora na defesa adversária, ora nas mãos de Rui Correia.
Paulo Sérgio bem tentou mexer na equipa (que acabou sem defesas
centrais de raiz), com as entradas de Glaedson, Edinho e Edu, mas
ficou a sensação que a sorte não estava do nosso lado. Para além do
inconformismo de Branquinho, que acabou o jogo a central e teve as
melhores arrancadas da segunda parte, de uma bola desviada por um
jogador contrário a remate de Filipe Azevedo quando esta tinha como
destino o fundo das malhas adversárias, pouco mais se viu do
Olhanense que mereça registo.
De realçar que na parte final o Feirense por duas ocasiões também podia ter chegado
ao segundo golo, mas a equipa nortenha não vinha talhada para marcar
em Olhão (apesar de o ter feito, de livre), deslumbrando-se com a baliza à sua
mercê.
Em jeito de conclusão, fica na retina um pobre espectáculo de
futebol, muito por culpa da táctica ultra defensiva da formação de
Santa Maria da Feira, que conseguiu mais do que vinha à procura,
pois não levou um, mas sim três pontos. |
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