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RECORTES DE IMPRENSA
(Record,
O Jogo, A Bola e A Voz de Felgueiras) |
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FELGUEIRAS, 2 - OLHANENSE, 0 |
in "A Bola" |
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in "O Jogo"
EMERSON E AGOSTINHO JUSTICEIROS
O Felgueiras venceu finalmente em casa. E, moralizado pelos três
pontos alcançados nos Açores - na jornada anterior -, deu um salto,
para cima, na tabela classificativa. Na primeira parte, o jogo
mostrou-se bastante equilibrado, mercê do calculismo e rigor táctico
dos antagonistas. No reatamento, as coisas modificaram-se, a favor
do Felgueiras, que, paulatinamente, desfrutou do ascendente
territorial. Daí que, enquanto o Olhanense só de bola parada (por
três vezes), tentou chegar ao golo, as verdadeiras oportunidades
pertenceram aos locais. E foi com isso que Emerson (47'), disparado
pelo corredor central, e Agostinho (83'), numa recarga, fizeram os
dois golos do encontro.
Diamantino Miranda, treinador do Felgueiras:
"O Felgueiras foi um justo vencedor. Há muito que vínhamos
demonstrando bom futebol, desde o início do campeonato, mas só agora
o nosso trabalho está a frutificar bons resultados".
Paulo Sérgio, treinador do Olhanense:
"Entrámos muito bem no jogo, numa altura em que remetíamos o
Felgueiras para a defesa. Na segunda parte, cometemos erros
infantis, tanto no primeiro como no segundo golos sofridos. Estamos
fartos de vitórias morais, temos que evitar estes errros". |
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in "Record"
NORTENHOS VENCEM PELA PRIMEIRA VEZ NO SEU ESTÁDIO
Felgueiras-Olhanense, 2-0: Malapata caseira conhece epílogo
Foi desta! Ao sétimo jogo em casa, o Felgueiras construiu a
primeira vitória. Até ontem, o conjunto de Diamantino Miranda não
tinha feito melhor do que somar dois empates no seu estádio. Mas,
ontem, os felgueirenses afastaram a malapata e lograram vencer o
Olhanense por 2-0, justificando o triunfo pelo rigor táctico e pela
ambição patenteados durante todo o desafio. Este é, aliás, o segundo
triunfo consecutivo do Felgueiras, que evidencia um nítido crescendo
de forma.
O desafio foi sempre muito disputado, mas não foi brilhante sob o
ponto de vista técnico. Contudo, teve lances vistosos, especialmente
no segundo tempo, período no qual os locais construíram o resultado
que lhes permitiu somar os três pontos.
Emerson (47') e Agostinho (83') foram os autores dos dois tentos que
derrotaram os algarvios, os quais nunca se renderam.
Sempre bem organizados, os durienses explanaram um futebol assente
num sistema que se revelou eficaz, sobretudo após os golos. Após
Emerson ter aberto o activo, num dos primeiros lances da etapa
complementar, o adversário teve de arriscar, mas sem sucesso. E
quando o opositor reagia à desvantagem, embora nem sempre de forma
convincente, a velocidade de Agostinho (o melhor do Felgueiras) foi
fundamental para bater Bruno Veríssimo e sentenciar o desafio. |
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in "A Bola"
Eis a primeira vitória caseira do Felgueiras
UMA LOUCA CORRERIA
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in "A Voz de
Felgueiras"
“Felgueirenses de Olhão na baliza algarvia ... “
Antecedentes –
Ainda sem vencer em casa, o Felgueiras, vinha dando sinais de
melhoras nos últimos jogos, ao apontar 8 golos nos últimos 3 jogos,
nas quais averbou duas vitórias em Santa Clara (1-3) e Ovarense
(0-3). A Olhanense, a fazer um excelente campeonato, trazia na
bagagem uma goleada sobre o Alverca (3-0), tendo já vencido como
visitante, na Póvoa de Varzim, por 0-1.
O Jogo – Moralizados pela goleada em Ovar, a equipa
felgueirenses, entrou muito calculista no jogo, e quase marcava no
primeiro minuto. Agostinho já dentro da área algarvia, podendo
rematar à baliza de Bruno Veríssimo, tentou assistir Filipe Azevedo.
Os comandados de Paulo Sérgio, apresentaram-se em Felgueiras com
poucas veleidades ofensivas, muito recuados e fechados, apostando na
velocidade de Livramento, Vasco Matos e Ricardo Silva, para desferir
os seus contra ataques, muito denunciados.
Convictos de que mais cedo ou mais, o seu ascendente se traduziria
em golos, o Felgueiras, mesmo não criando situações de perigo,
comandou as operações, e não permitiu que os algarvios perigassem a
baliza confiada ao concentrado Pedro Miguel.
Perto do intervalo, Emerson, rompendo pela esquerda, colocou a bola
na zona da verdade, mas Filipe Azevedo, chegou um tudo nada
atrasado.
O Felgueiras reiniciou a partida da melhor forma, ao adiantar-se no
marcador, com um golo de Emerson, a desferir já dentro da área, com
o pé esquerdo, um remate certeiro.
Com uma reacção, muito ténue, para se não dizer nula, por parte da
Ohanense, foi a equipa felgueirense, a criar situações de perigo, em
lances desferidos pela suas asa esquerda. Aos 67 minutos, Agostinho
cruza milimétricamente, mas Filipe Azevedo, não conseguiu encostar.
Depois, cinco minutos volvidos, foi Luís Miguel a cruzar, e
Agostinho a chutar na ... atmosfera, e a perder a oportunidade para
fazer o segundo da tarde.
Sem surpresa, o Felgueiras obtém o golo da tranquilidade, merecido,
aos 83 minutos. Agostinho em velocidade pelo corredor central,
remata junto à meia lua, para a defesa de Bruno Veríssimo,
incompleta, para depois recargar vitoriosamente.
Vitória certa da melhor equipa em campo, a segunda consecutiva
(depois do êxito em Ovar), e a terceira, nos últimos ... 4 jogos. 10
golos marcados e 4 sofridos, são os outros números das derradeiras
quatro jornadas, nas quais o Felgueiras saltou do penúltimo lugar,
para o grupo dos 10ºs classificados.
O momento do jogo – Um golo logo no seguindo minuto da metade
complementar, marcou claramente o jogo. Emerson, foi o autor desse
momento, num remate indefensável.
A figura – Agostinho, carimbou o golo que transmitiu a
tranquilidade à equipa. Embora nos parecesse que o 1-0, já era
tranquilo, frente a um inofensivo Olhanense, apenas aperigar a
baliza de Pedro Miguel em dois lances de bola parada (livres
directos). Pelo golo, e pela sua qualidade em jogo (velocidade e
instinto pela baliza), fazem-no figurar neste galarim dos “melhores”
para a Voz de Felgueiras.
O árbitro – Pedro Henriques, num jogo disciplinado e sem
casos, teve uma actuação excelente. Quem não parece gostar deste
excelente árbitro, é o ex.árbitro Jorge Coroado, que opinando numa
rádio nacional, é sempre contundente para com este valoroso
internacional português. Dizem que tem algo a ver, com o facto de
ter sido seu “assistente”, enquanto árbitro, e a dor de cotovelo, de
Pedro Henriques apresentar actuações mais uniformes, como árbitro.
Na nossa perspectiva, o aluno (Pedro Henriques) é claramente melhor
que o seu mestre (Jorge Coroado). Aprendeu as coisas boas de
Coroado, e deixou de, lado os defeitos (arrogância, vaidade e a
mania de que era o melhor). Só que nessa altura, havia Vítor
Pereira.
As palavras dos técnicos – Diamantino Miranda (tr.
Felgueiras) :«Foi uma vitória que se adivinhava desde o inicio do
campeonato, exceptuando apenas o jogo com o Chaves. Estivemos
concentrados e fomos inteligentes diante de uma equipa, que tem tido
uma postura positiva, na prova.». Paulo Sérgio (tr. Olhanense) «Foi
um jogo marcado pelo inicio da segunda parte, em que o Felgueiras
soube aproveitar um erro nosso e virou as coisas a seu favor.
Reagimos mas o Felgueiras soube gerir o jogo da melhor forma.».
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