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CAMACHA, 2 - OLHANENSE, 2 |
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Domingo, 04
de Janeiro de 2004
Campo da Nogueira,
na Camacha (Madeira)
Árbitro: João Santos (AF Porto)
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CAMACHA: Vinicius;
Agrela, Guido, Chinguila e Rogério; Manuel, José Paulo,
Ludgero e Rogerinho; Miguel Fidalgo (Everaldo, 73') e Humberto; |
OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Jorge Vidigal, Miguel, Évora (Amaral, 23') e
Branquinho; Lameirão; Livramento, Sérgio Marquês e Glaedson
(Afonseca, 53'); Rui
Loja
(Tiago, 84') e Edinho; |
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SNU:
Xavier, Paulo Renato e Cassiano |
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TREINADOR: Leonardo Jardim |
TREINADOR:
Paulo Sérgio |
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AMARELOS:
Manuel (89') |
AMARELOS: Edinho
(38') e Lameirão (61') |
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VERMELHOS: |
VERMELHOS:
Bruno Veríssimo (83') |
GOLOS:
1-0 por Chinguila (02')
2-0 por Miguel Fidalgo (13')
2-1 por Chinguila, A.G. (60')
2-2 por Rui Loja (72') |
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RECORTES
DE IMPRENSA |
in JN
MADEIRA
EXCELENTE ESPECTÁCULO ACABA COM EMPATE
Emotividade até final
Partida de boa qualidade, com todos os condimentos dos grandes espectáculos. Golos, emoção, bom futebol e casos, foram a imagem que ficou.
Melhor não poderia ter começado a Camacha, que logo aos 2 minutos chegou ao golo, por Chinguila, na sequência de um canto apontado por Rogerinho.
Depois, aos 4 e 5 minutos Miguel Fidalgo ameaçou, valendo a oposição de Bruno Verissímo, mas aos 13 minutos, na sequência de um rápido contra-ataque, logrou dilatar a vantagem.
A Camacha controlava o jogo e não dava veleidades ao seu antagonista. Mas o técnico Paulo Sérgio mexeu no “xadrez” da sua equipa, retirando o central Évora e fazendo entrar o campeão de Riade, Amaral. E o jogo mudou a sua tendência.
Ainda antes do intervalo, Rui Loja colocou à prova, na cobrança de livres, a atenção de Vinicius, aos 32 e 37 minutos.
O Olhanense regressou do intervalo com o claro objectivo de contornar as adversidades e mercê de uma atitude ofensiva, remeteu a Camacha para junto da sua área. O golo adivinhava-se e chegou à passagem dos 58 minutos, num lance de infelicidade de Chinguila.
Os algarvios continuaram exercendo grande pressão, enquanto que a Camacha apenas em esporádicos contra-ataques criava perigo.
Aos 72 minutos, Rui Loja correspondeu da melhor maneira a um centro de Jorge Vidigal e restabeleceu a igualdade.
Até final, ambas as equipas procuraram o golo, mas o resultado não sofreu alteração.
Em suma, foi uma boa partida de futebol, electrizante e a espaços, jogado a um ritmo vertiginoso. No fundo, o resultado final premeia a prestação dos elementos das duas equipas.

Leonardo Jardim estava conformado com o desfecho final do jogo. “Entrámos bem e surpreendemos o adversário. O Olhanense teve volume de jogo, mas não teve grandes situações para golo. Falhámos alguns lances de contra-ataque que poderiam ter “matado” o jogo. Foi um bom espectáculo, com emotividade até ao fim. O Olhanense é um dos fortes candidatos à subida”.
Por seu lado, Paulo Sérgio era crítico em relação à arbitragem. “Fizemos três golos. Não vislumbro qualquer irregularidade no golo anulado ao Edinho e o lance da expulsão do nosso guarda-redes é precedido de um fora-de-jogo”. Analisando os 90 minutos, o técnico do Olhanense referiu que: “fizemos uma segunda parte de luxo. Fomos superiores e demos uma grande demonstração de categoria”. |
in DN
MADEIRA
Divisão justa: Camacha e Olhanense alternaram domínios, e o empate está certo
Vinte minutos iniciais de excelente qualidade futebolística começaram por dar uma confortável vantagem à equipa da casa, que logo no segundo minuto de jogo colocou-se na liderança do marcador, através de um remate de cabeça de Chinguila.
Um lance iniciado numa soberba arrancada de Ludgero, que conquistou um pontapé de canto, superiormente apontado por Rogerinho para o defesa central camachenses inaugurar o marcador.
Surpreendidos pela postura da equipa local, os algarvios foram obrigados a se remeterem à defensiva, que viram o seu guarda-redes, por duas vezes consecutivas (4 e 5 m), defender outros tantos remates de Miguel Fidalgo.
Os donos casa ampliaram a vantagem à passagem do minuto 13, por intermédio de um remate colocado de Miguel Fidalgo.
Com a entrada do conhecido Amaral, aos 23 m, a equipa do Olhanense melhorou de produção. Porém, actuando com grande determinação e em bloco, a formação "azul e branca" conseguiu suster as investidas contrárias.
Apenas em lances de bola parada, executados pelo inevitável Rui Loja, o guardião Vinícius foi obrigado a trabalho de grande qualidade, tendo desviado para a linha de fundo dois bons remates do avançado algarvio.
No reatamento da partida, o Olhanense, fazendo valer a sua experiência e qualidade técnica, conseguiu ganhar ascendente sobre o seu opositor e consequentemente acercar-se cada vez mais da baliza local. Num desses lances, Chinguila, na tentativa de pontapear a bola para longe da sua baliza, teve a infelicidade de a introduzir nas redes defendidas por Vinícius. Um tento que já se adivinhava, tal era o assédio dos forasteiros.
Três minutos volvidos, os algarvios chegaram à igualdade por intermédio de Rui Loja que deu a melhor sequência a um cruzamento de
Edinho. A partir desse momento, assistiu-se a uma toada de parada e resposta, com as oportunidades de golo a surgirem numa e noutra baliza.
Em suma, uma justa divisão de pontos, numa partida de bom nível técnico e competitivo.
Arbitragem com alguns erros, mas sem influência no marcador.
Leonardo Jardim (treinador da Camacha): «Foi um bom empate frente a um candidato. Depois de termos obtido os dois golos, desperdiçámos outras tantas oportunidades que poderiam ter resolvido a partida». Quanto à quebra de produção da equipa, Leonardo Jardim afirmou ser uma «retracção natural» e não «intenção do treinador. Na segunda parte, perdemos algumas oportunidade para gizar o contra-ataque e pese embora o volume de jogo do Olhanense, o nosso guarda-redes realizou poucas defesas. Foi um bom espectáculo».
Paulo Sérgio (treinador do Olhanense), apontou espingardas para o árbitro, que no seu entender, anulou indevidamente «um golo a Edinho» no decurso da segunda parte e não assinalou «fora de jogo, no lance que antecedeu a expulsão de Bruno Veríssimo». |
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