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ORIENTAL,
1 - OLHANENSE, 2 |
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Domingo, 04 de Abril de 2004
Estádio Engenheiro Carlos Salema, em Lisboa
Árbitro: Soares Dias (AF Porto)
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ORIENTAL:
Elísio; Mangualde, Luís Pedroso, Hélder (Mário, 74') e
Rodolfo (João Mendes, 37'); Hélder Lemos e Taira (Décio,
60'); Quaresma, Diogo e Pedro Alves; Bruno Carlos; |
OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Lameirão, Xavier e
Branquinho; Calú e Sérgio Marquês; Amaral (Évora, 86'),
Livramento, e Brito (Rui Loja, 82'); Edinho (Rui Alves,
79'); |
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TREINADOR:
Fernando Chalana |
TREINADOR:
Paulo Sérgio |
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SNU:
Tiago (GR), Glaedson, Afonseca e Márcio Camacho |
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AMARELOS:
Luís Pedroso (32') e Hélder (70') |
AMARELOS:
Jorge Vidigal (30' e 68') e Bruno Veríssimo (90') |
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VERMELHO:
Jorge Vidigal (68'), por acumulação |
GOLOS:
0-1 por Lameirão (21')
0-2 por Xavier (28')
1-2 por Décio (61') |

Lameirão e Xavier:
Defesas "goleadores" |
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COMENTÁRIO |
|
por Luís Miguel Quinta Gomes
O Olhanense apresentou-se no Campo Eng.
Carlos Salema em Marvila com a firme intenção de levar os
três pontos para o Algarve, mas, diante de uma formação do
Oriental com boa qualidade e que nunca virou a cara à
luta, os pupilos de Paulo Sérgio devem ter suspirado de
alívio quando o árbitro apitou para o final da partida.
Ainda o Olhanense não tinha tocado na bola, já o Oriental
dispunha de uma ocasião de ouro para inaugurar o marcador,
mas Bruno Veríssimo opôs-se da melhor forma a um jogador
da casa quando este lhe apareceu na cara depois de uma
grande jogada individual que deixou a defesa rubro-negra
de rastos.
A nossa equipa ficou avisada da boa dinâmica ofensiva dos
locais e foi à procura do golo, instalando-se no
meio-campo adversário embora sem criar grandes
oportunidades de golo. Nesta fase, o Oriental nunca
abdicou do ataque e teve mesmo mais uma ocasião para
marcar, após uma desatenção de Lameirão que deixou um
atleta local fugir-lhe pelo flanco esquerdo e centrar para
o coração da grande área onde surgiu um dianteiro da
formação do Oriental a rematar para a baliza, só que a
bola embateu para sorte das nossas hostes num homem da
casa quando todos esperavam o abrir da contagem.
Melhor resposta não podia acontecer, já que no lance
seguinte e depois de um cruzamento de Amaral, Lameirão
emendando-se do lance anterior, surgiu na pequena área e
de cabeça fez o primeiro golo da partida.
O Olhanense ainda estava a viver a euforia do golo
apontado e foi pouco tempo depois que conseguiu dilatar o
marcador, desta feita na sequência de um canto que
descobriu Xavier, este só teve de encostar.
Até ao intervalo, o Oriental tentou reduzir a contagem,
mas a equipa do Olhanense conseguiu anular as incursões do
adversário e foi para o balneário em vantagem.
Para a metade complementar, o Oriental surgiu ainda mais
perigoso e dispôs de algumas jogadas em que podia marcar,
mas ora alguns cortes em última instância, ora não fosse a
grande tarde de Bruno Veríssimo que decerto o resultado
tinha sido outro.
O Olhanense nesta fase limitava-se a controlar o jogo a
meio-campo, e a aproveitar a rapidez de Brito e o
virtuosismo de Livramento, para criar perigo na área
contrária, mas Edinho teve em dia não, sempre muito
estático e algo trapalhão a não demonstrar neste encontro
o faro que costuma ter pelo golo.
Aos sessenta minutos o Oriental chegou ao golo, depois de
um cruzamento ao qual os nossos jogadores não conseguiram
aliviar, surgiu um jogador da casa a desferir um remate
certeiro. O encontro estava relançado e tendia a
complicar-se já que pouco depois Jorge Vidigal viu o
segundo amarelo e foi expulso, deixando o Olhanense por
muito tempo ainda a jogar com dez jogadores.
Esperava-se então uma motivação extra dos locais em busca
da igualdade, só que as investidas da formação do Oriental
esbarraram sempre em Bruno Veríssimo. A nossa equipa
também não descurou o ataque e ficou a nítida sensação de
uma grande penalidade não assinalada a nosso favor que
poderia ter "matado" o jogo.
Para os minutos finais, Paulo Sérgio refrescou a equipa
com as entradas de Rui Alves, Rui Loja e Évora, para os
lugares de Edinho, Brito e Amaral (o Campeão do Mundo de
Riade fez um jogo de encher o olho). O encontrou acabou
pouco depois, consagrando o Olhanense com uma brilhante
vitória perante um adversário que nunca baixou os braços e
que valorizou sobremaneira o triunfo alcançado pela nossa
equipa. |
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