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[ 13 de Setembro de 2004 ]
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Eis alguns recortes do que foi dito e
escrito relativamente ao jogo na Reboleira,
onde a maioria dos jornais confirma o comentário
introduzido pelo nosso site no dia do jogo. Destaque ainda para
algo que não se consegue distinguir bem se é sobranceria
ou mágoa "cotovelar"...
O técnico estrelista ironizou sobre o destaque dado pelos jornais à
visita do nosso clube à Reboleira, comparando-nos
sarcasticamente ao Benfica. Quem lê a
coisa até parece que foi algum massacre e só não levámos
mais bolas porque não calhou.
Ah, moss... apaga a luz, apaga. |
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RECORTES DE IMPRENSA
(A Bola, Record,
O Jogo e Região Sul) |
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EST. AMADORA, 2 - OLHANENSE, 0 |
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in "A Bola"
«A espaços conseguimos controlar o jogo e merecemos a
vitória. Julguei que iamos defrontar o Benfica, tanta foi a
publicidade dos jornais ao Olhanense»
(António da Conceição, "Tony", técnico do Estrela da Amadora) |
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in "Record"
DOIS GOLOS OBTIDOS EM LANCES DE CONTRA-ATAQUE
E. Amadora-Olhanense, 2-0: Henrique entra e decide o desafio
O avançado Henrique, que entrou no início da segunda parte a render
o defesa-central Santamaria, decidiu o desafio. Logo aos 48 minutos,
e depois de receber a bola despachada por Veiga, cruzou da direita,
e Rui Borges, com um toque subtil, enfiou o esférico pelo "buraco da
agulha", ou seja, entre o corpo de Bruno Veríssimo e o poste.
Aos 81', com o E. Amadora reduzido a dez elementos por expulsão de
Wesnalton, de novo a defesa anfitriã aliviou a bola para longe. Esta
foi captada a meio-campo por Verona, que serviu Henrique, o qual,
calmamente, tirou o guarda-redes do caminho e atirou para a baliza
deserta. Dois lances de contra-ataque, com a sorte a sorrir ao
Estrela, já que em ambas as ocasiões o Olhanense tinha criado duas
situações de muito perigo.
O primeiro tempo decorreu numa toada de equilíbrio, com ambas as
equipas a imprimirem ao jogo um ritmo brando. Aos 10 minutos, e na
cobrança de um livre directo, Jorge Vidigal proporcionou a Veiga a
melhor defesa do encontro. Aos 28' foi a vez de Verona - que devia
ter solto a bola para Zamorano - rematar fraco para uma defesa fácil
do guardião algarvio. Apesar de os locais terem acelerado um pouco
no último quarto de hora, não se registou mais nenhuma jogada digna
de nota. Assim, o nulo registado ao intervalo reflectia o que se
passou em campo.
No segundo tempo, e sobretudo após o golo do Estrela, a partida foi
jogada com mais vivacidade, com o conjunto visitante a aparecer mais
perigoso, de que é exemplo uma cabeçada de Toy que embateu no poste.
Na resposta, Henrique obrigou Bruno Veríssimo a afastar o esférico
pela linha de fundo.
A segunda substituição operada pelo técnico Toni também resultou, já
que Mauro Bruno trouxe outra dinâmica ao ataque dos locais, ao
contrário de Rómulo, com uma exibição algo apagada. Ao invés, as
substituições feitas por Paulo Sérgio não surtiram o efeito
desejado, já que a equipa não melhorou com as entradas de Livramento
e de Edinho em termos de objectividade ofensiva.
Mesmo assim, o Olhanense procurou sempre chegar à igualdade, só que
a defesa contrária conseguiu neutralizar, com mais ou menos
dificuldades, as situações de maior perigo. O segundo tento acabou
com a resistência anímica dos forasteiros e trouxe maior serenidade
à turma visitada, que mereceu a vitória. O trio de arbitragem
assinou um trabalho de muito boa qualidade. |
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in "Região Sul"
"Contra-ataque" abate algarvios
O Olhanense, vindo de uma vitória em casa sobre o Portimonense,
não conseguiu transformar essa motivação noutro triunfo. Ontem, na
Reboleira, os algarvios foram derrotados por um Estrela mais eficaz,
garantindo três pontos após dois lances de contra-ataque, justamente
quando o Olhanense tinha falhado excelentes ocasiões de golo.
A primeira parte saldou-se por um equilíbrio constante, em toada de
parada e resposta. A qualidade do jogo decresceu à medida que os
minutos passaram, chegando-se ao intervalo com um nulo que reflectia
o que se havia jogado nesse período.
Henrique, aposta de Toni para o segundo tempo, acabaria por ser a
grande figura da partida. Logo aos 48, após um pontapé de Veiga,
cruzou da direita para Rui Borges inaugurar o marcador. Mais tarde,
seria ele próprio a aumentar a contagem, após ultrapassar o
desamparado Bruno Veríssimo.
Mesmo com dez elementos, o Estrela da Amadora conseguia assim o 2-0,
numa altura em que o Olhanense colocava toda a "carne no assador".
No entanto, quem não marca... Faltou objectividade e eficácia aos
algarvios, precisamente as virtudes que levaram o conjunto da casa à
vitória.
No final, Toni reconheceu que se tratava de um jogo complicado ("às
tantas julguei que íamos jogar contra o Benfica...", ironizou), mas
elogiou os seus jogadores. "Esta é uma equipa em construção, que
quer ganhar jogos e, no futuro, vai render mais", disse. Paulo
Sérgio faltou em "resultado enganador". "Fomos infelizes. Dou os
parabéns ao Estrela porque é uma equipa muito experiente, mas a
nossa não foi em nada inferior." |
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in "O Jogo"
VITÓRIA SALTOU DO BANCO
O Estrela da Amadora alcançou ontem a primeira vitória no campeonato
da Liga de Honra, ao vencer em casa o Olhanense, por 2-0. Os
primeiros 15' ainda chegaram a prometer, pela rapidez e abertura da
partida, mas depressa veio ao de cima um sem fim de passes falhados
e uma falta de objectividade de puxar o bocejo.
Do onze inicial do Estrela da Amadora apenas Veiga é sobrevivente da
época passada. A jogar em casa, a formação recém-despromovida do
primeiro escalão raramente conseguiu controlar as operações durante
a primeira metade, perante um Olhanense a jogar como mais lhe
convinha. O nulo verificado ao intervalo não merecia, por isso,
qualquer discussão.
A etapa complementar abriu praticamente com a formação da Reboleira
em vantagem. O treinador Toni lançou Henrique ao intervalo e os
resultados não tardaram em aparecer. Logo aos 48', o avançado
acorreu a um alívio de Veiga, palmilhou uns metros e ofereceu uma
bola "açucarada que Rui Borges não enjeitou para finalizar à...
Madjer. Com a simplicidade de três toques, o Estrela adiantava-se no
marcador e passava o prejuízo para as mãos dos "leões" de Olhão.
A eficácia nunca foi apanágio dos pupilos de Paulo Sérgio e foi já a
jogar com dez - Wesnalton fora expulso aos 73' - que os amadorenses
"mataram" o encontro. Mais uma vez em contra-ataque, de forma
simples e pelo inevitável... Henrique.
OS TÉCNICOS
"Era um jogo complicado porque o Olhanense está motivado, mas
conseguimos agarrar o jogo. Às tantas julguei que íamos jogar contra
o Benfica..."
(Toni, treinador do Estrela da Amadora)
"Fomos infelizes. Tenho que dar os parabéns ao Estrela porque é uma
equipa muito experiente, mas a nossa não foi em nada inferior.
Parabéns ao trabalho de Lucílio Baptista"
(Paulo Sérgio, treinador do Olhanense) |
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