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RECORTES DE IMPRENSA
(Record,
O Jogo e Região Sul) |
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OLHANENSE, 2 - NAVAL, 1 |
in "Record"
TOY FOI O MELHOR E MARCOU POR DUAS VEZES
O Olhanense venceu ontem a Naval por 2-1, no seu reduto, num
jogo bem disputado de parte a parte, mas com a equipa da casa a
merecer a vitória com toda a justiça.
Na recepção à Naval, a equipa de Paulo Sérgio entrou muito bem
no jogo, marcando logo aos 21 minutos, por Toy – melhor jogador
em campo –, que apareceu muito oportuno à boca da baliza, após
passe de Vasco Matos. Depois do golo, a equipa de Olhão
instalou-se no meio campo adversário, porém a equipa da Naval,
numa das poucas vezes que tentou subir no terreno durante o
primeiro tempo, aos 29’, colocou à prova o guardião Bruno
Veríssimo, num bom remate de Pedro Cervantes. Entretanto, o
Olhanense tentava também a sua sorte, quase sempre por Toy.
No reatar do jogo, quando ainda os adeptos regressavam aos seus
lugares, novamente Toy, a passe de Sérgio Marquês, isolou-se e
rematou para o fundo das redes à guarda de Taborda, que não teve
qualquer hipótese. O mesmo Toy, aos 72’, acaba por falhar novo
golo, rematando ao lado da baliza.
À entrada do último quarto de hora, o jogo começou a adormecer,
mas, aos 90 minutos, Livramento perde uma bola a meio campo e vê
a sua defesa ficar parada, acabando a bola por ficar nos pés de
Tatú, que arrancou em direcção à baliza de Bruno Veríssimo e
disparou para as redes olhanenses.
Logo depois de a bola ser reposta em jogo, a Naval tenta
surpreender novamente o adversário, porém sem qualquer efeito.
Já em tempo de descontos deu--se o período mais emotivo do jogo,
com os adeptos da casa a reclamarem fora-de-jogo no único tento
dos forasteiros.
A Naval teve mérito no bom espectáculo de futebol a que se pôde
assistir ontem em Olhão, onde o recém-contratado técnico,
Rogério Gonçalves, se deslocou para observar a sua nova equipa.
Boa arbitragem, que em nada influenciou o resultado. |

Fotografia:
www.record.pt |
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in "Região Sul"
BIS DE TOY AFUNA NAVAL
Um bis de Toy permitiu ao Olhanense nova vitória no seu terreno,
conquistada com toda a justiça. Os algarvios dominaram durante
grande parte do encontro, falhando algumas ocasiões, enquanto a
Naval só através de contra-ataque criou algum perigo para Bruno
Veríssimo.
Logo aos 21', Toy, aproveitando passe de Vasco Matos, abriu o
marcador, com um lance "à ponta-de-lança", desviando o esférico em
frente à baliza. O Olhanense instalava-se no meio-campo contrário
mas encontrava bastantes dificuldades para penetrar na defesa
navalista. Aliás, os jogadores da Figueira da Foz veriam mesmo o
guardião olhanense negar-lhes um golo feito, oportunidade que nasceu
fruto de um remate de Cervantes.
No segundo tempo, tentando contrariar o estilo monótono por que se
guiou a primeira parte, o Olhanense surgiu mais solto e procurando
com mais dinâmica a baliza contrária. Toy bisou logo no primeiro
minuto e esteve perto de aumentar a vantagem, no melhor período dos
da casa. A Naval apenas reduziria já em tempo de descontos, num
lance muito criticado pelos adeptos locais, que pediram
fora-de-jogo.
Paulo Sérgio, técnico do Olhanense, estava muito satisfeito "com o
desempenho dos jogadores" e também com o papel do adversário, "que
valorizou a nossa vitória". Fernando Mira, que treinou interinamente
o conjunto navalista (Rogério Gonçalves entra em funções hoje),
falou num encontro "equilibrado", com oportunidades divididas.
"Hoje, não mostrámos o nosso verdadeiro futebol. Temos de trabalhar
para fazer melhor." |
in "O Jogo"
AS BRINCADEIRAS DE TOY
O avançado Toy foi o grande culpado da vitória do Olhanense, já que
o ex-Felgueiras não só marcou os dois golos dos "leões" de Olhão
como "brincou" com os defesas forasteiros durante praticamente toda
a partida, falhando, pelo menos, outras tantas oportunidades para
descansar as hostes algarvias.
Aliás, numa primeira parte algo monótona, a equipa da casa só a
espaços conseguiu fugir ao futebol calculista da formação visitante,
que até viu um golo anulado (13´) por fora-de-jogo e outro (29´)
negado por uma espectacular defesa do guardião Bruno Veríssimo, a
redimir as falhas de marcação dos seus companheiros do sector
defensivo.
Talvez depois de uns "abanões" do técnico Paulo Sérgio, os atletas
do Olhanense entraram mais activos na segunda metade do encontro e
um novo golo de Toy, logo aos 45 segundos - aproveitando da melhor
maneira as falhas de uma defesa aos papéis -, deu outra alma ao
futebol dos visitados, que continuaram, no entanto, muito
perdulários.
O golo de honra dos visitantes foi obtido ao cair do minuto 90, em
posição que deixou muitas dúvidas e que foi o culminar de uma
péssima actuação do árbitro assistente Carlos Carmo. Este golo
acabou no entanto por transmitir alguma justiça ao resultado final.
DECLARAÇÕES
"Foi um bom jogo do Olhanense e uma vitória sem contestação. Agora é
continuarmos a trabalhar com os pés bem assentes no chão"
(Paulo Sérgio, treinador do Olhanense)
"Foi um jogo equilibrado, com oportunidades divididas. Hoje, não
mostrámos o nosso verdadeiro futebol. Temos de trabalhar para fazer
melhor"
(Fernando, jogador da Naval) |
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