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RECORTES DE IMPRENSA
(Record,
O Jogo) |
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OVARENSE, 4 - OLHANENSE, 2 |
in "O Jogo"
Primeira parte de luxo
A Ovarense construiu o triunfo no decorrer dos primeiros 45
minutos, período em que a turma de Joaquim Teixeira demonstrou uma
grande eficácia ofensiva. A jogar perante o seu público, a formação
de Ovar apresentou algumas novidades, alterações que se revelaram
acertadas e fundamentais.
Apesar de o Olhanense ter entrado melhor, a verdade é que foram os
donos da casa a facturar primeiro. Marco Abreu cobrou um lançamento
lateral e na insistência Evilar abriu o activo. A partir daqui a
Ovarense dominou as operações e volvidos cinco minutos foi Marco
Abreu a ampliar a vantagem. Até ao intervalo os vareiros voltaram a
marcar em mais duas ocasiões, pelo brasileiro Éder.
Na segunda parte tudo foi diferente. Os visitantes reduziram para
4-1 por Ricardo Silva, ao minuto 51, e mais tarde - após um lance
polémico que ditou a expulsão de Éder e de Joaquim Teixeira, técnico
da Ovarense -, voltaram a marcar, por Edinho, na conversão de um
penálti.
Até ao final da partida, o árbitro Hélio Santos foi o (mau)
protagonista. Expulsou Carlos Marques e não mais conseguiu controlar
o jogo.
Declarações dos técnicos
"O meu grupo de trabalho dedica esta vitória ao nosso presidenteJosé
Eduardo Oliveira, falecido há precisamente seis meses"
(Joaquim Teixeira, treinador da Ovarense)
"A jogar futebol só deu Olhanense. Fomos melhores em todos os
capítulos do encontro, mas cometemos quatro erros infantis. A
Ovarense foi prática e fez o resultado"
(Paulo Sérgio, treinador do Olhanense) |
in "Record"
OLHANENSE COMETEU DEMASIADOS ERROS
Ovarense-Olhanense, 4-2: Eficácia vareira dita leis
A Ovarense revelou uma eficácia tremenda, concretizando,
praticamente, todas as oportunidades de que dispôs. O Olhanense,
após o tento inaugural, desconcentrou-se e passou a cometer erros
infantis, sofrendo mais três golos, ainda antes do intervalo. No
segundo tempo, os locais limitaram-se a gerir a vantagem, acabando
então por encaixar dois golos. Má arbitragem de Hélio Santos,
exagerando no aspecto disciplinar, num jogo fácil de dirigir. |
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