5.ª JORNADA
II LIGA DE HONRA - 2004/05

 

FOTO: Marco Fava

OLHANENSE, 1 - PAÇOS DE FERREIRA, 0

Sábado, 02 de Outubro de 2004
Estádio José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Pedro Proença (AF Lisboa)

OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Paulo Sérgio, Lameirão e Branquinho; Alexandre e Sérgio Marquês; Vasco Matos (Ricardo Silva, 80') e Livramento; Toy (Calu, 87') e Edinho (Rui Loja, 74');

P. FERREIRA: Pedro; Dario, Geraldo, João Duarte e Pinheiro; Pedrinha, Paulo Sousa, Ricardo André e Junior Bahía (Rui Dolores, 61'); Djalma (Helder Calvino, 75') e Rincon (Junior, 53');

TREINADOR: Paulo Sérgio TREINADOR: José Mota

SNU: Cândido (GR), Nelson Afonseca, Miranda e Glaedson

SNU: Pinho (GR), Adalberto, Gustavo e Bispo
Amarelos: Toy (22') e Jorge Vidigal (90' + 01')

Amarelos: Djalma (66'), Ricardo André (66' e 79'), Paulo Sousa (70' e 81'), Geraldo (77'), Pinheiro (90' + 03')

  Advertência: José Mota (70')

Vermelhos: Paulo Sérgio (83')

Vermelhos: Ricardo André (79') e Paulo Sousa (81'), ambos por acumulação

GOLO

1-0 por Edinho (66'), de grande penalidade


FOTO: Tiago Rodrigues


FOTOS:
Marco Fava
Miguel Saial
Tiago Rodrigues

 
FOTO: Tiago Rodrigues

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COMENTÁRIO

Por Luís Miguel Gomes

O Olhanense recebeu e venceu o Paços de Ferreira, assumido candidato à subida ao escalão máximo do futebol português, por uma bola a zero. O resultado peca por escasso dada a supremacia da turma de Olhão durante toda a segunda parte do jogo.

Perante uma boa moldura humana no José Arcanjo, as duas equipas entraram no jogo a praticar um futebol directo que apanhou por inúmeras vezes os homens mais avançados no terreno em fora-de-jogo. Foi uma fase tristonha do encontro, em que o mau estado do relvado também em nada ajudou, acabando por dar origem a várias perdas de bola.

Aos poucos o Olhanense foi-se instalando no meio campo da formação do Paços, e dispôs de uma boa ocasião para marcar, contudo o remate de Toy acertou nas malhas laterais. O mesmo Toy pouco tempo depois, trocou as voltas à defesa nortenha e não fosse o árbitro fazer vista grossa a uma falta dentro da grande área o desfecho decerto seria outro.

O Paços de Ferreira deu algumas dores de cabeça à defensiva Olhanense, dispondo da mais flagrante oportunidade de golo no primeiro tempo com um falhanço incrível de um dos seus homens que não teve engenho para dar o toque final para dentro da baliza depois de uma jogada pela esquerda que apanhou a defesa rubro-negra em contra-pé. Já ao cair do pano da primeira parte, o guardião da equipa do Paços negou o golo à turma de Olhão, com uma magnífica defesa a um belo remate de Branquinho na cobrança de um livre.

Para a etapa complementar, assistiu-se a um jogo de sentido único, a baliza do Paços de Ferreira.
Os homens de Olhão tomaram o controle da partida e mercê da irreverência de Toy e dos desequilíbrios causados por Livramento e Vidigal, os rubro-negros encostaram a equipa forasteira ao seu último reduto, faltando a frieza necessária para marcar o primeiro golo que podia mesmo ter acontecido caso Toy, liberto de marcação e após um centro da direita tivesse cabeceado em direcção à baliza quando já todos gritavam pelo golo.

Nesta fase do encontro o Olhanense pode-se queixar sobremaneira da equipa de arbitragem pois esta não assinalou um penalty escandaloso por falta cometida sobre Toy depois de uma grande jogada individual do mesmo. Os ânimos das hostes do José Arcanjo foram ao rubro quando pouco depois o juiz internacional Pedro Proença assinalou uma grande penalidade sobre Toy, que Edinho não desperdiçou. Estava feito o primeiro e único golo da partida.

Os forasteiros perderam a cabeça e num ápice perderam dois jogadores por expulsão, só que quando já nada fazia prever, o defesa do Olhanense Paulo Sérgio desentendeu-se com um recém entrado jogador do Paços e foi para os balneários mais cedo. Assistiu-se a uma ténue reacção da formação pacense, sempre controlada pela turma da casa, já reforçada com Rui Loja e Ricardo Silva a protagonizarem rápidos contra-ataques, e Calu que veio trazer solidez defensiva depois da expulsão de Paulo Sérgio.

Até ao final, registo para mais uma grande defesa do guardião forasteiro para canto, a remate de Branquinho na cobrança de um livre. Aos poucos, cautelosamente e sem grandes exuberâncias, a nau de Olhão já leva dez pontos e ocupa os lugares cimeiros da tabela.

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