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PINHALNOVENSE, 0 - OLHANENSE, 2 |
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Domingo, 26
de Outubro de 2003
Campo Santos Jorge, em Pinhal Novo
Árbitro: Hugo Miguel (AF Lisboa)
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PINHALNOVENSE:
Rodrigues; Sampaio, Adérito, Paulo Martins e Toninho; Alexandre,
Leo, Calção e Peixoto I; Catarino (Pedro Amora, 63') e Peixoto
II (Cabaço, 46'); |
OLHANENSE: Bruno Veríssimo; Jorge
Vidigal, Lameirão,
Miguel e Branquinho; Calú e Sérgio Marquês; Livramento, Glaedson
(Évora, 86') e Rui Loja (Alberto, 77'); Edinho (Afonseca,
70'); |
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TREINADOR:
Paco Fortes |
TREINADOR:
Paulo Sérgio |
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AMARELOS:
Paulo Martins (52') e Toninho (53') |
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GOLOS:
0-1 por Livramento (15')
0-2 por Glaedson (30') |
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FOTOGRAFIAS
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COMENTÁRIOS |
Por
Luís Miguel Quinta Gomes
A actuar pela primeira vez no piso sintético do campo
do Pinhalnovense, o Olhanense brindou os cerca de uma centena de
adeptos que encheram três autocarros vindos de Olhão, e os demais
que se deslocaram também ao estádio, com uma vitória merecida,
perante um adversário que nunca conseguiu pôr em perigo as redes de
Bruno Verissímo.
O jogo principiou com um período em que as equipas tentaram encaixar
no modelo de jogo de cada qual, mas depressa o Olhanense fez valer a
sua mais valia, remetendo a jovem equipa de Pinhal Novo ao seu
último reduto.
Foi então que à passagem do quarto de hora, Livramento isolou-se e
somente diante do guardião adversário atirou para o fundo da baliza.
Estava aberto o marcador, algo que já se esperava, tal era o domínio
da turma de Olhão.
Quando se esperava uma reacção da equipa da casa, os rubro-negros
conseguiram sempre, com uma enorme serenidade, afastar qualquer
lance de perigo da sua área defensiva, impondo uma boa circulação de
bola que deixou o Pinhalnovense desorientado, assim como o seu
treinador Paço Fortes, que por estar suspenso viu o jogo fora do
relvado.
Assim, foi com naturalidade que o Olhanense aumentou o marcador, na
cobrança de um livre directo, muito bem marcado por Glaedson, à
entrada da grande área adversária.
Com a vantagem conseguida o Olhanense controlou o jogo até ao
intervalo sem sobressaltos e ainda dispôs de uma jogada de perigo na
cobrança de um livre, por intermédio de Branquinho.
No reatamento da partida, o Pinhalnovense tentou reagir à
desvantagem de dois golos, mas o Olhanense, superou sem dificuldades
os tímidos ataques da equipa caseira e, apanhando o adversário em
contra pé, lançou vários contra-ataques, onde se destacou o elevado
número de foras-de-jogo assinalados à nossa equipa.
De realçar a excelente ocasião que Jorge Vidigal teve para ampliar o
marcador, o lateral direito isolou-se depois de uma magistral
abertura do inspirado Sérgio Marquês e frente ao guarda-redes
contrário e atirou, com o pé esquerdo, ao lado.
Até ao fim fica na retina um grande remate de Sérgio Marquês do meio
do meio campo do Pinhalnovense que por pouco não fazia vibrar os
Olhanenses que nesta fase já se tentavam resguardar da muita chuva
que de repente começou a cair.
Em jeito de conclusão, conseguimos uma vitória que nunca esteve em
dúvida, perante uma equipa que nunca teve argumentos para causar
calafrios às nossas hostes. |
Por
Pedro Sousa
Numa tarde muito ventosa e com alguma chuva, o
Olhanense levou de vencida a frágil equipa do Pinhalnovense por duas
bolas a zero.
Começou melhor a equipa da casa, que nos cinco primeiros minutos da
partida,
conseguiu chegar com relativo perigo junto da baliza à guarda de
Bruno Veríssimo. Após esses primeiros momentos, o Olhanense
conseguiu pegar no
jogo e habituar-se melhor às condições do terreno - piso sintético -
controlando as acções a meio campo, e procurando criar jogadas de
ataque com muita circulação de bola entre os seus jogadores mais
avançados.
Assim, e por volta dos 15 minutos, Livramento aproveitou a falha de
um defensor contrário para, à entrada da área, ganhar o esférico e
colocar a
bola pela primeira vez no fundo das redes do Pinhalnovense.
Pensou-se que o golo algarvio espevitasse a equipa visitada, mas
continuaram
a ser os rubro-negros a comandar a partida, chegando ao segundo golo
por
intermédio de Glaedson, num golo fenomenal: livre directo, descaído
na meia-esquerda rubro-negra, com a bola a entrar no canto superior
esquerdo da
baliza, sem qualquer hipótese para o guarda-redes da casa.
Até ao intervalo, pouco mais de significativo há a acrescentar. Na
segunda parte, o cariz do jogo alterou-se completamente. A equipa da
casa alargou a frente de ataque, enquanto o Olhanense se limitou a
gerir os acontecimentos, sem que o Pinhalnovense fosse capaz de
criar reais oportunidades de golo. Percebeu-se hoje qual a razão de
estarem tão mal classificados. Saliência neste segundo período para
o grande número de foras-de-jogo assinalados a ambas as equipas, que
cortaram em muito o ritmo da partida, tornando-o monótono e maçador,
ao qual também não terá sido alheia a chuva forte que começou a cair
a meio da segunda parte.
Foi portanto um Olhanense q.b. que se deslocou a Pinhalnovo
(acompanhado de uma numerosa falange de apoio) garantindo 3
preciosos pontos na perseguição ao Olivais e Moscavide. Uma palavra
especial para Sérgio Marquês, que mostra ser uma mais-valia no meio
campo rubro-negro, por tudo aquilo que joga e faz jogar. Percebe-se
porque razão já foi em tempos titular numa equipa de SuperLiga.
Glaedson tem pormenores que definem um grande jogador - o livre que
deu o segundo golo é uma delas - mas é pena ser tão intermitente na
sua participação no desenrolar da partida. A arbitragem não teve
qualquer influência no resultado, podendo apenas existir dúvidas num
ou noutro fora-de-jogo assinalado a ambas as equipas. |
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